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O futuro do futuro

Um grupo de estudantes do Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um projeto que pode ser a solução para as recargas de veículos elétricos. Elas serão mais rápidas e mais baratas.

A bateria vai se libertar do lítio e do níquel para adotar elétrons em células semi-sólidas. Com isso, as partículas carregadas ficam suspensas em uma solução de eletrólitos e são bombeadas entre os compartimentos usados para armazenar e libertar energia.

Os carros elétricos são ótimos para o meio ambiente e com a nova tecnologia devem fazer bem ao bolso. Segundo o projeto, as baterias vão ficar 10 vezes mais eficientes que as comuns, além de ter a produção mais barata. O projeto poderá reduzir também o tamanho e o custo das baterias atuais em 50%. E o melhor: a recarga deve demorar o mesmo tempo que o abastecimento com gasolina. O protótipo deve ficar pronto nos próximos 18 meses.

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A potência em debate: carros híbridos x carros convencionais

Introdução a A potência em debate: carros híbridos x carros convencionais

Todos nós já ouvimos dizer: carros híbridos têm pouca potência. Eles economizam combustível e emitem menos poluentes, mas dirija um e você será relegado à faixa da direita.Bem, isso não é verdade. Julgar a potência de um carro híbrido significa muito mais do que apenas dizer que ele tem um motor fraco. Como todos os carros, os híbridos têm sua potência declarada em cavalos-vapor (cv). Cavalo-vapor é a unidade usada para expressar o quanto de potência um motor consegue produzir para mover o carro.

Qual a potência de um carro híbrido?
© iStockphoto.com /Iqoncept
Qual a potência de um carro híbrido?
Mas em comparação aos carros a gasolina, os híbridos têm motores de cilindrada bem menor. Isso por uma razão: quanto menor ela for, mais leve o motor será. Com menos peso, o motor não precisa trabalhar tanto para mover o carro a uma determinada distância. Menos trabalho significa que o motor usa menos combustível – e não é exatamente aí que entram os híbridos?Por outro lado, quando menor a cilindrada, menos potência o motor pode desenvolver. É por isso que muitos acham que os híbridos não têm potência suficiente para condução diária. Ao comparar a cilindrada dos motores a gasolina na maioria dos carros híbridos com aqueles dos carros convencionais, é possível perceber que os motores destes tendem a ser de maior cilindrada e mais potentes.

No entanto, ao observar essa questão mais de perto você verá que os híbridos têm um truque na manga. Continue a ler para saber qual é esse truque.

 

Qual é mais potente – um carro híbrido ou um carro convencional?

Motor elétrico e motor a gasolina de um Prius
© iStockphoto.com /Dlewis33
Motor elétrico e motor a gasolina de um Prius
Se você sabe como funciona um carro híbrido, sabe também que ele usa um motor a gasolina tanto quanto num carro normal. Mas o que o torna um híbrido é a presença de um pequeno motor elétrico. Esse motor elétrico é o ponto-chave porque ao usar energia fornecida pelas baterias, ele propulsiona o híbrido a velocidades baixas. Isso permite que o motor a gasolina seja desligado quando não estiver sendo necessário, o que por sua vez economiza combustível e diminui a emissão de gases poluentes.No entanto, isso não é tudo que o motor elétrico pode fazer. Na maioria dos híbridos, o motor elétrico também pode enviar potência para as rodas juntamente com o motor a gasolina. Isso se traduz em muita potência – em alguns casos mais que a dos carros convencionais.

Tome o Lexus GS 350 sedã como exemplo. O modelo tem um motor V6 de 3,5 litros que produz 303 cv. Isso não é nada mau. Mas o GS sedã híbrido – o GS 450h – tem o mesmo motor V6 que sozinho produz 292 cv. Mas quando você acrescenta a contribuição do seu motor elétrico, a potência total sobe para 339 cv. Mesmo em comparação ao Lexus GS 460, cujo motor de 4,6 litros desenvolve potência máxima de 342 cv, o híbrido 450h chega bem perto. Apesar de ter um motor de cilindrada bem maior em comparação ao GS híbrido com seu motor elétrico, o GS 460 produz apenas 3 cv a mais.

E é exatamente aí que entra o debate sobre a potência dos carros híbridos e convencionais. Ao olhar para a potência de um híbrido, você deve levar em consideração apenas a potência gerada pelo motor a gasolina ou você também deve levar em conta a contribuição do motor elétrico?

A maioria dos comentaristas especializados em carros diz que ao dirigir um carro híbrido, provavelmente você não será capaz de dizer quando o motor elétrico entrará em ação para ajudar o motor a gasolina. Os especialistas do Consumers Guide Auto dizem que no GS híbrido o trem de força elétrico e a gasolina não tem a mesma resposta inicial de um V8, mas o 450h acaba sendo mais rápido. Num teste ele acelerou de 0- a 96,5 km/h em 6,1 segundos. De modo geral, o sistema híbrido chama pouca atenção para si mesmo.

Do ponto de vista técnico, só faz sentido comparar a potência de um híbrido com a de um carro convencional em termos da contribuição do motor a gasolina. Mas, na rua, não faz diferença alguma se a potência do carro estiver vindo de um motor elétrico, de um motor a gasolina ou de uma combinação de ambos.

Para mais informações sobre carros híbridos, potência e assuntos relacionados, confira os links na próxima página.

 
 
 
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Mercedes CLK63 Black Series: o indomável

Cupê recebe preparação pesada que inclui mudanças no visual e motor de 639 cavalos

 The New York Times Syndicate

Mercedes-Benz CLK 63 AMG Black Series: preparação caprichada levou o cupê a fazer de 0 a 100 km/k em apenas 4,1 segundos
Fazer concessões é algo inevitável na vida. O que parece fantástico no papel muitas vezes passa por uma série de revisões que podem simplesmente macular o que havia sido uma grande ideia.Tenho a impressão de que os executivos da Mercedes-Benz estavam todos de férias quando a série Black saiu da linha de montagem pela primeira vez. Era um carro tão diferente de tudo já feito que era difícil imaginar que houvesse saído da divisão AMG da Mercedes. O CLK63série Black não entende o termo “concessões”. Você nota isso no momento em que o motor V8 6.2 litros ronca e todo seu corpo começa a vibrar. A sensação é quase erótica. Caso você um dia veja um série Black só em marcha lenta, dê uma olhada no motorista. É possível que ele (ou ela) esteja suando e trêmulo.O Mercedes CLK63 série Black da Evosport foi um estudo de sobrecarga sensorial. Ele tem uma pureza que está se tornando muito rara nos dias de hoje. Um veículo de produção limitada da divisão AMG da Mercedes-Benz dos quais apenas 350 exemplares serão vendidos nos EUA, seu motor V8 6.2 produz 507 cavalos. Não há bancos traseiros disponíveis para que seja mantido o peso baixo característico de um verdadeiro esportivo. Esse é o Porsche 911GT3 da Mercedes-Benz, e ele é tão letal nas ruas quanto é nas pistas.

 The New York Times Syndicate

Difusores de ar na traseira feitos de fibra de carbono (material leve e resistente usado na Fórmula 1) ajudam na arodinâmica
O Evosport CLK é rápido o suficiente para distorcer o espaço-tempo, com freios fortes o bastante para arrancar a vacina de pólio de seu corpo. E sua cabine é de primeira classe, uma bela mistura de luxo esportivo. O fato de não ter um banco traseiro não importa. Esse é um carro com o qual você quer estar a sós.Mas o que realmente intriga os sentidos é a rapidez da mudança de comportado para diabólico. O gargarejo grave do escapamento instantaneamente irrompe em algo tão dinâmico que faz as pedras rolarem das paredes de um desfiladeiro. Se os deuses gregos tivessem uma divindade para potência, esse seria o som de sua voz.Na configuração padrão, o CLK63 não é nenhum molenga. Munido de 507 cv e 64,8 kgmf de torque, ele é capaz de engolir 96 km/h em 4,1 segundos. O tempo do quarto de milha atinge 11 segundos com velocidade de 195 km/h. Considerada a propensão americana para corridas de arrancada nas ruas, você poderia achar que a Mercedes projetou esse carro com os estadunidenses em mente.

 The New York Times Syndicate

Interior com couro do tipo Alcantara vem com reforços estruturais atrás dos bancos dianteiros, como nos carros de corrida
A Evosport essencialmente amplificou as qualidades já presentes, substituindo partes das tubulações de admissão e exaustão por peças de sua oficina. Os coletores com longos tubos em aço inoxidável (em forma de triplo Y) e o escapamento de alto desempenho de 7,5 cm (com canos cruzados) e o sistema de admissão, todos da Evosport, garantem que o motor seja bem ventilado. Os coletores são revestidos de cerâmica e todo o sistema oferece significativas reduções de peso em relação ao original.A Evosport também instalou sua polia reduzida do virabrequim com balanceamento total. O baixo peso reduz drasticamente a massa rotativa, e a tecnologia de balanceamento ativo continuamente variável mantém a suavidade ideal em todas as rotações. Feita de alumínio T-6061, ela funciona com a correia original e um parafuso do virabrequim modificado. Todas as partes internas do motor foram polidas e balanceadas com perfeição, e a largura dos dutos e das entradas e saídas dos cilindros foi ajustada para melhorar o fluxo de ar, além de um radiador de óleo mais eficiente ter sido instalado para manter as temperaturas dentro dos limites.

 The New York Times Syndicate

Logo “AMG Black Series” no console central
A centralina da Evosport foi utilizada para aperfeiçoar o desempenho dos novos equipamentos. O programa remove o limitador de velocidade e melhora a resposta do acelerador e o tempo da ignição. A centralina também pode alternar entre programas para gasolina de 91 e 93 octanas, o que pode ser divertido para usar o carro em autódromos. O Evosport CLK63 girou as rodas no dinamômetro até atingir impressionantes 639 cv e 81,4 kgmf. E é potência que está disponível imediatamente – não é necessário esperar que um turbo ou supercharger seja acionado nem que um cilindro de NO2 seja enchido.
Ainda que poucos discutam o valor estético das rodas originais da AMG, é difícil imaginar o carro sem os aros atuais. Ele agora calça um incrível conjunto de rodas HRE CF43 medindo 10×19 na frente e 11×19 atrás. Essas rodas de composto de carbono são montadas à mão e são das poucas rodas que conseguem combinar alta resistência com leveza. Elas foram envoltas por borracha Pirelli Corsa DOT-R medindo 285/30 e 305/30 na frente e atrás, respectivamente (o carro sai de fábrica rodando sobre pneus 235/40-18 na frente e 255/35-18s atrás).A Evosport também modificou os freios com seus discos flutuantes de duas peças (com furos e fendas) e substituiu as linhas de freio em borracha por dutos em aço inoxidável trançado. Os calços em titânio da Evosport trabalham com pastilhas de freio de alto desempenho. Nunca deixando a desejar em matéria de freios, o sistema original da AMG respondeu muito bem às modificações da Evosport. Eu os castiguei até que estivessem brilhando em um tom avermelhado. Para encontrar os limites destes freios, seria necessário muito mais tempo e um maníaco na boleia.

 The New York Times Syndicate

Rodas esportivas com pneus de perfil baixo completam o pacote de itens especiais do AMG Black Series preparado
A Evosport elaborou seu próprio pacote de suspensão com base em componentes H&R e bandejas traseiras ajustáveis da Evosport. A estrutura do carro parece flutuar pouco acima do chão, meio como o landspeeder de Luke Skywalker. Apesar de as rodas HRE parecerem extremamente embutidas nos para-lamas, não houve nenhum contato ou quaisquer outros efeitos indesejados. Talvez minha única preocupação seja a porção inferior do splitter dianteiro. Felizmente, ele é modular e facilmente substituível.
Embora o carro seja revestido pela bela aerodinâmica de fábrica, a Evosport requisitou os serviços da Vorsteiner para um pouco mais de agressividade. A frente recebeu o avantajado splitter em fibra de carbono da Vorsteiner que se mistura ao capô em fibra de carbono. Também da Vorsteiner, estão presentes o para-choques/difusor traseiro em fibra de carbono e o spoiler na tampa do porta-malas. O teto também é de fibra de carbono.Já que esse carro é equipado com o excelente câmbio automático de sete velocidades da Mercedes, você talvez questione por que alguém iria querer uma transmissão de embreagem dupla. O série Black lidou com as marchas como se fosse um câmbio manual . A maior parte da minha condução foi feita em segunda e terceira marchas – a qualquer momento, eu tinha a potência para patinar as rodas e fazer a traseira derrapar. É impossível não amar o V8 naturalmente aspirado – realmente não há substituto para o deslocamento do motor.Para o prazer do alto desempenho puro, o Evosport CLK63série Black é um veículo sem igual. Você terá dificuldades para encontrar um carro bom como ele. É uma conclusão óbvia que os tunadores terão esse carro na mira. Boa sorte. Vocês vão precisar.

 The New York Times Syndicate

Motor V8 chegou a 639 cavalos e 81,4 kgfm de torque no dinamômetro depois de uma série de alterações
 
 
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Novo BMW M5 apronta no autódromo
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Enquanto não revela o sedã esportivo M5 de nova geração, a BMW mostra protótipos em severos testes em um autódromo, incluindo acelerações fulminantes, curvas no limite e altíssimas velocidades. Quanto você pagaria para exercer um trabalho tão divertido quanto o desses pilotos?
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 Carsale: BMW Série 1 M mostra seus dotes na pista

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O BMW Série 1 M Coupe é o caçula da divisão Motorsports. Ele acaba de desembarcar nas lojas da Europa equipad com um motor de seis cilindros 3.0 litros, dotado de um sistema de turbos “gêmeos” (twin-scroll), e que ajuda o esportivo a acelerar de 0 (zero) a 100 km/h em menos de cinco segundos
 
 
 
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DINÂMICA AMBIENTAL

Mais eficiência, consumos mais baixos e menos emissões. São estes os pontos que têm marcado o desenvolvimento automóvel desde que entrámos no século XXI. Nunca, como nesta última década, se ouviu falar tanto de CO2, partículas, NOx, híbridos, eléctricos. O que, no fundo, aponta para uma revolução energética com menor dependência do petróleo.O comparativo que lhe trazemos nestas páginas foi espoletado pela chegada do novo Ford Focus, mas, na verdade, as versões aqui presentes dos seus concorrentes também são novas e reclamam ambas maior eficiência e menor impacto ambiental. O Citroën C4 1.6 HDi de 112 cv já tinha sido avaliado na AutoMotor, mas agora esta versão ganhou o logo e-HDi, com o mesmo motor, mas com sistema start/stop. Exactamente como o Opel Astra 1.3 CDTI ecoFLEX, que agora acrescenta o termo Start/Stop à designação desta versão.No Focus não há nenhum logótipo green, eco, ou blue na carroçaria, mas também monta o sistema que desliga o motor quando este se encontra em ponto-morto e o veículo está parado.
 
ESTÉTICA, CONSTRUÇÃO, SEGURANÇA

CITROËN C4 1.6 e-HDi
O tablier bem construído e as várias possibilidades de iluminação são alguns argumentos do modelo francês. O espaço interior agrada, a qualidade geral é de nível razoável

Opinar sobre o design é algo de que o leitor nos dispensa, já que é juízo para qual não precisa da nossa contribuição. De qualquer forma, não vamos deixar de o fazer. O Astra tem a pose mais agressiva, como é hábito na filosofia alemã; o C4 não deixa de ser original e tem uma identidade tipicamente francesa; enquanto no Focus torcemos o nariz à forma dos farolins traseiros, já que o conjunto dianteiro tem um ar desportivo.Equipamento de segurança é coisa que não falta em nenhum, pois desde vários airbags, ABS com assistência às travagens de emergência, controlo de estabilidade, encostos de cabeça activos, pontos Isofix, cintos com pré- -tensores e limitadores de esforço – quase tudo é incluído de série. Na lista de opcionais existem alguns sistema mais evoluídos, como o detector de desvio involuntário da faixa de rodagem, ou o aviso de veículos no ângulo- -morto.Os Focus equipados com o sistema de câmara digital (opção) acrescentam itens como a assistência à manutenção na faixa de rodagem, o alerta ao condutor quando este demonstra sinais de fadiga ou sonolência, o reconhecimento dos sinais de trânsito e o controlo automático de máximos.Por dentro, existem diferenças na qualidade de construção, nomeadamente no tipo de material usado na concepção do tablier. Focus e C4 recorrem a materiais maleáveis mais agradáveis, sendo praticamente uma peça única, o que dá uma boa sensação de solidez. Curiosamente, é o modelo alemão que apresenta um tablier composto por várias peças individuais, todas em plástico menos apelativo. Ainda assim, nota-se que os acabamentos têm melhorado com o tempo, face ao primeiro Astra que conduzimos. Também há plásticos no C4 e no Focus, mas são em menor número, e o tablier destes, tipo monobloco, tem melhor aspecto.

CONFORTO, HABITÁCULO, EQUIPAMENTO

FORD FOCUS 1.6 TDCi
Boa qualidade de construção e posição de condução envolvente. Os ponteiros azuis dos mostradores são novidade. O comando do travão de mão é que poderia ser outro…

Conforto e espaço são dois conceitos de andam de mão dada e, no que toca à liberdade de movimentos, os três modelos estão muito equilibrados. Nos lugares traseiros, o espaço para as pernas é razoável e só no Focus é que os pés vão menos apertados, um pormenor que não justifica diferença pontual.Quando se abre a quinta porta, para avaliar a bagageira, as diferenças não são substanciais, ainda que a mais pequena seja a do Focus. Todas podem ser ampliadas com o rebatimento assimétrico dos bancos, mas o Ford é o único sem aquele “buraco” na zona do apoio de braços, muito útil para transportar skis, pranchas de snowboard ou outros objectos de maior comprimento.No que respeita a espaços de arrumação, o Citröen é o mais generoso, não só pela dimensão do porta-luvas, claramente superior à do dos seus rivais, mas também pelo tamanho do compartimento na consola com tampa deslizante.Um dos factores que contribuem para um maior desafogo da consola central do C4 e do Astra é a substituição do travão de mão pelo de estacionamento eléctrico, pois a alavanca clássica do Focus já parece coisa do passado. A não ser que precise da mesma para negociar os “ganchos” de uma estrada de montanha…Nas três versões disponíveis para ensaio, o nível de equipamento é bastante completo, pois temos as especificações de topo em todos: Exclusive no C4, Titanium First Edition (de duração limitada) no Focus e Cosmo no Opel Astra. Basta uma olhadela rápida à nossa tabela para se perceber que o fundamental está presente, como bancos em pele e tecido; volante multifunções em pele; computador de bordo; espelhos eléctricos; retrovisor interior electrocromático); jantes em liga leve; faróis de nevoeiro; ligação para leitores de mp3; e cruise-control, apenas para mencionar alguns.cruise-control, apenas para mencionar alguns. Ford e Astra ainda incluem o sistema de controlo da pressão dos pneus, que no C4 faz parte de um pack combinado com os faróis de Xénon (915 euros); porém, é o Citroën o único a disponibilizar uma tomada de 230 V sob o apoio de braços, de utilidade inquestionável.POSTO DE CONDUÇÃO, COMPORTAMENTO

OPEL ASTRA 1.3 CDTI
A boa amplitude de regulação do volante garante um posto de condução correcto. O modelo alemão tem mais plásticos no tablier do que os seus rivais

Quando chega o momento de ir para estrada avaliar a dinâmica destes familiares “greenpeace”, detemo-nos alguns segundos para escolher a posição de condução adequada. Neste particular nenhum merece críticas, ainda que o ajuste do volante no Astra e no Focus tenha mais amplitude.A postura ao volante no Citroën é ligeiramente mais alta, mas oferece o mesmo grau de comodidade que nos seus concorrentes. Aliás, este C4 tinha massagens no banco, algo inédito neste segmento, para não falar de outros mimos, como a escolha das cores de iluminação do painel e, até, dos sons de aviso, que mais parecem ter saído de um filme de ficção científica.Em andamento, as diferenças de atitude come çam a ser evidentes logo nos primeiros quilómetros. É verdade que o Opel tem o motor menos potente do lote (1.3 CDTI com 95 cv), mas isso não desculpa a preguiça que exibe abaixo das 2000 rpm, problema que parece crónico em muitos Diesel da marca, apesar de a mesma anunciar que os 190 Nm de binário chegam logo às 1750 rpm. Pois, se chegam, fazem-no com pezinhos de lã…Citroën e Ford são bem mais expeditos a responder ao acelerador desde baixo regime, mas, à medida que a velocidade vai subindo, surge a maior crítica que se pode fazer ao modelo francês: a caixa de seis velocidades com embraiagem robotizada, tão lenta como irritante nas trocas de relação. Arriscamos mesmo afirmar que é das mais lentas neste processo que já experimentámos.A marca defende-se dizendo que o C4 se destina a uma faixa etária mais avançada e que a vocação desportiva não faz parte deste modelo (reservada à gama DS), mas também não era preciso exagerar… Numa ultrapassagem, em que se pretende rapidez de decisão, o tempo que demora a reduzir pode fazer com que se desista da mesma.A caixa manual de seis velocidade do Focus está bem escalonada, é precisa e contribui para o bom desempenho dinâmico que este oferece – aliás, o melhor dos três neste particular. O comportamento em curva é mais eficaz e é bem conciliado com o conforto que oferece aos ocupantes.O Ford é também o único com sistema de vectorização de binário associado ao ESP, o qual, numa condução empenhada, trava a roda do lado interior da curva para que a força do motor seja transferida para a roda com mais tracção. Uma espécie de efeito autoblocante que traz frutos quando se ataca uma estrada sinuosa em bom ritmo.A competência dinâmica do Opel é convincente, mas não é a mesma das versões equipadas com châssis IDS. A suspensão trabalha bem e o eixo traseiro com paralelogramo de Watt assume um bom compromisso entre conforto e eficácia. Só que, na prática, o Astra é o mais sensível ao mau piso.

Em termos de conforto de rolamento, o Citroën é o melhor e, apesar de uma atitude mais bamboleante, não deixa de demonstrar competência quando se curva depressa, com uma forte solicitação da direcção. Isto quando a caixa não se “baralha”…

Para quem gosta de tirar mais partido da condução, o Focus é o mais adequado, com bom feeling da direcção e um grande equilíbrio, mesmo em situações limite.

PERFORMANCES E CONSUMOS

Em adição, é também o Ford que oferece as melhores prestações do lote, como se pode verificar pelas nossas medições. Os 11,5 segundos gastos nos 0-100km/h e os 33,4 segundos necessários para cumprir o quilometro de arranque provam, aqui, a superioridade do Focus 1.6 TDCi de 115 cv.No segundo posto surge o Citroën, cujo motor competente e solícito só não consegue melhores registos por culpa da caixa robotizada, a qual tem umas patilhas virtuais atrás do volante (pois não são estas que se movem, mas antes um botão na extremidade das mesmas). Ainda assim tem prestações muito próxima das do seu rival da Ford.Por último, a menor capacidade e potência do motor 1.3 CDTI de 95 cv acaba por justificfar as prestações do Opel claramente inferiores às dos seus concorrentes, não só nas acelerações, mas também nas recuperações. Por exemplo, entre os 80 e os 120 km/h, em 5.ª (a caixa manual do Astra só tem cinco velocidades), o modelo alemão demora quase 20 segundos.A outra face da moeda é que o Astra revelou consumos mais contidos, ainda que não se justifique uma diferença pontual. A par do Citroën, foram os que conseguiram registar uma média em cidade inferior a 6,0/100 km.CONCLUSÃO
No último confronto entre C4 e Astra, o modelo francês já tinha vencido o seu rival teutónico, mas agora chegou a vez de o novo Ford Focus tomar a dianteira, vencendo o Citröen por dois pontos. A boa solidez de construção, o bom compromisso entre a eficácia do comportamento e o conforto, a boa posição de condução, as melhores prestações, tudo aliado a um bom nível de equipamento e a um preço equilibrado, foram factores que estiveram na base da vitória do modelo com o símbolo oval.O modelo francês continua fiel aos pergaminhos da marca no que toca ao conforto e equipamento original, e apenas a caixa retira alguma qualidade a uma dinâmica que merece elogios.O Opel Astra, apesar do preço competitivo, acabou por ser penalizado por um motor menos potente, mais fraco a baixo regime e com piores prestações, por um nível de conforto inferior e por uma qualidade de construção no habitáculo uns furos abaixo dos concorrentes. O comportamento, a posição de condução, a mala, o equipamento e os consumos são argumentos do modelo germânico.
 
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 Os carros mais luxuosos do mundo ( com música )

 
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Volkswagen lança mundialmente o novo Beetle

Beetle perde o ‘New’ e fica maior na nova geração.
Carro tem três opções de motores de 140 cv a 200 cv.

O Beetle perde o “New” do nome e é lançado mundialmente nesta segunda-feira (18) em nova geração. Sem abrir mão da identidade, de linhas arrojadas, o carro ícone de design fica 15,2 centímetros maior e 8,4 cm mais largo do que o antecessor. Já o teto está mais baixo, mas seu desenho inclinado foi suavizado, o que garante maior espaço interno.

A nova geração tem três opções de motores. Dois são a gasolina: 2.0 TFSI e o 2.5 de cinco cilindros, com 200 cavalos de potência e 170 cavalos, respectivamente. A versão turbodiesel 2.0 TDI desenvolve 140 cavalos de potência.
 
De acordo com o CEO da Volkswagen, Jonathon Browning, o carro está mais seguro, mais divertido para dirigir e mais econômico. “O Beetle não é simplesmente um carro, ele é parte da nossa identidade cultural”, ressalta Browning, sobre a importância do lançamento para a companhia.O 21st Century Beetle será produzido na fábrica da Volkswagen de Puebla, no México. O carro deve ser vendido no Brasil, mas não foi divulgada previsão de data.A mais nova interpretação do modelo vem 73 anos depois do lançamento do Fusca original em 1938, que vendeu 21,5 milhões de unidades, e 13 anos após o lançamento do New Beetle em 1998, que conseguiu emplacar pouco mais de 1 milhão de unidades até o fim da produção, em 2010.
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Dica do dia, não perca essa.

Quer andar neste carro, saiba como !

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Portal Luxo preparou este vídeo para você…
Como seria sua vida com uma garagem destas hein???

 
 
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 Vídeo: Sigma V8 é feito no Brasil e bate Audi TT na arrancada, Roadster fora de série tem motor de 300 cv e chega a 100 km/h em menos de 7 segundos

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Audi apresenta protótipo da versão elétrica do A3

Novo modelo tem autonomia de 140 quilômetros de pode atingir 233 km/h

Audi A3 e-tron: protótipo elétrico do hatch médio poderá ser produzido em série com a mesma carroceria das demais versões

A Audimostra o protótipo do A3 elétrico, com a mesma carroceria das demais versões mas com alguns equipamentos exclusivos, como revestimento interno de couro Alcantara, para-brisa aquecido e sistema de ar-condicionado otimizado. Surpreendente é o desempenho do modelo conceitual, equipado com motor de 136 cavalos e 27,6 kgfm de torque, força disponível desde o primeiro toque no pedal do acelerador.

Instrumentação foi adaptada às características técnicas do protótipo, assim como o câmbio automático

Segundo a fabricante, o A3 e-tron é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e de atingir 233 km/h, com uma autonomia de 140 quilômetros. Para recarregar as baterias de íons de lítio em uma tomada de 230 volts é preciso esperar por nove horas, tempo que cai para quatro e uma de 400 volts.

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Portal Luxo Editor Fabio Teodoro. Saudações Dualogicanas…hehe!

 Bom, pessoal ! estou aqui pra reforçar algumas dicas acerca do câmbio dualogic, que também podem ser encontradas no livreto vermelho que acompanha o veículo, com o nome de "Suplemento do Câmbio ". Pra ligar o carro, procedimento padrão, pisar no freio e colocar em "N" - Neutro. Pra desligar, colocar sempre em 1a. e aí desliga a chave. Ao contrário do que muitos pensam, a embreagem do dualogic funciona de maneira semelhante à embreagem convencional, ou seja, se você parar o carro e ficar com o pé na embreagem, você nada mais nada menos está "queimando a embreagem". O Câmbio Dualogic funciona da mesma forma, sendo que nós não acionamos a embreagem manualmente, mas a central do dualogic, sim. 1) Então, quando paramos em semáforos demorados, estando no modo automático, estamos, na verdade, queimando a embreagem. O Suplemento nos adverte, então, que posicionemos a alavanca de câmbio em "N" - Neutro e continuemos com o pé no freio; somente quando o semáforo abrir é que botamos no automático ou manual, conforme o caso. 2) Em caso de parada do veículo em aclives (subidas), para preservar a integridade da embreagem, não se deve "segurar" o veículo por meio da aceleração do motor, mas sim utilizar o freio e só acelerar no momento de arrancar. Se os itens 1 e 2 acima não forem seguidos, poderá acontecer aquecimento da embreagem e será mostrado no painel. 3) já nos semáforos em descidas, embora seja desaconselhável pois o carro fica "solto", pode-se colocar em "N" - Neutro (pisando no freio, senão o carro desce e bate no da frente), aí quando o semáforo abrir e acionarmos o automático, o sistema automaticamente selecionará a marcha adequada. Eu passei por um problema desse aqui em São paulo. Parei o carro numa descida e deixei no automatico. Quando o semaforo abriu e eu acelerei, o sistema engatou uma primeira. Aí , imaginei a vergonha que eu passei. Por isso, que é melhor deixar no Neutro, pois quando acionarmos o automático, aí sim o sistema calcula a melhor marcha. Esquisito isso, né... 4) O Fato de não podermos desligar o veículo em "N", é simplesmente por questões de segurança, pois aí as rodas ficarão destravadas, ficando somente sob a ação do freio de mão. Por isso que o sistema emite vários bips e mostra a letra N no painel. Mas nada que vá prejudicar o sistema. Mas, por via das dúvidas, vamos fazer o que o fabricante pede, né? 5) Se você estava acostumado como eu, a ultrapassar outro veículo, em circunstâncias meio perigosas, a melhor coisa é reduzir uma marcha no manual, dando um leve toque pra cima, e fazer a ultrapassagem,pois caso contrário, se deixar no automático e acelerar pra obter o melhor desempenho do motor, os sistema faz uma redução de marcha brusca. No meu caso, quando tentava ultrapassar um cara que ia desfilando na minha frente, dei uma pisada funda. Adivinha o que aconteceu ? o carro tava numa 4a e reduziu pra uma 2a... quase que eu morro com medo que a minha caixa ficasse no meio da rua..hehe. 6) Outra coisa, caso o carro "morra" por questões adversas, ou sei lá, de repente a bateria descarregou. Nunca tente funcionar empurrando o carro, aproveitando ladeiras etc. Pode prejudicar o sistema. 7) Se alguém já percebeu, ao abrir a porta do motorista do stilo dualogic, vai ouvir um som meio robótico. Não se espante. É Apenas a central dualogic, preparando o sistema pra uma eventual partida. 8) Por motivos de segurança, se esquecermos o carro em 1a marcha, pra por exemplo, fechar a garagem (tanto no automatico, como no manual) e abrirmos a porta do motorista, a central dualogic automaticamente seleciona "N". Isso é bem legal, pois suponhamos que você saísse do carro e seu filho largasse o pé no acelerador.. Adeus Stilo... e seu filho também. 8) Caso você pare o carro num local escorregadio, para evitar que o carro derrape, o dualogic permite que a gente saia de 2a marcha sem deixar morrer o carro. Bacana isso !!!! 9) Quando desligamos o carro, a central dualogic automaticamente memoriza a ultima marcha antes do carro ser desligada. Portanto, se você desligar o carro em 1a, e depois que desligou, colocar em N, quando for tentar ligar o carro, o sistema vai mostrar 1a. Então é melhor não mexer, mano !!!! Bom, galera ! Então é isso. Espero que seja de alguma serventia pra vocês... Um abraço a todos !  ______

A verdade sobre a Cristalização !

Um nome pomposo que o público adotou rapidamente e que na realidade foi inventado para enganar o consumidor.

O verbo “CRISTALIZAR” significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regra definidas) para cristalina (com direção e regra definidas)

No caso de um polimento e da aplicação de qualquer tipo de cera protetora, a estrutura amorfa da tinta jamais poderá ser mudada para cristalina.

Infelizmente não somente o verbo “CRISTALIZAR” está sendo usado erradamente no caso dos polimentos, mas também as promessas feitas aos consumidores são exageradas devido a falta de produtos e tecnologia de aplicação.

Promessas de enceramento “CRISTALIZADO” com duração de 6 (seis) meses a 1 um ano na maioria dos casos não são cumpridas.

Para conseguir uma camada cerosa e duradoura encima da pintura, deverá ser feito primeiramente um polimento com polidores a base de água e que contem um mínimo de cera e nenhum silicone. A finalidade deste polimento é de limpar totalmente a superfície da tinta, retirando todos os contaminantes sólidos incrustados. Este polimento não é necessariamente abrasivo, não causando assim a redução da espessura da tinta ou do verniz de acabamento.

É necessário criar uma superfície pintada totalmente limpa para conseguir aderência da camada cerosa protetora a ser aplicada em seguida.

O uso de massa de polir convencional (N.º 1, N.º 2 ou N.º 3 de qualquer procedência) deixará a superfície pintada com vestígios de cera e gordura. A gordura provem do querosene usado como solvente neste tipo de polidores. Ambos impedem a aderência de camadas protetoras posteriores.

Na maioria dos casos, para encobrir os defeitos de um polimento mal feito, com massa de polir, é aplicado pós polimento com massa de polir uma camada de cera limpadora qualquer. Somente após a aplicação desta cera limpadora é aplicado o assim chamado “CRISTALIZADOR” .

Mesmo no caso de usarem uma boa proteção cerosa, a aderência da camada será minimizada pelos contaminantes deixados pelas massas de polir e pela cera limpadora.

Para agravar ainda mais a situação, a cada polimento feito com massa de polir N.º 1 ou N.º 2 de qualquer procedência, a espessura da tinta ou do verniz diminui sensivelmente.

Durante a vida útil de um automóvel não é recomendado mais de 2 ou 3 polimentos deste tipo.

Um segundo erro é encontrado nos produtos usados para criar a camada cerosa protetora.

1 – Alto peso molecular: esta característica é necessária para a formação de mega-moléculas com polaridade acentuada e formação de camada através de forças eletrostáticas. Quanto maior for a molécula, maior a polaridade da mesma, maior a força eletrostática que cria a camada protetora e maior a adesão da camada sobre a tinta.

2 – Resistência a lavagem: o produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo aos ciclos de lavagem por água, ciclos proporcionados pelas chuvas ou pelo próprio sistema periódico de lavagem do veiculo.

3 – Repelência à raios ultravioletas : o produto deverá conter aditivos em quantidades suficientes para proporcionar uma proteção eficiente contra raios solares, maiores causadores da instabilidade química das tintas .

Os assim chamados “CRISTALIZADORES” são na maioria ceras comuns que não possuem todas ou a maioria das características acima expostas. O uso de cera aditivada com TEFLON não melhora em absoluto o desempenho da camada protetora, sendo este um elemento totalmente inerte na temperatura a qual é aplicado.

O consumidor que pretende aplicar uma proteção de pintura duradoura na tinta do seu veiculo deverá escolher cuidadosamente tanto o produto a ser aplicado para tal finalidade como o próprio profissional para aplicá-lo, evitando assim aborrecimentos futuros.

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Apesar do cara ser um grande brincalhão, mostra este camaro em detalhes

NÃO ENCOSTE NO MEU CAMARO 
 _________ S10 é flagrada no PiauíPicape da GM deve chegar ao País em 2012 Vem aí a nova picape média da Chevrolet. Mas se for depender do pessoal do Marketing, ela não se chamará S10. Explica-se: a GM não planeja matar a atual S10, que será posicionada na faixa abaixo de R$ 60 mil. "Quem tira carro de linha é o mercado. E a S10 continua vendendo muito", afirma um informante ligado à fábrica. Maior e mais moderna a nova picape tem o objetivo de competir com a turma liderada pela Toyota Hilux.   Conforme antecipado pela C/D na edição 30 a nova picape da GM terá uma versão supercab (uma super cabine estendida) além da cabine dupla e simples. A picape irá inovar também no uso de transmissão automática seqüencial na versão topo de linha 4x4 que contará com motor 3.0 turbodiesel. Haverá também uma opção com motor Flex e caixa manual na versão 4x2.    Projetada no Brasil (o País é responsável pelo desenvolvimento de picapes da marca) o novo modelo fará estreia mundial bem longe daqui, na Ásia. Ele será vendido em todo mundo, inclusive nos Estados Unidos. No Brasil, o planejamento é que a nova picape chegue às lojas no início de 2012, mesma época em que a arquirrival Ford lança a nova geração de a Ranger. ______  Fiat Bravo satisfaz e eleva Fiat ao patamar que ela mirou com o Linea Depois da apresentação técnica e de mercado do Fiat Bravo, a marca italiana promoveu nesta quinta-feira (25), no Rio de Janeiro, um test-drive do novo hatch médio. Portal Luxo Carros experimentou, nas ruas da Barra, a versão Essence, de entrada, com os dois câmbios disponíveis: o manual e o automatizado Dualogic, ambos de cinco marchas. Como saem da fábrica, esses carros custam R$ 55.200 e R$ 57.800. Há também a versão intermediária Absolute, por R$ 62.250 (R$ 65.200 com o câmbio Dualogic). A topo da gama é a T-Jet (R$ 67.700), que só chega ao mercado no final do primeiro trimestre de 2011. Também pudemos testá-la -- esta, na pista do Autódromo de Jacarepaguá.

Como já dissemos, o Bravo é agradável de olhar. Seu desenho é mais suave e simpático que os do Punto e do finado Stilo, carro que ele substitui em nosso mercado (já o fez na Europa em 2007). Faltava conferir o que o Bravo oferece para quem vai dentro dele, ao volante ou como passageiro.

Stilo morreu, mas deixará saudade? Bravo fará sucesso? Opine A cabine do Bravo Essence é bem-cuidada, mas quem procurar com afinco vai encontrar algumas rebarbas e parafusos aparentes aqui e ali. No entanto, as portas têm um agradável revestimento vinílico, completado por tecido confortável nas partes de contato com o corpo. Há também um emborrachamento de qualidade no painel frontal, com textura diferenciada. Esta peça foi projetada em forma de "V" aberto, com o centro -- na direção do câmbio -- ligeiramente proeminente. Isso faz com que o painel de instrumentos e os comandos do console central fiquem voltados para o motorista, e ainda garante mais espaço para o passageiro.

A ótima qualidade da posição de dirigir é garantida pelos ajustes combinados de altura do assento e de profundidade e altura da coluna de direção -- por sinal, o volante tem uma empunhadura muito boa. Quem quiser uma sensação de "pilotagem" pode colocar seu banco mais baixo -- a disposição do painel cria uma sensação de cockpit. Os fãs de um ponto H elevado poderão subir o assento a ponto de quase encostar a cabeça no teto -- que não é exatamente alto (o Bravo mede 1,5 metro).  Traseira do Bravo lembra um carro da Alfa Romeo: visual suave é diferencial Essa é outra característica interessante do Bravo: o parabrisa bastante inclinado e a janela traseira pequena, bem como a linha de cintura elevada e ascendente, dão a quem vai dentro a sensação de estar num carro menor do que ele realmente é. Herança do Stilo, irmão de plataforma que também dava essa impressão.

Não que o Bravo seja apertado. Há espaço de sobra para quatro pessoas, proporcionado pelo bom entre-eixos de 2,6 metros. Um quinto ocupante, no centro do banco traseiro, será um incômodo (como acontece em quase todos os carros atuais). E há mimos bacanas: o compartimento refrigerado dentro do apoio de braço central é útil e recebe até duas latinhas (uma sobre a outra), e o ar-condicionado (nas unidades que testamos havia o de duas zonas de climatização) tem saída para os passageiros de trás, instalada também no apoio de braço -- uma solução que mata dois calores com uma única peça.

EM MOVIMENTO Dirigimos o Bravo Essence nas avenidas da Barra, zona oeste do Rio, que em geral têm bom asfalto e trânsito intenso, mas com alguns trechos em que é possível acelerar um pouco mais fundo.

Nessas condições, o Bravo se mostrou muito agradável de dirigir, em grande parte pelo acerto equlibrado da suspensão (e a despeito dos pneus relativamente baixos, de medida 205/45), mas também pela direção elétrica Dual Drive, que, por meio da função City, acionada por uma tecla, torna-se extremamente leve nas manobras mais apertadas (como em garagens), retomando a progressiva firmeza após os 46 km/h, quando o sistema é automaticamente desativado. O senão é a ausência de qualquer indicador disso no painel. Interior da versão Essence: bom acabamento e painel voltado para o motorista O motor 1.8 E-torq é cumpridor e bastante adequado ao porte do Bravo. O carro é bom de arrancada e retomada, e em velocidades de cruzeiro mais elevadas o propulsor trabalha solto, sem gritar. E merece uma menção honrosa o câmbio Dualogic: sua evolução desde o lançamento (justamente no Stilo, há quase três anos) é notável. Os trancos e buracos entre as marchas diminuíram consideravelmente, e no modo Drive é possível até esquecer que se trata de um sistema automatizado, em vez de automático.

Esse salto qualitativo ficou mais nítido quando experimentamos, mais tarde, o mesmo carro com o câmbio mecânico. Este continua um tanto flácido, com uma manopla desconfortável e a quarta marcha difícil de encontrar nas reduções rápidas. Um ponto baixo que a Fiat ainda demora a resolver, inclusive em outros modelos (como o Punto e o Linea).

PILOTANDO O T-JET Com equipamentos como controle de estabilidade e de tração e a função Overboost para incrementar a performance, o Bravo T-Jet é outra conversa -- inclusive em relação aos demais turbinados da gama Fiat. O motor 1.4 turbocomprimido é o mesmo, mas a diferença positiva é feita justamente pelo câmbio. Trata-se de um sistema manual de seis marchas, importado da Itália, que oferece marchas mais curtas e engates bem mais precisos (sem falar na manopla, menor e mais adequada para uma direção mais esportiva).

Como se diz, "sentamos o pé" na pista de Jacarepaguá, que tem curvas bastante longas e acentuadas -- uma chance de levar ao limite a aderência proporcionada pelo conjunto de suspensão com acerto mais esportivo, pneus baixos em rodas de aro 18 (opcionais) e o controle eletrônico de estabilidade. E o Bravo não desgarrou nenhuma, mas nenhuma vez mesmo, ainda que entrando em curvas com as rodas internas mordendo a zebra, a mais de 130 km/h (lembre-se, trata-se de um carro civil, e não de competição).

O T-Jet será uma versão de baixo volume de vendas, e só chega ao mercado no ano que vem, até março. Por isso, o teste desta quinta foi uma espécie de aperitivo. Mas o Bravo civil, que chega agora às lojas, eleva a Fiat a um patamar quase premium entre os médios, coisa que o Linea, lançado com muito blablablá de "nobreza", jamais conseguiu. O Bravo está aprovado, e deve incomodar os líderes Hyundai i30 e o Ford Focus.

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08/10/2010 15h00

Bentley começa a vender carro de luxo que roda com 100% de etanol

Carro da rainha da Inglaterra recebeu modificação específica para o Brasil. Importadora oficial da marca também investe na chegada da Bugatti ao país.
S10 é flagrada no Piauí Picape da GM deve chegar ao País em 2012Vem aí a nova picape média da Chevrolet. Mas se for depender do pessoal do Marketing, ela não se chamará S10. Explica-se: a GM não planeja matar a atual S10, que será posicionada na faixa abaixo de R$ 60 mil. “Quem tira carro de linha é o mercado. E a S10 continua vendendo muito”, afirma um informante ligado à fábrica. Maior e mais moderna a nova picape tem o objetivo de competir com a turma liderada pela Toyota Hilux.
 Foto Conforme antecipado pela C/D na edição 30 a nova picape da GM terá uma versão supercab (uma super cabine estendida) além da cabine dupla e simples. A picape irá inovar também no uso de transmissão automática seqüencial na versão topo de linha 4x4 que contará com motor 3.0 turbodiesel. Haverá também uma opção com motor Flex e caixa manual na versão 4x2. Foto 1 2  Projetada no Brasil (o País é responsável pelo desenvolvimento de picapes da marca) o novo modelo fará estreia mundial bem longe daqui, na Ásia. Ele será vendido em todo mundo, inclusive nos Estados Unidos. No Brasil, o planejamento é que a nova picape chegue às lojas no início de 2012, mesma época em que a arquirrival Ford lança a nova geração de a Ranger.
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Toninho Abdalla é sócio da importadora oficial

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O mercado de automóveis de luxo vive de exclusividades para atrair clientes tão específicos. Por esse motivo, a Bentley (que pertence ao grupo Volkswagen) investiu em algo bem comum nos carros populares, mas que não tinha chegado ainda a esse segmento: o sistema flex. A partir deste mês de setembro, os modelos da marca usada pela rainha da Inglaterra que chegam ao Brasil já podem ser abastecidos somente com etanol, de acordo com o empresário Toninho Abdalla, sócio da British Cars do Brasil, importadora oficial da Bentley.

De acordo com o empresário, durante seis meses três carros da marca inglesa rodaram no país equipados com 50 computadores, que avaliaram todo o comportamento dos carros nas vias e postos brasileiros. “É a grande garantia para nós e para o consumidor. O pós-venda é mais importante do que a venda. Se dá um problema em um carro desses por causa do combustível brasileiro, o cliente vai ficar com muita raiva”, explica Abdalla sobre o investimento da empresa britânica exclusivo para o país.

A resposta tem sido positiva por parte do consumidor brasileiro, segundo ele. O empresário não revela números de vendas dos carros que custam entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão, mas afirmou ao Portal Luxo que já prospecta negócios em Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Acre. “Houve crescimento na economia muito grande e as fortunas aumentaram”, comenta o empresário, que iniciará ainda este ano a importação modelos de outra marca de luxo, a Bugatti.

Confira abaixo a entrevista com o empresário, que decidiu investir na marca por acusa de um “trauma”: ele encomendou um Bentley por meio de uma importadora independente e o carro nunca foi entregue

Bentley Continental Supersports (Foto: Divulgação)

Portal — Como surgiu a ideia de investir na marca?
Toninho Abdalla — O projeto começou de uma maneira louca. Eu havia importado um Bentley conversível por uma importadora independente e o carro nunca chegou. Houve uma série de problemas. Então, comecei a fazer pesquisas sobre como ter a representação da Bentley. Ao mesmo tempo, a fábrica procurava um investidor no Brasil. Quatro grupos concorreram para ser o representante. Fomos os escolhidos. Os investimentos começaram em outubro do ano passado, mas as vendas só iniciaram em março.

Portal — Quantas unidades foram vendidas até agora?
Toninho Abdalla – Não divulgamos números, mas as vendas estão ótimas, acima das expectativas. É um produto altamente diferenciado.

Portal – Então, qual é o seu grande diferencial em relação às concorrentes?
Toninho Abdalla – Todos os modelos vendidos no Brasil são flex.

Portal — Eles são 100% flex ou E85 (mistura de 85% de etanol com 15% de gasolina)?
Toninho Abdalla – Hoje são 100% etanol. Mas foi uma mudança específica para o Brasil. A Bentley fez um serviço totalmente diferente das outras marcas que, normalmente, adaptam o carro apenas para receber a gasolina brasileira (que possui etanol na composição). Eles mandaram para o Brasil três carros que rodaram por seis meses com 50 computadores. Eles registraram todo o desempenho do carro, do tipo de asfalto ao posto de combustível. Eles não deixariam colocar um produto no país, sem garantir a qualidade do produto. Essa é a grande garantia para nós (importadores) e para o consumidor. O pós-venda é mais importante do que a venda. Se dá um problema em um carro desse, o cliente vai ficar com muita raiva.

Portal — Com os negócios indo bem, a rede de vendas será ampliada?
Toninho Abdalla – O mercado é muito forte em São Paulo, mas acredito que seja até mais forte em Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Acre. Estudamos novos negócios em todas essas regiões.

Bentley Mulsanne chegará ao Brasil em abril

Portal — Como é o mercado no Acre?
Toninho Abdalla – O mercado está muito bom lá. Na verdade, houve um crescimento na economia muito grande e as fortunas aumentaram. A questão está na assistência técnica. Se você tem um problema no seu Bentley, mandamos uma pessoa ao local para fazer o check up do carro com a ajuda de um computador. Esse profissional é treinado na Inglaterra, inclusive. Por isso, precisamos ver quais são os grandes mercados e onde o consumidor terá mais assistência técnica. Talvez façamos isso sob o guarda-chuva da Volkswagen, via Audi ou por meio de lugares credenciados pela Volkswagen. Então, precisamos de volume de vendas para justificar o investimento.

Portal — Quais são as perspectivas para esse mercado nos próximos anos?
Toninho Abdalla – Acredito que o mercado se sustente. O mercado brasileiro está bom para tudo hoje, do pequeno ao grande. E isso é resultado de políticas de 20 anos atrás, com a abertura promovida pelo presidente Collor. Os governos seguintes seguiram uma linha muito boa e, hoje, o Brasil está ligado ao mundo. É um mercado que corre sozinho. A pessoa pode não tem dinheiro para ter um Bentley, então vai para uma segunda marca, com custo mais barato. E são bons carros também.

Portal — Qual é o perfil atual do consumidor brasileiro de Bentley?
Toninho Abdalla – É um sujeito específico. Ele é Bentley pela qualidade, pelo carro que oferece 45 cores externas e 18 combinações internas, cinco tipos diferentes de costura de banco.

Portal — Muitas importadoras de carros de luxo têm visto a compra por financiamentos aumentar. O senhor observa isso no seu negócio?
Toninho Abdalla – Observamos financiamentos também, mas 80% dos nossos compradores fecham o negócio à vista. Às vezes colocam um carro na troca. Isso porque nosso público é direcionado. Ele não é o que entra na loja e leva o carro na hora. Ele olha e volta um mês depois para comprar.

Portal — Quais são os modelos vendidos no país, atualmente, e quais pretende trazer em breve?
Toninho Abdalla – Temos o Continental GTC, o Supersports e o Flying Spur. O topo de linha [o Mulsanne] vai chegar em abril do ano que vem , porém os valores ainda não definidos.

Portal – O que preparam para o Salão de São Paulo?
Toninho Abdalla – Todos os Bentley estarão expostos e vamos trazer o topo de linha da Bugatti também, o Veyron conversível. Ele chega daqui a três semanas para o salão e fica seis meses no país para mostrar ao público. É um carro de 1.000 cavalos de potência que atinge 407 km/h. Apenas 300 unidades serão produzidas até 2011. Já foram fabricados 280 até agora. Se tiver encomenda até lá, ótimo, caso não tenha a produção termina mesmo sem atingir as 300 unidades, para a chegada de um modelo novo. É outro público, a Bugatti concorre com a Ferrari.

Confira nova entrevista ainda este ano em nosso escritório em Higienópolis, São Paulo.

Portal Luxo 2006-2010

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15/04/2010

Lexus Vendas Suspensar por risco de CAPOTAMENTO..

De Olho Design

A SUV Lexus GX 460 2010 recebeu uma péssima avaliação da publicação Consumer Reports, mostrando que se trata de um modelo que demonstra risco iminente de capotamento a qualquer momento.

Por causa disso, Mark Templin, Vice-Presidente do Lexus Group, informou que a empresa pediu para as concessionárias darem um tempo nas vendas do GX 460. Sim, suspender temporariamente as vendas.

Enquanto isso, os engenheiros da empresa estão fazendo vários testes parecidos com os que foram feitos pela Consumer Reports, para identificar como o modelo pode ter sua performance melhorada.

Pois é, parece que a Toyota atingiu o fundo do poço.

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08/11
Porsche mostra Boxster Spyder

Conversível será uma das atrações do Salão de Los Angeles (EUA)

Porche

Porsche Boxster Spyder

A Porsche antecipa os primeiros detalhes e as imagens do conversível Boxster Spyder, que será uma das novidades que serão mostradas no Salão de Los Angeles (EUA), entre os dias 4 e 13 de dezembro. O carro passa a ser o mais leve modelo da marca alemã, com apenas 1.275 kg depois entrou num regime em busca de mais esportividade com economia de combustível. O resultado foi bastante satisfatório. Equipado com motor 3.4 de 320 cavalos (10 cv a mais que o Boxster convencional), o roadster acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos, atinge 267 km/h e pode fazer 10,8 km/l, conforme as normas européias.

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As diferenças estéticas dessa versão Spyder ficam por conta de detalhes como as janelas bem baixas, defletores de ar traseiros, para-choques reestilizados, rodas exclusivas, entre outros itens. Por dentro os cintos de segurança são vermelhos e no lugar das maçanetas existem alças para abrir as portas. Completa a lista de modificações a suspensão mais rígida e o centro de gravidade um pouco mais baixo. E nessa versão, o câmbio seqüencial PDK é opcional.

Portal Luxo

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BMW revela M3 GTS

Nova versão vem com apelo ainda mais esportivo e menos 190 kg

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Que tal um BMW M3 de série que não faria feio em nenhuma pista de corrida do mundo? Assim é a nova versão GTS do cupê esportivo, que acaba de ser revelado oficialmente pela marca alemã. Antes de você se espantar com a cor laranja da carroceria, repare nas novas rodas de aro 19 polegadas com pneus 225/35R na frente e 285/30R atrás, que deixam à mostra parte dos novos freios com pinças de seis pistões e que escondem a suspensão ajustável e totalmente recalibrada.

Também será difícil não reparar no enorme aerofólio traseiro e no interior que passou por um regime violento. Há bancos de tipo concha e no lugar do ar-condicionado foi incluído um sistema que protege contra incêndio. Mas mantiveram o som e a navegação por satélite. Para aumentar a rigidez e reforçar a estrutura no caso de capotamento, foram instaladas novas barras de sustentação e o vigia traseiro é de fibra de vidro. Tudo isso acabou levando a uma economia de 190 kg de peso. Com isso, o M3 GTS ficou com apenas 1.490 kg, que são puxados por 450 cavalos, o que resulta em uma relação peso-potência de apenas 3,1 kg/cv.

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Carro do Ano 2010 terá volta da categoria Picape do Ano

Fiat, Ford, Toyota e Volkswagen disputam cobiçado prêmio

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No sentido horário: Fiat Strada Cabine Dupla, Toyota Hilux, VW Saveiro e Ford Ranger

A categoria Picape do Ano está de volta ao prêmio Carro do Anodo blog Portal Luxo. Após ficar ausente por duas temporadas, o título será disputado por Fiat Strada Cabine Dupla, Ford Ranger, Toyota Hilux (gasolina) e Volkswagen Saveiro.

Durante os dez anos da categoria, cinco diferentes montadoras se revezaram entre as primeiras colocadas. Chevrolet e Ford conquistaram o título em três oportunidades cada. Já a Toyota sagrou-se bicampeã nos anos de 2006 e 2007. Chrysler e Nissan, vitoriosas em 2000 e 2003, respectivamente, completam a lista.

Curiosamente, o primeiro Carro do Ano eleito pelo Blog foi a Picape Willys, em 1966. Na época, apenas a categoria Carro do Ano fazia parte da seleção.

Confira abaixo todos os vencedores da Picape do Ano:

1997 Chevrolet S10
1998 Chevrolet Silverado
1999 Ford Ranger
2000 Dodge Dakota
2001 Ford F-250
2003 Nissan Frontier
2004 Chevrolet Montana
2005 Ford Ranger
2006 Toyota Hilux
2007 Toyota Hilux

Neste 43º Carro do Ano, além da escolha do juri, Portal de Luxo vai revelar as opções do público através do voto popular. Para enviar seu voto, basta deixar seu recado em nosso blog.

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31/10
BMW X6M: mistura explosiva

Como anda o utilitário esportivo com jeito de cupê e 555 cavalos

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BMW X6M: o primeiro da linha M com tração integral, chega ao Brasil no início do ano que vem

Parece que temos um problema sério em mãos. Os cientistas nos dizem que as emissões de carbono dominaram a atmosfera e que as temperaturas globais estão subindo. Tempestades devastadoras atacam regiões costeiras despreparadas com uma ferocidade alarmante. O Meio-Oeste Americano permanecerá congelado mesmo depois das calotas polares derreterem e os mares subirem.

A causa dessa calamidade? Aparentemente, tem gente se divertindo demais ao volante. Condenados estão, dizem alguns, os dias dos V8 de 500 cavalos; daqui em diante, as agências ambientais nos relegarão a dirigir carroças elétricas de 80 cv para que as flores possam se abrir na primavera.

A BMW certamente não foi comunicada disso. A divisão de alto desempenho da empresa acaba de lançar dois novos carros da linha M, cada um equipado com motores V8 turbinados de 558 cv. E ambos são SUVs, veículos utilitários esportivos. (ou, no jargão da BMW, SAVs, veículos de atividade esportiva.) Engulam essa, americanos. E nós, aqui no Brasil, podemos nos preparar, já que o X6M chega no início do ano que vem, junto com o pequeno X1.

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Se o X6 já tem apelo esportivo, essa versão M é quase um modelo de competição

O X5M ao menos demorou para sair, já que a plataforma existe desde 1999. E, tecnicamente falando, os dois veículos são praticamente idênticos nos números. O X6M eliminou um banco na traseira, é uns dois centímetros mais longo e pouco mais de um centímetro mais estreito, e abre mão de uns 4,5 cm na altura para ter o perfil de um cupê. Todo o resto é idêntico – bitola na frente e atrás, entre-eixos, potência e desempenho, até mesmo o peso.

Os dois carros saem de fábrica com o mesmo equipamento. Abrindo a lista vem o motor M, o novo V8 biturbo neste caso. Este conceito não é inédito, tanto o X6 original quanto o último Série 7 o estrearam no ano passado. Já esta versão, chamada M TwinPower Turbo, passou pela bancada da M Technik. E isso, obviamente, significa mais potência. Ele utiliza a tecnologia Twin Scroll Twin Turbo juntamente com um coletor de exaustão que serve às duas fileiras de cilindros, o que foi conseguido ao colocar os turbos e os catalisadores no meio do V do motor. Isso serve para encurtar os canos e coletores e aumentar a área de contato para elevar a eficiência do sistema de indução forçada.

BMWA potência máxima é 563 cv no dinamômetro, ou 555 cv líquidos. Mais impressionante é a curva de torque, que é mais um platô que uma curva: 69 mkgf, com um pico que vai de 1.500 a 5.650 rpm. E, brincadeiras à parte, ele não é tão brutalmente ineficiente como parece, obedecendo ao padrão de emissões europeu e exibindo um consumo combinado de cerca de 8,5 km/l. Além de inaugurar o turbo na linha M, esses modelos têm outros ineditismos: eles são os primeiros M com tração integral, assim como os primeiros equipados com uma transmissão realmente automática. Chamada M Sports Automatic, ela oferece três modos de trocas: D, S e M, o último o obrigando a trocar, sozinho, as marchas. No modo totalmente manual, ela usa uma função redutora de torque onde cilindros são desligados individualmente cancelando a injeção de combustível e ignição para se obter trocas mais curtas e satisfatórias.

De Olho designerA seleção de marchas ocorre por meio da alavanca central do câmbio ou nas borboletas de alumínio atrás do volante. O modo M também permite acessar a função de controle de largada. Pressionando o pedal do freio e levando as rotações até 60% do mostrado, o sistema se arma. Quando o freio é liberado, o SAV acelera com força total; a transmissão troca as marchas automaticamente nas rotações ideais, com os melhores tempos de trocas possíveis e controle de patinação das rodas.

A parte movimentada do nosso teste aconteceu no autódromo Road Atlanta. Pilotando essa fera por aquelas curvas de alta velocidade, eu logo desisti da seleção manual de marchas. Assim como a maioria das transmissões “inteligentes” modernas, o modo esportivo automático quase lê sua mente atrás do volante. No caso do X6M e seu irmão 5, ele facilita atingir desempenho máximo enquanto permite a você se concentrar em seguir sua linha na pista em vez de procurar a alavanca de câmbio ou bater em borboletas montadas em ângulos inconcebíveis.

A potência chega ao chão por meio do sistema de tração integral xDrive da BMW. Neste caso, o xDrive usa o que eles chamam de dinâmica ideal; essencialmente, ele é configurado para privilegiar a potência na traseira. Mas a distribuição variável de potência continua programada para avaliar as condições de condução e direcionar a potência para a frente ou para a traseira, mesmo antes de as rodas começarem a patinar, para evitar sobre (ou sub) esterçamento e agir preventivamente na estabilidade.

BMWCom níveis tão prodigiosos de potência, massa e aderência, é assustador imaginar as coisas dando terrivelmente errado. Um X6M fora de controle seria uma impressionante explosão de energia, algo da magnitude de uma fusão nuclear. É aí que você passa a apreciar os sistemas de segurança e auxílio à direção: controle dinâmico de estabilidade (DSC), suspensão a ar à moda M, direção adaptativa com amortecedores ajustáveis eletronicamente, e antirrolamento ativo. E, caso você goste de brincar com a sorte, o modo M Dynamic (ativado pelo botão DSC) eleva o ponto a partir do qual esses sistemas passarão a intervir. O fanfarrão que existe dentro de você provavelmente vai adorar.
O mundo precisava de um SUV de 558 cv, dois na falta de um? Provavelmente não, mas a ideia continua sendo tentadora. E, apesar dessa era apocalíptica, estes são dois dos mais potentes já feitos. Com preço pouco abaixo de 90 mil dólares nos Estados Unidos (cerca de R$ 157.500), eles parecem ser plenamente competitivos na paisagem dominada por Mercedes-Benz ML63 e do Porsche Cayenne Turbo. Se o mercado vai continuar a acolher carros assim, já é outra questão. Mas, em termos de audácia pura, os dois certamente recebem nosso selo de aprovação.

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Fiat 500 terá motor MultiAir

Novidade chegará ao mercado europeu dentro de um ano

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Em pouco menos de um ano a Fiat começará a vender o pequeno 500 com motor MultiAir. O modelo foi o escolhido para estrear a tecnologia da marca italiana que inclui válvulas controladas eletronicamente.

O bloco de 900 cc de cilindrada poderá render até 120 cavalos nas versões sobrealimentadas. Além do desempenho e da economia de combustível outra vantagem do novo motor é o baixo índice de emissões de poluentes: 90g/km de C02.

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Ford convoca donos de Ranger e Explorer

Ação envolve modelos equipados com motor V6 e fabricados de 1995 a 2002

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FORD RECALL

A Ford convoca os proprietários dos modelos Explorer (ano/modelo 1995 a 1997) e Ranger (1995 a 2002), equipados com motor V6, para corrigir um problema do sistema de controle de velocidade, o piloto automático. Segundo a fabricante, pode haver infiltração de fluido de freio na região interna do interruptor de desativação do sistema, o que pode ocasionar incêndio no compartimento do motor.

A solução da Ford será instalar um chicote adicional no circuito de desativação do controle de velocidade. Os proprietários desses modelos devem entrar em contato com um distribuidor para agendar a instalação do componente, a partir do dia 3 de novembro. Para dúvidas ou mais informações, a Ford disponibiliza o telefone 0800 703-3673.

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Kia lança sedã K7 na Coréia do Sul

Modelo estreia nova nomenclatura e servirá de base para novo Azera

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Kia K7, sedã de luxo que servirá de base para a nova geração do Hyundai Azera

A Kia começa a vender no mercado sul-coreano o sedã de luxo K7, o primeiro modelo a adotar a nova nomenclatura alfanumérica da fabricante. Situado entre o Magentis e o Opirus, o carro chega com uma série de novidades, como as opções de ser equipado com assentos ventilados, teto panorâmico e sistema que alerta sobre mudança de faixa involuntária. São itens que também deverão ser adotados na nova geração do Hyundai Azera, que assim como o K7 também deverá ter versão com tração integral, que ainda está sendo desenvolvida.

No conjunto mecânico, há como escolher por uma gama completa de motores. Começa com um 2.4, de quatro cilindros, com injeção direta de gasolina e inscríveis 204 cavalos. E o mais potente é um V6 3.5 de 279 cavalos, que vem acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Entre os equipamentos de série o K7 tem leds no lugar de lâmpadas e câmeras e sensores que ajudam a estacionar. As vendas na Europa e Estados Unidos começam em meados do ano que vem. Ainda não há previsão de chegada do carro no Brasil.

KIA

Largo entreeixos e muita sofisticação são marcas do novo sedã sul-coreano

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O Super Carro.

Classe E 63 AMG
Mercedes-Benz Classe E AMG Estate: motor V8 6.8 de 525 cavalos
A Mercedes-Benz mostra a versão esportiva da perua da Classe E. O carro passa a fazer parte da linha da marca alemã e deverá poder ser encomendada no mercado brasileiro em breve. Mais potente do que nunca, a nova geração da perua com bom apetite por asfalto agora vem com motor V8 6.8 que rende 525 cavalos (11 cv a mais que a versão anterior) e brutais 64,3 kgfm de torque, números para acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos e atingir 250 km/h, segundo a fabricante.
A nova perua preparada pela AMG deverá ser referência nesse nicho de mercado, quando o assunto é versatilidade combinada com desempenho, para o qual também contribui o sistema de transmissão com câmbio seqüencial que pode ser programado para funcionar nos modos esportivo, manual e confortável, de acordo com o ânimo do piloto. Como se não bastasse ter fôlego de sobra, o carro também consegue fazer uma média de 7,8 km/l de gasolina, uma boa marca para um esportivo com motor grande.
Mercedes
Traseira com quatro largas saídas de escape deixa claro que não se trata de uma perua qualquer

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Jaguar XF Supercharged: afiando as garras

Como anda o sedã de luxo vendido no Brasil com motor de 420 cavalos
 
 
 
 
De Olho Designer
Jaguar XF Supercharged esbanja disposição com seu motor de 420 cavalos: 0 a 100 km/h em 5,4 segundos e 250 km/h de máxima
Quando a aeronáutica dos Estados Unidos enviou o protótipo do caça P-51 à Inglaterra, a primeira providência que os ingleses tomaram quando o avião chegou foi instalar um motor mais potente com compressor Merlin debaixo do nariz da aeronave. Então nasceu o aparelho militar mais famoso de todos os tempos. Lá na Inglaterra eles continuam usando essa tática de que o maior é melhor, daí o Jaguar XF Supercharged.O ronco do V8 4.2 é bastante agradável e fica melhor ainda com compressor. Essa versão sobrealimentada é capaz de gerar 420 cavalos e 66,3 kgfm de torque a meros 3.500 rpm e transforma o XF em um bicho bem diferente. A musculatura extra aparece de maneira elegante – mas isso não significa o fim das nuvens de borracha queimada. Pise no acelerador com força e o XF acelera como um puro-sangue. Em alta velocidade, o carro se torna um verdadeiro “hooligan”(ferozes torcedores britânicos). Pena que não existem estradas sem limite de velocidade nos Estados Unidos, porque esse XF Supercharged parece que nasceu para elas.
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Contos Eróticos - blogdecontos.sites.uol.com.brAlém das rodas com aro de 20 polegadas de diâmetro, o XF SC conta com suspensão controlada eletronicamente. O sistema é acionado no painel e recalibra a pressão nos amortecedores de acordo com o ânimo do piloto, tornando-os mais rígidos em velocidades mais altas, o que ajuda a manter o carro sob controle nas curvas, frenagens e acelerações. Mas acho que esse tipo de suspensão deixa o carro com comportamento um tanto artificial, embora ajude na dirigibilidade. Na minha opinião, novos pares de molas H&R ou Vogtland fariam o mesmo com menos prejuízos para quem espera por algo mais emocionante.
 
jaguarBotão controla o modo de funcionamento do câmbio
 
Talvez a nossa única crítica ao XF aspirado seja a falta de emoção que transmite. É um carro muito bem acertado, mas um pouco sem graça. Nessa versão com compressor esse problema é resolvido e ainda supera as expectativas. Se pudesse, eu economizaria o dinheiro que gastei nos bares da vida por um XF Supercharged. Sim, valeria a pena.
 
 
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GM conclui venda da Hummer

Fabricante chinesa deve pagar em torno de US$ 150 milhões
Hummer
CEO da Hummer havia considerado que a venda da marca poderia alcançar a quantia de US$ 500 milhões ou mais
A General Motors, ainda se recuperando da falência, fez um acordo para vender a marca Hummer, para a fabricante chinesa de máquinas pesadas e equipamentos para construção Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machinery, que não tem qualquer experiência na indústria automotiva. A informação foi revelada por Jim Taylor, diretor da Hummer, ao jornal americano The Wall Street Journal.
A Tengzhong ficará com 80% das ações da Hummer, enquanto o empreendedor Suolang Duoji, que possui a fabricante de químicos chinesa Lumena, irá controlar os outros 20%. Jim Taylor deverá ser mantido no cargo com a nova companhia.
As vendas da marca de enormes utilitário esportivos caíram 64% durante o mês de setembro nos Estados Unidos. Em 2008, o CEO Fritz Henderson havia considerado que a venda poderia alcançar a quantia de US$ 500 milhões ou mais, mas estima-se que a Sichuan Tengzhong pagará “meros” US$ 150 milhões pela marca

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Supercarros invadem nossas ruas

Afinal, por que o Brasil tem recebido tantos carros de luxo?
 
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O sedã de alto luxo, Bentley Mulsanne, chegará ao Brasil junto com os outros modelos da tradicional marca inglesa até o fim do ano
Audi RS6 e R8 V10, BMW X6M, Jaguar XFR, Porsche Panamera e Bentley Mulsanne: todos já chegaram ou estão com passaporte carimbado para desembarcar no País. Completando a chuva de carros de luxo, a Bentley chegará ao país por intermédio de um grupo que inclui a Caraigá (concessionárias Audi), o Grupo Verdi (Rodobens) e o investidor Toninho Abdalla. Há também a Spyker, importada pela Platinuss, e a Lamborghini, que inaugura a primeira loja na América do Sul. A pergunta que fica na cabeça é: por que tantos superesportivos agora no Brasil? Para o gerente de marketing da Jaguar e da Land Rover, Gabriel Patini, há três motivos para esse “boom” de carros de luxo.
“O primeiro é o bom momento, em geral, da economia brasileira”, afirma. Segundo ele, isso faz com que executivos tenham mais dinheiro no bolso e, é claro, pretendem gastar. O segundo é o fator câmbio, que contribui para a redução dos preços, se comparados com anos anteriores. O terceiro é que as montadoras internacionais começaram a enxergar o Brasil como um país com potencial para o mercado de luxo. “Hoje carros que vendem na Europa são lançados simultaneamente aqui”, explica Patini.
 
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Em dezembro será a vez da chegada o Audi R8 V10, que chega primeiro na versão cupê, depois na conversível.
O diretor de vendas e pós-vendas da Mercedes-Benz, Dimitris Psillakis, explica que outro fator importante é que o brasileiro é mais fácil de ser conquistado pela emoção do que outros povos. No Brasil, as pessoas têm mais vontade de se expressar pelo carro, buscando exclusividade, status e satisfação pessoal.
O diretor de marketing e vendas da BMW, Marcelo Silva, concorda que a imagem do Brasil lá fora está favorável para a entrada dos superesportivos. “O dólar mais baixo e a crise externa podem ser fatores com algum peso, mas certamente o aumento da projeção do Brasil no cenário internacional tem despertado maior interesse de empresas de fora”, acredita Silva. Viviane Polzim, gerente de marketing da Via Itália, importadora das montadoras Ferrari e Maserati no Brasil, vai ainda mais longe. “A economia dos outros países está muito abalada e as montadoras estão vendo o Brasil com um futuro promissor, com um mercado em crescimento e desenvolvimento”, diz.
DivulgaçãoBom para o Brasil, melhor ainda para quem pode comprar essas máquinas. Mas e para as montadoras já alojadas aqui, será que a chegada dessas poderosas não irá afetar as vendas? Para Leandro Radomile, diretor de marketing, vendas e pós-vendas da Audi, essas são marcas de superluxo, que venderão pouquíssimas unidades. Fato. O próprio diretor de Relações Internacionais da Lamborghini no Brasil, Jaroslav Sussland, afirma que a expectativa da empresa é vender vinte carros por ano a partir de 2010.
Mas, se vendem tão pouco e o imposto para a importação ainda é alto, compensa trazer superesportivos para cá? Para as grandes marcas, a resposta é sim. “O segmento de carros premium tem aumentado no Brasil em um ritmo muito bom. Isso mostra que quem compra gosta e se mantém fiel”, afirma o diretor de marketing da BMW. Viviane Polzim, da Ferrari e da Maserati, acredita que este é sim um bom negócio e explica que como o grupo de consumidores é formado por pessoas com potencial econômico que são apaixonadas por carros de alta performance e de luxo, há espaço para todas as marcas. E, para a alegria desses consumidores, a boa notícia é que, mesmo assim, para se destacar no mercado de luxo, as companhias agora tendem a melhorar o atendimento. Para Viviane, o segredo é “investir mais em funcionário qualificado, ter boas idéias novas, promover eventos diferenciados e melhorar o serviço”.
Mas, afinal, quem forma esse pequeno grupo de sortudos que desfilam com Ferraris e Maseratis por aí? “São profissionais consagrados, bem resolvidos, que chegaram a um nível profissional que lhes dá um conforto de comprar um veículo que é a realização de um sonho”, explica a gerente de marketing da importadora das marcas italianas. Para Hideki Oshiro, diretor da Platinuss, o superesportivo é um carro para lazer. “É como pessoas que têm iate e não saem sempre para andar com ele. O carro de um milhão é a mesma coisa, é um carro para lazer, para quem gosta mesmo da emoção de dirigir”, explica.
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Porsche Panamera chega no mês que vem, bem pouco tempo depois de estrear na Europa
Marcelo Silva, da BMW, discorda. “Cada vez mais é o carro do dia-a-dia, e não do final de semana”, garante. Gabriel Patini explica que o cliente de Jaguar e de Land Rover tem perfis de uso do produto bem diferente. “Do Jaguar é bem conservador, que não usa muito o carro, apenas para passeio. Tira o carro da garagem só no domingo mesmo. Já o de Land sai com ele para passear e para viajar também. Agora um Jaguar dificilmente se usa no dia-a-dia”.
Redator fabio teodoroO motivo para tomar tanto cuidado com os supercarros e para guardar essas jóias em casa parece óbvio em um país tão violento quanto o Brasil. Será? “A violência inibe um pouco a compra, por isso, no Brasil, evitam-se modelos que chamam muita atenção”, diz Patini. Sussland, da Lamborghini, pensa diferente. “Um carro esportivo de luxo aparece muito. Se alguém roubá-lo não vai conseguir ir longe. Carros que custam mais de um milhão inibem o ladrão”.
 
Preocupados com a violência ou não, os clientes de carros superesportivos muitas vezes são personagens de histórias curiosas. Segundo o diretor de vendas da Mercedes-Benz, Dimitris Psillakis, um deles tem o hábito de comprar dez modelos da AMG todo ano, que são renovados regularmente. Outro usa os bancos confortáveis do conversível SL para fumar charutos com a capota aberta. Mas o caso mais interessante é de um cliente que enviou dois engenheiros brasileiros para a Alemanha apenas para acompanhar a fabricação do carro que ele comprou. Quando o carro chegou ao Brasil, notou que havia um risco no escapamento. Qual foi a reação do cliente? Mandou trazer cinco peças, todas protegidas por um cobertor, para decidir qual delas estava em melhor estado. Bom, se você tivesse desembolsado a mesma quantia que ele por um superesportivo, não faria o mesmo?

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07/10

BMW M3 Supercharger: ataque aéreo

De Olho Designer

 
lançamento chegará com seis opções de motores, três a gasolina e três a diesel. Da primeira, os propulsores contarão com potências de 59 cv, 68 cv e 84 cv. Já as opções a diesel serão de 73 cv, 88 cv e 103 cv. A opção BlueMotion está programada para o ano que vem, com um motor 1.2 TDI. Pela primeira vez, a transmissão automática de dupla embreagem de sete velocidades será oferecida como opcional.
A lista de opcionais também contará com acabamento cromado, rodas de liga-leve de 15”, volante de três raios com revestimento de couro, display multi-funções e bancos esportivos com ajuste de altura, entre outros.
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MINI ganha conceito cupê para aniversário
Versão comemora os 50 anos do primeiro Cooper
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MINI Coupé Concept
A MINI está fazendo 50 anos hoje, e a BMW (grupo ao qual a marca pertence) preparou um presente especial para a data. Trata-se do Coupé Concept, uma versão conceitual altamente esportiva de um dos compactos mais famosos do mundo. Esta nova versão muda muitas características clássicas do modelo, sem deixá-lo perder seus detalhes característicos.
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O formato do teto, por exemplo, foi totalmente recriado, adotando curvas dinâmicas que redesenham as janelas. Por outro lado, o teto continua com aparência flutuante, já que as colunas foram mantidas com cores escuras. A dianteira ganhou uma entrada de ar agressiva, o que acrescentou uma aparência musculosa ao carro, sem abandonar o tradicional formato das lanternas.
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A traseira foi alongada, e não apenas no exterior. A segunda fileira de bancos foi deixada de lado, dando mais espaço aos ocupantes do modelo e tornando a posição de dirigir mais esportiva. Não é difícil imaginar que, se a MINI decidir criar uma versão de produção do cupê, uma opção conversível não estará muito longe de também chegar às lojas.
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A motorização não foi divulgada pela marca, mas deverá contar com um propulsor que mantenha o nível do novo visual do carro, sem deixar de valorizar o baixo consumo. O MINI de aniversário estará no Salão de Frankfurt, que abre suas portas no dia 17 de setembro.
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24/08
Lamborghini deve mostrar novo conversívelReventon Roadster poderá ser lançado em Frankfurt, no mês que vem
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Lamborghini Reventon deverá ter a versão conversível revelada no próximo Salão de Frankfurt (Alemanha), no mês que vem
Uma das estrelas do próximo Salão de Frankfurt (Alemanha) deverá ser o supercarro Lamborghini Reventon Roadster, que chegou a ser mostrado para um pequeno grupo de clientes especiais da marca italiana. Se vier a ser fabricado em série, o carro deverá ter boa parte dos itens usados no protótipo. Isso inclui o motor V12 de 670 cavalos, o mesmo usado no Murcièlago LP670SV, além do sistema de transmissão com tração integral e câmbio seqüencial.
 
 
 
Com esse conjunto mecânico, o novo Lamborghini será capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e de atingir nada menos do que 340 km/h, o que o tornará um dos conversíveis mais velozes do mundo. Mas tudo isso terá um preço para muito poucos. Estima-se que o carro vai custar mais de US$ 1,6 milhão.

SEMA: F-150 SVT Raptor rouba a cenaVersão especial da linha 2010 da picape ignora a crise e vem com motor V8 de 320 cvwww.deolhodesigner.com.brAmantes de picapes e utilitários, os norte-americanos não vão se decepcionar no SEMA Show, em Las Vegas. Um dos modelos sob os holofotes da maior feira de tuning do mundo é a Ford F-150 SVT Raptor. O carro, uma versão especial da linha 2010 da picape, agrega em seu visual um dos novos estilos da marca, o Bold Design, caracterizado pela grade frontal única. Alheia à alta da gasolina nos Estados Unidos, este “monstro” chega às ruas do país no segundo semestre de 2009.www.deolhodesigner.com.brCompletamente modificada para um uso mais radical, essa F-150 já se diferencia pela suspensão. Resistentes e feitos com materiais usados em competições off-road, os braços da suspensão dianteira são 3,4 cm mais altos que os usados na versão comportada. O conjunto traseiro subiu menos, 2,8 cm. Além disso, o modelo SVT Raptor conta ainda com amortecedores Fox Racing, reforçados para eventuais pousos.www.deolhodesigner.com.brAs rodas e pneus também diferem da F-150 convencional. Rodas aro 17’’ com pintura preta fosca vêm calçadas com pneus 315/70 BF-Goodrich All-Terrain TA/KO. A picape pode ainda ser customizada com diferentes tipos de grafismo, no entanto, as opções de pintura ficam restritas apenas às cores laranja (foto) e preto.FORDSe o carro inteiro é modificado, com o interior não poderia ser diferente. Um vermelho vibrante cobre o centro do painel, contrastando com preto e prata nas laterais. O volante revestido de couro possui ainda marcação do grau de esterço, além de comandos de rádio, telefone celular e ar-condicionado. Os bancos misturam couro e tecido emborrachado, seguindo o padrão visual do painel.De Olho DesignerSem dar muita bola para o aumento do preço dos combustíveis e preocupações ambientais, a F-150 SVT Raptor possui um motor 5.8 V8 de 320 cv e 54 kgfm de torque. A Ford estuda a introdução de uma opção com motor 6.2 V8, ainda mais potente.
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SEMA: Novo Fit ganha kit tuning
Monovolume ganha visual mais ousado com acessórios Mugenwww.deolhodesigner.com.brRecém-chegado aos mercados brasileiro e norte-americano, o novo Fit está no SEMA Show. Customizado, o modelo ganhou acessórios exclusivos desenvolvidos pela Mugen, preparadora dos modelos esportivos e de competição da Honda.Um dos carros preferidos das mulheres e conhecido por seu baixo consumo de combustível, o Fit tenta diversificar seu público com acessórios de estilo. O alvo são homens e jovens, que poderão ter acesso aos itens somente em janeiro de 2009, quando os kits estréiam nas concessionárias da marca nos EUA.

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Rodas de alumínio aro 16’’, escape cromado com desenho diferenciado, spoilers frontal, traseiro e laterais compõem o visual externo do Fit. Por dentro, o carro recebe bancos concha, indicador luminoso para mudanças de marchas (shift-light), tapetes personalizados e pomo do câmbio com desenho e pegada mais esportiva.

Novo Fit

A parte mecânica segue sem modificações: motores i-VTEC 1.3 e 1.5 com opção de transmissão manual ou automática de cinco marchas.

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BMW M3 ganha ainda mais fôlego

Kit com compressor faz a potência do V8 saltar para 610 cv

BMW M3

BMW ganha cara de poucos amigos com a preparação da VFE

As pessoas pensam que sou louco, conta Saran. “Eu continuei batendo no para-choque do M3, tentando abrir espaço para mais entradas de ar e diminuir a temperatura do motor. O pessoal achava que eu iria dar um tiro nele”. É um tanto estranho. Mas foi o que vimos Saran fazendo no BMW equipado com compressor volumétrico (supercharger). Esse componente aumenta a velocidade do ar dentro das câmaras de combustão, tornando o motor mais potente. Com mais mistura ar combustível sendo empurrada rapidamente para dentro dos oito cilindros, consegue-se mais potência. O grande desafio é saber injetar o veneno na dose certa.

Para não errar no cálculo, o pessoal da VFE faz um novo mapeamento do motor por computador. Então fazem protótipos das peças com uso de CAD e litografia antes de fabricar os componentes definitivos. O processo economiza tempo e evita desperdícios de material e mão de obra. O compressor vai montado diretamente no sistema de alimentação. É feito de alumínio e a partir de um processo artesanal. E suas correias que acionam os rotores são maiores e mais resistentes que as originais do M3. Porém, os apoios das correias são reforçados e os tensionadores hidráulicos são trocados por outros da própria BMW, com menos pressão. Isso permite que a correia funcione sem problemas a 8.400 rpm.

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Tampa do porta-malas ganha defletor de ar integrado. E o para-choque recebeu extratores de ar

Refrigerar o ar comprimido também é importante. Por isso, entra em ação o intercooler, no caso um modelo ar-água, mais eficiente em cumprir seu papel. Trata-se de um componente parecido com o que faz parte do kit E46 da BMW. Pensando em evitar falhas, a água é bombeada para o sistema por bombas elétricas de alta pressão e o radiador tem várias galerias por onde passa o líquido de arrefecimento, que fica num reservatório de quase seis litros, instalado atrás do pára-choque dianteiro.

O trabalho de calibração da central eletrônica do motor é feito pela GIAC, onde a programação de fábrica é totalmente refeita. Os engenheiros fazem com que o motor funcione com maior capacidade de alimentação, objetivo que também é conseguido com novos bicos injetores. O resultado final de tudo isso é uma potência de 610 cavalos, ante 420 cv originais com o uso de gasolina de 91 octanas. E Saran continuou falando sobre o motor até meus olhos pestanejarem. Acho que seria melhor que o V8 estivesse exposto fora do carro. Mas, ao contrário, estava bem guardado no cofre do BMW.

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Rodas pintadasm pneus Toyo 888 de competição e largas saídas de escape cromadas fazem parte do kit de preparação

Além da parte mecânica, o carro vem com kit de fibra de carbono, que torna o visual do M3 ainda mais agressivo. Entre as peças ligadas à aparência também há um defletor de ar, que fica perfeitamente integrado à tampa do porta-malas, pintado na cor do carro. E difusores de ar, tanto na frente quanto atrás do M3. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade desses itens, que passam por um controle de qualidade bem rigoroso.

A pintura é quase uma obra de arte. Usa a cor original, mas aplica dois tons para dar um aspecto diferenciado, com ajuda das partes de fibra de carbono, material usado em toda a capota. O resto da carroceria tem o brilho aumentado com a aplicação de uma fina camada de verniz, que dispensa o uso de ceras de proteção. O toque final fica por conta de detalhes cromados e outros escurecidos, como as rodas pintadas de grafite.

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Motor V8 com compressor volumétrico tem 610 cavalos, ante os 420 cv do M3 original

Na parte estrutural, o BMW recebe molas ajustáveis, que podem ser reguladas conforme o estilo de dirigir de cada motorista. Com elas é possível ajustar não apenas a força de compressão, mas também a altura livre do solo. De qualquer forma, essas molas se mostraram civilizadas o suficiente para serem usadas no dia-a-dia. E os pneus Toyo R888 podem parecer um tanto exagerados, mas para tanta potência é preciso se precaver, tendo bastante aderência, tanto nas arrancadas quanto nas curvas. Infelizmente, o carro não ficou totalmente pronto para nosso teste. Apesar de um impressionante gráfico extraído de um teste em dinamômetro, não sei dizer como o carro se comporta na pista. Mas, quando puser as mãos no volante, sei que não vou ficar decepcionado.

bmw m3

Desempenho também fo apromorado pela suspensão com molas que ajustam a altura livre do solo

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15/08
Po
rsche 911 GT3: o antídoto

Esqueça os turbos e a tração integral. Conheça um legítimo esportivo

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Nova grade e entradas de ar extras fazem parte das novidades do GT3 2010

Esse é o som que você ouve primeiro: vá até 2.000 rpm e aumente devagar a rotação e note que entre os estouros atrás das suas costas existe uma espécie de eco – grave como as tubas de Wagner em “Der Ring des Nibelungen”. É essa melodia wagneriana que vai ficar na sua cabeça por alguns segundos, até que o motor suba de rotação subitamente e eleve o tom da sinfonia para notas mais graves do inconfundível seis cilindros do 911. Estamos falando do novo GT3, a pura evolução da espécie.

Em outros tempos, o GT3 existia apenas com dois lugares, geralmente com motor aspirado e bem focado nas competições – algo que a Porsche sempre seguiu à risca. Por isso é que o motor dessa versão não recebeu sistema de injeção direta e a cilindrada passou de 3,6 litros para 3,8 com o aumento do diâmetro dos cilindros (102.7 mm ante 100 mm), o que aumentou o peso em 3,2 kg em relação ao GT3 anterior. Mas as normas de emissões de poluentes cada vez mais rígidas obrigaram a instalar um variador de fase nos comandos de válvulas mais sofisticado e coletores de escape redesenhados. Isso acabou aumentando mais 2 kg.

Mas o resto do motor ficou intacto, exceto o virabrequim. E as sete bombas de óleo da lubrificação por cárter seco passaram por um regime bravo, assim como o compressor do ar-condicionado e o volante do motor. Pistões forjados, bielas de titânio, comando de válvulas com novo perfil e válvulas mais leves ajudaram a compensar esse ganho de peso e fizeram o motor aceitar giros mais altos (8.250 rpm para ser mais exato, 100 rpm a mais que o GT3 2009).

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Esse imenso aerofólio traseiro é parecido com o usado nas corridas e pode gerar 90 kg de pressão aerodinâmica
Então, eis o resumo do complicado sistema de exaustão: coletores ligados a catalisadores quadrados se comunicam com uma central eletrônica que controla válvulas do tipo borboleta. No final, isso significa menor relação de contrapressão, o que tornou o ronco do motor mais grave e aumentou o torque máximo em 2 kgfm, força extra que pode ser usada apertando o botão “sport” no painel. O que tudo isso é sentido na prática? O que toda a fabricante sonha em ter: apesar do aumento da cilindrada em 200 cc, a potência específica foi mantida em 115 cv/litro – 435 cavalos a 7.600 rpm e 43,9 kgfm a 6.250 rpm.
Além do motor, qualquer outro componente do GT3 foi fabricado em nome da velocidade e da eficiência. As rodas desenvolvidas em pistas de corrida, de aro 19”, emagreceram 2,5 kg. Os discos de freio de 15 polegadas ficaram maiores e perderam 1,18 kg. Se escolher pelos modelos de fibra de cerâmica, então terá 4,5 kg a menos de peso. Para funcionarem em conjunto com essas novas rodas foram desenvolvidos pneus Michelin Pilot Sport Cup, ecologicamente corretos, mas que ganharam ainda mais aderência em piso molhado.
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Bancos do tipo concha com cintos de quatro pontos e volante de couro Alcântara fazem parte dos itens do GT3
Acima do para-choque, entre os faróis, fica uma nova grade. Dois ventiladores extras extraem calor do motor, enquanto duas novas entradas de ar forçam a entrada de vento fresco para onde fica instalado o 3.8 de seis cilindros. Além disso, a área de atrito do ar sob a carroceria diminuiu. E o novo aerofólio traseiro, com a inscrição “3.8” nas laterais é capaz de gerar uma pressão aerodinâmica equivalente a 90 kg com o carro em alta velocidade.
Quer saber o quanto o GT3 é rápido?A Porsche diz que o carro pode alcançar 310 km/h. No lançamento para a imprensa, no sudoeste da Alemanha, nós alcançamos facilmente 265 km/h numa estrada cheia de sedãs Audi A8, entre Stuttgart e Munique. Também comprovamos que o GT3 2010 acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos e atinge 160 km/h, saindo da imobilidade, em 9 segundos. Mais do que isso, percorre os primeiros 400 metros em meros 12,2 segundos, com o velocímetro marcando 187,8 km/h.
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Novo aerofólio ganhou a inscrição “3.8″ nas laterais
Com esses números e um preço de US$ 113.500 nos Estados Unidos, não resta dúvida de que não há como pensar em comparar o novo GT3 com outros supercarros, como o Nissan GT-R e o Corvette ZR-1. Sim esses dois são mais em conta e mais rápidos, mas não seria justo fazer essa comparação. Ao contrário do GT-R, o GT3 não fará nada por você. Não há câmbio seqüencial, apenas manual e de engates bem justos, que exigem força e precisão do piloto porque os anéis sincronizadores de aço foram feitos para competição. O mesmo não acontece no GT-R.
Pise forte no acelerador e será presenteado com uma aceleração capaz de arremessar sua cabeça no para-brisa – assim como no Nissan. Mas manter toda essa fúria exige que você continue provocando o acelerador para valer. Nessa altura do campeonato fica claro quem dá as ordens, assim como num ZR-1, mas no GT3 isso fica mais evidente. Assuma o volante revestido de couro Alcântara e que funciona com o sublime sistema de direção, leve, preciso e comunicativo como poucos. Como não poderia deixar de ser, no GT3, tirar a interferência dos controles de tração e de estabilidade é fácil. Pressione os botões SC e TC no painel e o horizonte será seu. Claro que no GT-R e no ZR1 isso também é possível, mas pede que você pense duas vezes antes de fazer isso.
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Motor 3.8 gera 435 cavalos de potência e recebeu novo sistema de escapamento
Os 435 cavalos do GT3 são mais fáceis de serem domados que os 638 cv do ZR-1. E o torque máximo do Porsche despejado nas rodas traseiras aparece com mais fluidez que o do Nissan com tração integral. Além disso, os fãs do Chevy e do Nissan vão se sentir estranhos nos bancos do tipo concha com cintos de quatro pontos do GT3. E vão odiar a suspensão ativa opcional, que vai tornando os amortecedores mais rígidos conforme o motor vai ganhando fôlego. Mas a Porsche não está preocupada com isso. O GT3 anterior teve 5.200 unidades vendidas no mundo em menos de um ano e meio. Mesmo em tempos de crise, a fabricante alemã espera repetir o mesmo sucesso com essa versão 2010.
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11/08Volt 2011 terá consumo de 97 km/lHíbrido da GM alcança marca inédita em medição nos EUAVolt 2011CEO da GM, Fritz Henderson apresenta consumo do novo VoltFoi com muita pompa que o CEO da General Motors, Fritz Henderson, anunciou qual será o consumo de combustível do Chevrolet Volt 2011: 97,78 km/l (ou 230 mpg). O número foi atingido não apenas pelo desempenho do sedã no uso combinado de tecnologia elétrica e de combustão, mas também pelo novo método de medição adotado pela EPA, a agência de proteção ambiental dos EUA. Foi a taxa mais baixa já registrada pela entidade.O consumo pode ser atingido com o uso do motor elétrico em funcionamento com o propulsor a gasolina, utilizando o modo de recarga em movimento. Funcionando apenas com o sistema elétrico, o Volt é capaz de andar 160 km com 25 kw x hora.O novo Volt deve começar a ser vendido no mercado norte-americano até o fim deste ano. As primeiras unidades chegarão aos compradores no início de 2011.Henderson também aproveitou o evento de anúncio do híbrido para informar que a Nova GM lançará 25 novos modelos entre suas 4 marcas (Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC), e que o design deles será determinado através de consultas com o público, feitas no blog da empresa.
 


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Ford Ka 2010 ganha novos itens de série

Linha de opcionais também traz novidades, como saídas de ar na cor cinza

Ford Ka

Ford Ka 2010

A versão 2010 do Ford Ka chega esta semana às lojas. O hatch ganhou novos itens opcionais e de série, tanto na versão 1.0 quanto 1.6. Agora o Ka sai de fábrica com conta-giros, desligamento automático das luzes e faróis, espelhos retrovisores com ajuste manual interno, luz de cortesia dianteira com temporizador, espelho de cortesia no para-sol do motorista, revestimento do porta-malas em carpete e adesivo preto na coluna B. O modelo continua contando com travas elétricas, controle remoto para abertura e travamento das portas, alarme sonoro, travamento automático das portas a 15 km/h e para-choques na cor da carroceria de série. Na versão 1.0, o hatch é oferecido a partir de R$ 25.150, e a partir de R$ 30.450 na versão 1.6.

Na lista de opcionais, o Ka adiciona ao pacote Pulse novos itens: quatro alto-falantes, saídas de ar e painel central na cor Satin Grey, detalhe da manopla de câmbio em prata e rodas de aço 14”. A Ford ainda destaca que, na linha 2010, a diferença de preço entre as motorizações 1.0 e 1.6 caiu para R$ 3.000.

Confira a tabela de preços de equipamentos do modelo:

Kit Somma: com ar condicionado – R$ 2.600;
Kit Neo: com versão Fly (aquecedor, luz elevada de freio, lavador, limpador e desembaçador traseiro, preparação para som nas portas) e vidros elétricos – R$ 1.200.
Kit Prestige: com versão Fly, mais vidros elétricos e direção hidráulica – R$ 2.800.
Kit Class: na versão Fly mais vidros elétricos, direção hidráulica e ar condicionado – R$ 4.900.
Kit Performer: rodas de liga leve 14″ – R$ 800;
Kit Segurança: airbag duplo – R$ 1.200;
Kit Tecno: som My Connection mais calotas e painel de instrumentos exclusivos – R$ 1.200.

Ford Ka

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0,,21580058,00Wallpaper Mercedes E350 e Audi A6

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Recall: BMW Série 1 e sedãs da Série 3

Cabos elétricos dos airbags podem estar mal conectados
BMW
A BMW do Brasil convoca os donos dos veículos modelos Série 1 e Série 3 a comparecerem em uma concessionária da marca para a verificação do chicote de ligação da linha do airbag lateral nos bancos dianteiros.
De acordo com a fabricante, os conectores dos cabos elétricos podem ter passado por uma montagem inadequada, o que pode ocasionar a inoperância das bolsas laterais ou dos tensores dos cintos de segurança dianteiros em situações de acidente.
Mais informações podem ser encontradas pelo telefone 0800-7073578, de 2ª a 6ª feira, das 9h às 16h ou no site da BMW.
Os números de chassis envolvidos no recall são:
120i
WBAUD31079PT33044 a WBAUD31079PT33046
WBAUD31069PT33052 a WBAUD31069PT33054
WBAUD31029PT33095
WBAUD31029PT33096
WBAUL51049VG71206
WBAUL51049VG71207
WBAUL51049VG71224
130i
WBAUD51099EH90853
WBAUD51009EH90854
WBAUD51089EH90861
WBAUB11039VB84298
325i
WBAWB31049P113052
335i
WBAWL71069P168980


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Porsche 911 Turbo ganha novo motor

Com 3.8 de 507 cv, esportivo vai de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos
Porche
Porsche 911 Turbo 2010
Com estreia marcada para o Salão de Frankfurt, em setembro, o Porsche 911 Turbo 2010 teve suas primeiras fotos e informações divulgadas hoje. O esportivo recebeu uma bela reestilização, mas só sob o capô. O motor 3.6 foi substituido pelo 3.8 de seis cilindros em linha que equipa o Carrera S. Ele é capaz de entregar 507 cv de potência, graças ao auxílio dos dois turbos de geometria variável. O resultado? Uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, com velocidade máxima de 312 km/h.
E o ganho de desempenho não atrapalhou no consumo, que, segundo a marca, foi reduzido de 9,39 km/l para 10,24 km/l. Este número é possível com o auxílio da transmissão manual de seis machas, mas também há a opção automática de dupla embreagem PDK com sete velocidades. Nela, o antigo sistema de troca de marchas por botões no volante – no qual as teclas dos dois lados podiam subir ou descer as marchas – foi substituído por uma tecnologia mais tradicional: uma borboleta de cada lado. A da esquerda reduz as marchas, e a da direita aumenta.
Porche
Também foi redesenhado o sistema de tração integral, assim como o sistema de gerenciamento de estabilidade, ambos com o objetivo de melhorar a dirigibilidade. Uma nova teclonogia, chamada de PTV (Vetorização de Torque Porsche), também será oferecida.
O novo Porsche 911 Turbo chega às lojas alemãs no dia 21 de novembro, custando 145 mil (cerca de R$ 376 mil) euros na versão cupê e 157 mil euros (R$ 407 mil) na versão cabriolet.
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Porsche 911 Turbo 2010 cabriolet e cupê

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06/08 22h39
Ford lança site oficial do Mustang 2010, analisamos o site e você é capaz de customizar todo o carro, mudando as rodas, pintura e muito mais…
Confira este site inédito..
Outros sites estão divulgando esta notícias mais não estão autorizados a divulgarem o site, porém nos do Portal Luxo divulgaremos, desta forma nossos visitantes poderão conferir..Site Oficial: ford vehicles——–
VW lança Golf Silver Edition
Edição limitada a 50 unidades custa a partir de R$ 63.400

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Novo Cerato chega a partir de R$ 49,9 mil

Sedã médio da Kia começa a ser vendido no próximo dia 22

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A partir do dia 22 chegam às concessionárias da Kia Motors as primeiras unidades da nova geração do sedã Cerato. A importadora disponibilizará o carro em três versões: duas com câmbio manual e uma automática.A primeira conta com motor 1.6, de 126 cavalos, câmbio manual, direção hidráulica, travamento central, vidros e retrovisores elétricos, airbag duplo, computador de bordo, rodas de liga leve aro 15’, conexão para iPod, entrada auxiliar e USB, controle remoto de rádio no volante, keyless com alarme e ar-condicionado manual ao preço de R$49,9 mil.

A versão intermediária, com câmbio manual, ainda vem com rodas de liga aro 16”, faróis de neblina, freio traseiro a disco e ABS, ar condicionado automático, volante e alavanca de câmbio revestidos de couro, por R$ 52,9 mil. E o modelo equipado com transmissão automática sairá por R$57,9 mil.

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Astra 2010: herói da resistência

Andamos na versão de 140 cavalos do hatch veterano da GM

astra 2010

A aparência do Astra 2010 tem poucas novidades, como as rodas de aro 16 da versão SS e os adesivos oferecidos como acessório

Os carros nascem e vão mudando ao longo do tempo. Quando estão prestes a darem lugar à próxima geração, já receberam a maior quantidade possível de equipamentos. É por isso que arrematar as chamadas “últimas séries” pode ser uma boa pedida. Tem sido sempre assim e com o Astra não deverá ser diferente: o carro chega à linha 2010 recheado de itens de série, boa relação custo-benefício, mas com a mesma aparência há sete anos e sem perspectivas de mudar até sair de linha, o que deverá acontecer por volta de 2011. Porém, entre prós e contras, há um fato curioso: a única versão que sobrou do modelo é mais potente que a esportiva GSi, lançada em setembro de 2002 e que foi fabricada até junho de 2006. São 140 cavalos com álcool ante 136 cv do extinto “esportivado”, que apesar motor 2.0 de 16 válvulas, era movido apenas a gasolina.

Além do preço atrativo (a partir de R$ 44.389), a GM também resolveu explorar esse lado esportivo do carro como parte da estratégia para manter a liderança no segmento. Instalou rodas de liga-leve de aro 16 (as mesmas da descontinuada versão SS), instrumentação com fundo branco e aros metálicos e ainda ofereceu como opcionais um aerofólio traseiro e os polêmicos adesivos na carroceria que imitam uma bandeira quadriculada (com os que aparecem nas fotos e iguais ao modelo que avaliamos). Pode parecer estranho, mas quando aplicados sobre a cor branca chamam a atenção, principalmente dos taxistas aqui em São Paulo. Teve até um que me perguntou no trânsito: onde é que você arranjou esses adesivos aí?

Astra 2010

Lanternas fumês e aerofólio também são pagos à parte na linha 2010 do hatch médio

Como a GM incluiu o máximo de equipamentos possível para compensar o peso dos anos, o hatch agora sai de fábrica com ar-condicionado digital, bancos aveludados e conjunto elétrico. Restaram poucos opcionais: apenas duplo air bag, controlador da velocidade de cruzeiro (“piloto automático”), câmbio automático e a lâmpada que acende para indicar o melhor momento de trocar de marcha. E temos outro fato curioso: o GSi chegou a ser vendido sem ar digital, mas podia ser equipado com os principais controles do som no volante e teto-solar, itens que eram importantes para uma versão topo de linha nos idos dessa década, mas que agora encareceriam o preço do Astra atual, que deixaria de ser competitivo.

BancosÉ claro que acelerar esse hatch dá uma sensação de “dejà vu”. Mas ainda não tinha experimentado essa versão com as modificações recentes no velho conhecido motor 2.0. Com comando roletado, coletor de plástico e taxa de compressão de 11,5:1, as respostas ficaram ágeis como nunca, embora longe das encontradas em esportivos de verdade. O mais notável é a boa dose de força desde as primeiras marcações do contagiros. São 19,6 kgfm a 2.600 rpm, o que facilita as ultrapassagens e retomadas. Dá para engatar a terceira, em torno de 40 km/h e esticar até um pouco mais de 100 km/h sem trocar de marcha e ainda com fôlego, manobra que não seria feita com a mesma agilidade no GSi, com seus 19,2 kfgm que aparecem apenas a 4.000 rpm.

Numa viagem com trechos de serra e curvas apetitosas, o carro transmite segurança, com ajuda dos pneus 205/55R 16 e tendência de sair de frente no limite de aderência. Mas bem que os freios traseiros poderiam ser a disco. O volante de três raios perdeu o revestimento de couro, prejudicando um pouco a empunhadura. E o câmbio continua com os mesmos engates de curso longo e com precisão mediana, apenas. Segundo a GM, o Astra 2010 acelera de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e atinge 200 km/h (ante 203 km/h e 9,1 s do GSi). Considerado um dos pontos fracos do carro, o consumo com gasolina melhorou em relação ao finado Astra esportivo: ainda conforme a GM, o hatch manual faz 16,4 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade (contra 12,3 km/l e 8,9 km/l, respectivamente). Quando abastecido com álcool, o Astra registra 11 km/l na estrada e 7,5 km/l na cidade. Será o suficiente para manter a liderança?

Ar digital

Ar-condicionado digital vem de fábrica, assim como a instrumentação com fundo branco e ponteiros pretos

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04/08

Lamborghini lança Gallardo para homenagear piloto de testes

Gallardo LP 550-2 Valentino Balboni terá 250 unidades

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Lamborghini Gallardo LP 550-2 homenageia piloto de testes Valentino Balboni (Foto: Divulgação/Lamborghini)

A Lamborghini criou um presente especial para comemorar os 40 anos de Valentino Balboni como piloto de testes da marca. E o que poderia ser mais especial do que uma série limitada do Gallardo LP 550-2 com o nome dele? O presente traz uma faixa branca referente à modelos de corrida, pintada sobre o capô do modelo, assim como alguns itens especiais de acabamento no interior. O motor é um 5.2 V10 de 557 cv, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de quatro segundos, seguindo firme até os 320 km/h.

A série, testada e aprovada por Balboni, será limitada a 250 unidades e começa a ser vendida em agosto. O preço ainda não foi divulgado. Confira abaixo o vídeo de apresentação do carro, feita pelo próprio piloto.

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Mazda MX-5 ganha edição especial de aniversário

Modelo comemora 20 anos com série limitada 0,,21524732,00Mazda MX-5 Special Edition celebra 20 anos do esportivo (Foto: Divulgação/Mazda)Uma edição especial do Mazda MX-5 (ou Roadster) foi lançada nesta semana para comemorar os 20 anos do início de sua produção. As unidades limitadas do esportivo contam com teto tetrátil de tecido e câmbio a manual de seis velocidades, com opção pelo câmbio automático de seis velocidades e pelo teto retrátil rígido. Ela ainda traz emblemas especiais da série, rodas de alumínio de 17”, pneus 205/45 R17, bancos esportivos Recaro com sistema de aquecimento de cinco temperaturas, entre outros itens.Desde seu lançamento, em 1989, o MX-5 já passou por três gerações e algumas reestilizações. O Guiness Book já reconheceu o esportivo como o esportivo de dois lugares conversível mais produzido no mundo, com 860 mil unidades fabricadas. A edição especial é oferecida a partir de 21.200 euros (cerca de R$ 60 mil).

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Lobo solitário: Mustang GT500

A Ford preparou uma bela festa, mas ninguém apareceu…

Mustang GT500

Que tal um cupê com 540 cavalos que percorre os primeiros 400 metros em 12,3 segundos?

É o que de pior poderia acontecer com qualquer anfitrião: você se esforça ao máximo para decorar a casa com o que há de melhor e instala o mais potente sistema de som que existe e… ninguém aparece. Não há como culpar a Ford por ter se precavido. Esperava que a GM fosse lançar o Camaro Z/28, mas a concorrente foi pega pela crise mundial e a marca do oval azul se viu sozinha no seleto grupo de cupês com mais de 500 cavalos. Mas será que o rei da montanha da Ford merece mesmo sua coroa?

Não é fácil domar carros que têm 58% do peso (duas toneladas) suspenso no nariz do eixo dianteiro e o resto na traseira, mas as estradas da Califórnia, com suas vias que mais parecem carpetes asfálticos, nos encorajaram a conseguir esse feito. Apesar de ter herdado boa parte dos componentes do GT 500 KR, o novo Shelby GT 500 Cobra teve a suspensão e a direção bastante melhoradas. A transformação impressiona graças à ajuda dos novos jogos de molas, amortecedores e das rodas de aro 19” no lugar das de 18”.

“Os pneus são o segredo desse equilíbrio”, diz um dos engenheiros do SVT (Special Vehicle Team) da Ford, Eric Zinkosky, “eles são fundamentais para todo o ajuste do chassi”. Foram escolhidos dois pares de Goodyear Eagle F1 Supercars capazes ajudar bastante em testes de pista. Além disso, a deformação dos pneus precisa estar em sintonia com outras variáveis, como a frequência de funcionamento das molas e amortecedores.

Mustang GT500

A traseira é leve para o vigor desse esportivo, mas o acerto da suspensão garante boa estabilidade

Ainda em relação ao KR, as molas do novo GT500 são mais leves e 13% mais rígidas. No eixo traseiro ocorre o mesmo, mas com ganho de rigidez de 7%. Os amortecedores Tokico são parecidos, embora sejam mais rápidos nas respostas e a barra estabilizadora é mais leve para evitar saídas de traseira. A relação de direção é a mesma do Mustang GT, porém com rigidez aumentada em 18% para dar mais sensibilidade ao piloto. E o eixo de torção dianteiro foi completamente redesenhado para melhorar a dirigibilidade do carro nas curvas.

O show de preparação do conjunto mecânico inclui sensores de detonação do lendário Ford GT e, pela primeira vez, o uso do compressor Eaton para motores de 5,4 litros de cilindrada. Tudo isso tornou a curva de torque bem plana e melhorou as respostas ao pisar no acelerador. A potência de 540 cavalos é a mesma do KR, assim como o torque máximo de brutais 70,6 kgfm. Mas a relação de diferencial mais curta (3,55:1 ante 3,31:1) aumentou o poder de aceleração, e as duas últimas marchas alongadas em 17% deixaram o carro mais veloz e econômico. As mudanças no GT 500 Cobra incluem ainda uma embreagem maior e de duplo disco, o que eliminou vibração e diminuiu o esforço no pedal, além de ter contribuído com a durabilidade do sistema. E para fechar com chave de ouro, a manobra da alavanca de câmbio tem as faixas esportivas da carroceria.

Ok, com a festa armada, vamos aproveitá-la nas estradas da Costa do Pacífico. Difícil foi respeitar os limites de velocidade com tanta disposição ao comando do pé esquerdo. Toda força do motor flui constantemente, e o controle de tração de quatro estágios permite provocar a traseira e fazer as rodas girarem em falso o suficiente para apontar a frente nas curvas no ângulo certo. Mas se quiser pilotar com a sutileza de Jackie Stewart, os controles eletrônicos não vão intervir até que em curvas fechadas a traseira leve comece a desgarrar. Gire o volante e acelere com vontade, e a frente começa a se curvar sem cerimônia. Dá para notar que controlar todo esse ímpeto esportivo é mais fácil do que no GT 500 anterior, mas não mais que no KR.

Mustang GT500

Manopla da alavanca de câmbio tem as faixas da carroceria. E as rodas de aro 19 montadas em pneus de tala larga ajudam a controlar o carro

Claro que a traseira tende a sair, mas a Ford recomenda o uso do controle de tração para acabar com isso. Porém, tente usar o comando de largada e verá o GT 500 acelerar de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e percorrer 400 metros, partindo da imobilidade em 12,3 segundos, com o velocímetro marcando 190 km/h. Se bem que para isso vai ser preciso fazer muita fumaça a 6.250 rpm. Nós testamos o carro duas vezes, mas o tempo conspirou contra nós em ambas. Em Dearborn, o frio e o asfalto congelado prejudicaram a tração, e os ventos da Califórnia também atrapalharam. Nosso melhor tempo foi de 4,7 segundos. Foi no clima mais quente californiano que o carro chegou a 0,96 g de aceleração lateral. Em Michigan, não passamos de 0,81g.

De qualquer forma, não resta dúvida de que o Shelby supera qualquer adversário da GM ou da Dodge na aceleração de 0 a 200 km/h ou na arrancada dos primeiros 400 metros. Também é mais rápido e estável nas curvas, sem deixar de se comportar bem em uma viagem tranquila, cheia de retas. Sem a presença do Camaro Z/28 ou de uma ajuda da Fiat em instalar um motor Ferrari no Dodge Challenger, parece que o Shelby GT 500 Cobra merece mesmo sua coroa de rei da montanha.

Mustang GT500

Interior vem com itens exclusivos que reforçam a esportividade do carro

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17/07

Fiat lança câmbio Dualogic para Palio, Siena e Idea

Hatch com transmissão automatizada sai a partir de R$ 37.230

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Fiat Palio ELX 1.8 Dualogic

A Fiat agora oferece câmbio automatizado para os modelos da linha Palio, Siena e Idea, conforme foi antecipado por Autoesporte. O opcional Dualogic - que chegou ao mercado em 2008 com o Stilo e também é oferecido no sedã Linea - permite troca de marchas automáticas ou manualmente, de maneira sequencial. Os modelos que ganharam a opção são: Palio ELX 1.8 Flex (por R$ 37.230), Siena HLX 1.8 Flex (R$ 45.420), Palio Adventure Locker 1.8 Flex (R$ 55.470) e Idea Adventure Locker 1.8 Flex (R$ 53.860).

Segundo a Fiat, o sistema, desenvolvido em conjunto com a Magneti Marelli com produção da FPT, trata-se de uma caixa de câmbio na qual o comando manual foi substituído por um conjunto controlado por uma central eletrônica, que comanda a troca das marchas e a embreagem automaticamente.

As trocas também pode ser feitas manualmente, bastando selecionar a opção com a própria alavanca e fazer as trocas empurrando para cima e para baixo. A mudança entre câmbio automatizado e manual pode ser feita a qualquer momento, mesmo com o carro em movimento. A regulagem para troca de marchas com giro mais alto (o modo esportivo, ou “S”) também está disponível.

Ainda segundo a Fiat, a adoção do sistema Dualogic permite uma redução de até 5% no consumo de combustível sem roubar potência do motor.

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Palio ELX com novo câmbio Dualogic

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Estudante de design sugere novo BMW

Iulian Bumbu é o nome dele. E o propótipo ficou bem interessante

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Protótipo S.X Concept tem traços de outros modelos conceituais, como o Fisker Karma

Desde de que a BMW começou a lançar apenas modelos polêmicos, como o X6 e a Série 5 GT, o estudante de design Iulian Bumbu decidiu fazer algumas sugestões à marca alemã, criando alguns modelos como o protótipo S.X Concept que aparece nas fotos. Planejado para ser um supercarro da BMW, o modelo conceitual conta com detalhes que lembram o CS Concept e os combina com traços de outros protótipos conhecidos, como o Fisker Karma e o Aston Martin One-77.

Para reforçar a esportividade, o desenho destaca a largura do carro, que é baixo como todo legítimo superesportivo. Bumbu não quis comentar sobre qual motor seria mais adequado ao S.X, mas o V8 4.4 biturbo de 555 cavalos do X6M seria um forte canditado.

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Cupê conceitual é apenas uma sugestão do estudante, mas bem que poderia ser aceita pela BMW, não?

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16/07

VW Parati ganha versão Titan

Novidade chega a partir de R$ 38.120 com apelo aventureiro

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Rodas de aço e para-choques sem pintura dão um aspecto bem simples à perua veterana

O acabamento é simples. As rodas, de aço com calotas do tipo “copinho”. Mas o espírito aventureiro deve agradar, sobretudo de quem gosta de um 4×4 ou dos utilitários esportivos que estão na moda, mas prefere – ou precisa – investir menos em um carro. Assim é a Parati Titan, nova versão da perua veterana da Volkswagen, que já tem 26 anos de mercado. O preço inicial do “light off-road” é R$ 38.120.

De série, o carro tem faróis com máscara negra, direção hidráulica e preparação para som, com quatro auto-falantes e antena no teto. Entre os opcionais, há rodas de liga leve aro 15”, freios ABS, ar-condicionado, CD Player com MP3 e entrada USB, espelhos elétricosm entre outros itens

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Visual despojado continua na traseira, mas a maior altura do solo deve ajudar a enfrentar pequenos obstáculos

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15/07

Nissan Skyline Crossover chega este mês no Japão

Misto de cupê e utilitário esportivo, destaque do modelo são os itens de segurança

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A partir do dia 18, a Nissan dará início às vendas do Skyline Crossover, no Japão. O modelo que mistura características de cupê e de utilitário esportivo tem como O grande destaque do veículo fica por conta das tecnologias de segurança e prevenção de acidentes. O preço ainda não foi divulgado pela marca.

O sistema eletrônico LDP (Lane Departure Prevention) avisa se o veículo sair da faixa de rolamento através de quatro câmeras que acompanham todo o trajeto percorrido e auxiliam a retomar o caminho correto. Já o Around View Monitor System permite ao motorista a visualização de obstáculos próximos durante a manobra, e o FCW (Forward Collision Warning) calcula a distância do veículo à frente e alerta sobre sua aproximação.

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O Skyline Crossover tem ainda o Safety Drive Guide, que fornece informações em tempo real, o Controle Dinâmico do Veículo (VDC), cintos de três pontos na traseira com travamento, sistema de frenagem de emergência, airbags e outros dispositivos de segurança.

O modelo recebeu a certificação SU-LEV, que significa redução de 75% na emissão de poluentes e taxa de reciclagem de 95%, de acordo com os padrões da Associação dos Fabricantes de Automóveis do Japão.

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13/07

Híbrido da Hyundai é primeiro a funcionar com GLP

Elantra LPI HEV tem motor que opera com eletricidade e gás

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Hyundai Elantra LPI HEV híbrido

A Hyundai lançou no Salão de Seul o primeiro modelo híbrido de sua linha, o Elantra LPI HEV, que será oferecido somente no mercado local. Ele é o primeiro veículo no mundo a funcionar com eletricidade ou gás de petrólio liquefeito (GLP), que abastecem o motor 1.6 de quatro cilindros e 115 cv acoplado a um propulsor elétrico de 20 cv.

Embora a aceleração do Elantra híbrido seja fraca, com o carro levando 11,7 segundos para ir de 0 a 100 km/h, o baixo consumo de combustível parece ser seu principal atributo, com uma média de 17,8 km/l em circuito misto. O carro ainda conta com sistema “start/stop”, que corta a alimentação quando o carro está parado, e um sistema “Eco Coach”, que dá dicas em um display para reduzir o consumo durante a viagem.

O Elantra LPI HEV será oferecido por cerca de R$ 33 mil reais na Coreia do Sul.

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Dodge Viper está salvo, diz a Chrysler

Superesportivo será produzido, pelo menos, até o ano que vem

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O futuro do superesportivo Dodge Viper ficou ameaçado principalmente depois que a Chrysler pediu concordata. A fabricação do carro chegou a ser oferecida, apareceram alguns interessados, mas nenhuma transação chegou a um final que fosse satisfatório para as duas partes envolvidas no negócio. Até que a produção do carro foi retomada, no mês passado, mas ainda com ameaça de ser interrompida.

Mas agora a Chrysler anuncia oficialmente que o Viper vai continuar sendo fabricado na unidade de produção de Conner Avenue, pelo menos, até o fim do ano que vem. A notícia vem para acalmar os ânimos dos fãs do modelo de 600 cavalos que virou um dos ícones do antigo “American Way of Life”.

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10/07

Mercedes revela dealhes do novo “Asa de Gaivota”

Supercarro homenageia versão original lançada há 55 anos

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Imagem oficial divulgada pela Mercedes-Benz mostra uma parte do SLS que será lançado em setembro

Novas fotos do Mercedes-Benz SLS AMG Gullwing 2010 foram divulgadas. A montadora pretende lançar o modelo em setembro, durante o Salão de Frankfurt (Alemanha), a um preço por volta de 150 mil euros. De acordo com os designers responsáveis pela nov geraçao do supercarro, a marca alemã procurou manter características acumuladas pela marca ao longo do tempo e somar o máximo possível de modernidade. O modelo apresenta portas ligadas ao teto semelhantes ao Mercedes 300 SL, de 1954.

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Ilustração que vazou na rede mostra o motor dianteiro ligado à caixa de marchas instalada na traseira para distribuir melhor o peso do SLS

O design interior do carro é moderno e o painel de sistema de informação e entretenimento conta com bluetooth, ar condicionado, entre outros itens. O motor é um V8 capaz de gerar 66,3 kgfm de torque e o câmbio é de dupla embreagem e sete marchas, que permitem alcançar a velocidade máxima de 315 km/h.

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Interior do novo supercarro lembra o extinto SLR McLaren. Mas não faltam detalhes como apliques de fibra de carbono e itens modernos

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Locadora italiana oferece Lotus Elise para clientes

Superesportivo pode ser alugado por período desejado

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Frota de Lotus Elise SC oferecidos para alugel pela Hertz italiana

Poucas pessoas no mundo podem realizar o sonho de dirigir um superesportivo do porte de um Lotus Elise SC, por exemplo. Mas se a possibilidade de comprar um carro destes ainda é distante, alguns italianos já podem alugá-lo para dar algumas voltas. Quem tornou isso possível foi a locadora de automóveis Hertz, que criou a Fun Collection (ou “coleção da diversão”).

A loja oferece a possibilidade de locar uma das cinco unidades do Elise SC disponíveis pelo período desejado. Os modelos receberam acabamento exclusivo para a rede de locação. “Nós esperamos que alguns motoristas que aluguem um Elise ou Exige pela Hertz Italiana S.p.A visitem uma concessionária da Lotus em seguida, pois após experimentar as capacidades de excitação e adrenalina da marca, não há volta”, declarou Andrea Manni, diretor da concessionária Lotus Rome, que participa da campanha. Os interessados poderão fazer suas reservas a partir da semana que vem. As tarifas não foram divulgadas.

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Bancos da Lotus Elise SC personalizados para a Hertz

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09/07

Fotos do Jaguar XJ caem na rede

Modelo será apresentado oficialmente amanhã

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Jaguar XJ 2010

A Jaguar tentou manter as imagens do novo XJ apenas como teasers, mas não demorou muito para que fotos inteiras do modelo caíssem na internet. E faltando apenas um dia para a apresentação oficial do esportivo. A marca acredita que o lançamento marcará uma renovação de sua linha, fazendo frente aos concorrentes Mercedes-Benz Classe S e Audi A8.

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A versão 2010 será a primeira da linha XJ a contar com arquitetura de alumínio, que elimina peso e favorece o desempenho do carro. As opções de motorização incluem um 3.0 biturbo diesel de 278 cv e um 5.0 V8 aspirado. Uma versão supercharged XJR também deve ser lançada, esta com o mesmo motor de 517 cv utilizado no XKR.

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Pesquisadores próximos de criar carro movido a urina

Técnica transforma líquido em hidrogênio

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Movido a hidrogênio, o Honda FCX Clarity poderia ser adaptado para o peculiar novo sistema de abastecimento

A busca por fontes de combustível renovável e menos poluentes está levando os cientistas a soluções cada vez mais inusitadas. Basta dizer que estamos cada vez mais próximos de dirigir carros movidos a urina. Pesquisadores da universidade de Ohio, nos Estados Unidos, desenvolveram uma maneira de transformar o líquido em hidrogênio, que poderia ser utilizado na motorização de diversos veículos.

Segundo Gerardine Botte, líder do projeto de pesquisa, a criação de hidrogênio a partir da urina é muito mais barata do que através da água. Isso porque ela é composta 90% por uréia, cujas moléculas podem ser quebradas mais facilmente, exigindo voltagem menor no processo. Para isso, os estudiosos trabalham na criação de eletrodos especiais, que permitiram a oxidação necessária.

Segundo o site Chemistry World, inicialmente os testes foram feitos com urina sintética, feita a partir de uréia dissolvida, mas após avanços nos estudos o procedimento passou a funcionar com urina humana.

O maior desafio para os pesquisadores é tornar a síntese do hidrogênio mais limpa, por conta da alta quantidade de sal no líquido. Outro problema é a rápida transformação da uréia em em amônia por ação de bactérias. Um carro movido a urina pode até existir, mas não será tão cedo.

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05/07/2009

Confira também ( carro da semana )

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Hyundai i30 causa dúvida na hora da compra

Clientes afirmam que versões anunciadas não existem. Marca garante disponibilidade

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A chegada do Hyundai i30 ao Brasil (leia a avaliação) foi cercada de elogios pelo extenso pacote de equipamentos do veículo, como retrovisores antiembaçantes, controle eletrônico de estabilidade e oito airbags, entre outros. Mas logo vieram as críticas: alguns interessados disseram que os equipamentos não estão disponíveis na hora da compra.

A principal reclamação é a inexistência da opção com câmbio manual, que havia sido anunciada por R$ 54 mil. Nas concessionárias procuradas pela Autoesporte, o carro é oferecido apenas na versão automática, com preços a partir de R$ 58 mil. A disponibilidade de versões varia: algumas lojas trazem duas e outras, quatro. Os vendedores informam que as unidades estão em estoque, e podem ser entregues em até 25 dias após a compra.

A Hyundai afirma que a opção manual estará disponível dentro de 20 dias, juntamente com a versão topo de linha, que também está em falta. “Não esperávamos que a versão top fosse ter uma procura tão grande. Inicialmente, trouxemos apenas 36 unidades, que se esgotaram rapidamente”, declara Roberto Pedrosa, diretor comercial da marca no Brasil. O i30 completo será vendido entre R$ 70 mil e R$ 72 mil.

A versão top é, inclusive, a única a contar com todos os opcionais anunciados pela marca. A Hyundai e seus lojistas afirmam que todos os equipamentos podem ser adquiridos, mas é necessário conferir em quais pacotes. A marca comprometeu-se a enviar a ficha com todas as versões do i30 disponíveis, mas o material não foi recebido pela reportagem até a publicação desta matéria.

Airbags: 2, 6 ou 8?

Leitores da Autoesporte, como Pedro Bures Canudas, de São Paulo (SP), reclamaram que o hatch não conta com o número de airbags anunciados. “Não existe no mundo um Hyundai i30 com oito airbags”, escreveu Pedro. Na verdade, as versões mais baratas do modelo vêm com dois airbags frontais. É apenas na versão top que o cliente tem à disposição mais bolsas que, de acordo com a ficha técnica da Hyundai norte coreana, chegam a seis, não oito (duplo frontal, dois laterais e dois tipo cortina).

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Anúncio do Hyundai i30 para revistas fala sobre a vasta gama de equipamentos; No detalhe, o destaque para oito arbags

A distribuidora brasileira, porém, afirma que o anuncio está correto, já que se refere ao número de sensores de impacto disponíveis no carro, responsáveis pela ativação do recurso. Assim, a marca entende que os airbags tipo cortina, apesar de formados apenas por duas bolsas (uma de cada lado do veículo), podem ser acionados por quatro sensores, funcionando portanto como quatro airbags. “São bolsas frontais, laterais e de cortina que se abrem conforme os sensores identificam a colisão”, declara Roberto.

Quem esperava comprar a versão completa do modelo por R$ 58 mil (com base em reportagens publicadas há alguns meses) também ficou frustrado. O preço havia sido estimado quando o carro ainda não tinha chegado ao país. Segundo a marca, o significativo aumento do valor foi uma exigência da matriz sul-coreana, que decidiu compensar a valorização da moeda local em relação ao dólar. “Mas em nenhum momento nos comprometemos com essas informações publicadas. No anúncio do lançamento já divulgamos a tabela com os preços finais, e são esses que estão sendo praticados”, diz Roberto.

A Hyundai não acredita que esses contratempos afetarão o sucesso do i30. Suas contas apontam para 1.700 unidades vendidas no atacado em junho, com um acumulado de 860 unidades emplacadas (desde junho). E, segundo os concessionários, a procura pelo test-drive do modelo só tem aumentado.

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Mercedes ML terá versão híbrida

Nova geração do utilitário esportivo chega em meados de 2011

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Mercedes-Benz ML terá nova geração em meados de 2011 com versões híbridas, mas sem deixar de lado as atuais movidas a gasolina

Os utilitários esportivos terão que se adaptar aos novos tempos em que a economia de combustível e a emissão de poluentes serão preocupações constantes. Pensando nisso é que a nova geração do Mercedes-BenzML deverá ter duas versões híbridas. Uma delas será equipada com motor a gasolina V6 biturbo que funciona em conjunto com outro elétrico de 80 cavalos. A outra ainda está em estudo, mas contará com motor a diesel.

Entre as mudanças que serão adotadas na linha ML também está incluída uma base mais próxima das novas gerações dos modelos das Classes R G para que a marca consiga economizar em alguns componentes que poderão ser usados em um volume maior de modelos. Como parte da estrutura do novo ML será aproveitada parte da plataforma do Jeep Grand Cherokee 2011, o último projeto do tempo que a marca alemã ainda tinha ligação com a Chrysler.

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26/06

BMW mostra Série 7 M Sport

Pacote que deixa esportivo ainda mais invocado chega no segundo semestre

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BMW Série 7

BMW divulgou as primeiras imagens do novo Série 7 M Sport. O pacote será lançado oficialmente para o modelo no segundo semestre. O opcional traz uma série de melhorias para o esportivo, como um novo quit aerodinâmico, rodas de liga-leve da linha M de 19” (ou de 20”), sistema Dynamic Drive, assentos esportivos em couro, volante multi-função da linha M e teto de antracito, que garante leveza e brilho ao modelo.

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A marca alemã também promete o lançamento do novo 740d, que contará com um novo motor a diesel biturbo de seis cilindros capaz de desenvolver 310 cv de potência e 61,18 kgfm de torque. A BMW afirma que modelo consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos, chegando a um limite eletrônico de 250 km/h. O destaque, aponta a marca, é o baixo consumo: 6,9 litros para cada 100 km percorridos.

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Um pacote xDrive também será oferecido. O sistema permitirá que 412 cv sejam distribuidos de maneira inteligente entre as quatro rodas, dividindo a potência entre os eixos para melhorar ainda mais o desempenho do esportivo.

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BMW Série 1 tem duas novas versões

Modelo 120i passa a ter opção de 170 cavalos

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Versão 2010 do BMW Série 1 mantém o mesmo visual, mas passa ter ter novas opções de acessórios

BMW vai mostrando aos poucos as novidades da linha 2010. Enquanto no mercado brasileiro a Série 1 acaba de receber dois novos integrantes (a mais em conta 118i e a topo de linha 135i Coupé) nos Estados Unidos e Europa passa a ter duas novas opções de motorização: a primeira é a 120i de 170 cavalos, mais potente que a conhecida até agora, com 156 cv. A novidade também oferece um pouco mais de torque ( 21,4 ante 20,4 kgfm), mas essa pequena diferença não deve ser sentida na prática. O que melhorou o desempenho foram os 14 cavalos extras. Segundo a marca alemã, o 120i mais potente acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos, contra 8,6 segundos da versão de 156 cavalos.

A segunda nova versão do Série 1 é a 120i turbodiesel, que rende 143 cv e bons 30,6 kgfm de torque, o que é suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 9 segundos e atingir 210 km/h. Além disso, o Série 1 passa a incorporar novas tecnologias, como os acumuladores de energia gerada pelo calor dos freios, função start-stop (para economizar combustível e poluir menos o ambiente) e indicador de troca de marcha, no caso das versões equipadas com câmbio manual. Há também novos equipamentos, como novos conjuntos de rodas de aro 17”.

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24/06

Fiat revela Strada cabine dupla

Nova versão faz parte da família Adventure por R$ 46.440

Strada

Fiat Strada Cabine Dupla

Fiat divulgou hoje a primeira imagem oficial da nova picape Strada cabine dupla. O lançamento oficial da versão acontecerá na semana que vem. O modelo chega para integrar a família Adventure, que conta com adicionais visuais que reforçam sua predileção fora de estrada. Segundo a montadora, a Strada cabine dupla“acomoda bem mais dois passageiros atrás e ainda oferece boa capacidade de carga em sua caçamba”. O modelo será oferecido a partir de R$ 46.440.

Com a nova opção, a picape passa a contar com oito versões de acabamento (duas Fire, quatro Trekking e duas Adventure), duas opções de motores (1.4 e e 1.8, ambos Flex) e três opções de carroceria (simples, estendida e dupla).

Você confere o teste completo da nova Strada cabine dupla na edição de julho da Revista Autoesporte, já nas bancas.

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Calendário de lançamentos 2009

Saiba quando os principais modelos chegarão ao mercado brasileiro

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Junho Nissan Grand Livina
Mercedes-Benz Classe E
Fiat Strada Working
Citroën C5
Julho BMW Z4
Fiat Strada Cabine Dupla
Ford Ranger (reestilização)
Chery Tigo
Honda City
Agosto VW Saveiro (Arena)
Audi TTS
Mitsubishi Pajero Flex
Setembro VW Fox 2010
Audi S3
Nissan Sentra 2.0 Flex
Chery QQ
Chery Face
Chery A3 (nome provisório)
Outubro Chevrolet Viva
Hyundai Tucson nacional
Porsche Panamera
Fiat 500
Novembro Ford Focus 2.0 Flex
Focus 1.6 Sigma Flex
VW SpaceFox
Hyundai Genesis
Fiat Doblò
 (reestilização)
Dezembro Nissan 370Z
smart fortwo brabus
Fiat Stilo Sporting 1.8 Flex
Motor Dianteiro, transversal, 4 cilindros, comando simples, bicombustível
Cilindrada 1796 cm³
Potência 113/115 cv a 5.500 rpm
Torque 18/18,5 kgfm a 2.800 rpm
Transmissão Manual de cinco marchas
Freios A disco na frente e atrás com ABS
Pneus 195/55R 16
Capacidades Tanque: 58 litros/ Porta-malas: 380 litros

Esportivo ganha preparação com compressor e chega a 647 cavalos

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BMW M3 Supercharger: apetite por asfalto

Você está na estrada, passeando com giros baixos. Sem aviso, um par de faróis HID aparece sobre seu ombro esquerdo, se aproximando rapidamente. Pelo retrovisor, você vê de relance uma cunha baixa se aproximando como um predador sedento por sangue. As luzes piscam e brilho metálico com neon para passagem para você. Fique frio. Afinal, você está na direção do protótipo do BMWM3 com supercharger preparado pela Active Autowerke. Você toca no acelerador, reduz para quarta e entra na briga. Acontece que você está com apetite de comida italiana, e a Ferrari na sua cola é o prato principal.

Os BMW bombados da Active Autowerke têm rondado as ruas de Miami e caçado os nativos exóticos desde que os fundadores Karl e Mike Hugh oficialmente pegaram nas ferramentas sob o nome da Active em 1981. Já se passaram quase 30 anos, mas a dedicação ao máximo desempenho em matéria de BMW continua a mesma. A nova geração do kit supercharger para o M3 série E90 ainda está em fase de protótipo, o que significa que é a única unidade instalada em um veículo de verdade. Tudo que se vê sob o capô é basicamente o único exemplar de uma peça feita à mão. Não espere que o produto final tenha um estilo tão Mad Max; a versão final será visualmente muito mais parecida com algo que poderia ser original de fábrica.

O coração do kit é um compressor HKS GTS8550 feito sob medida para a Active Autowerke. Na verdade, o próprio compressor ainda é não muito mais que um protótipo. (Existe apenas mais uma unidade idêntica que atualmente reside em um local não revelado.Tradicionalmente, a Active busca equipamentos na Europa, mas decidiu ir mais para o leste nesta nova empreitada. A decisão deveu-se ao volume, pois era necessário um compressor de maior capacidade que funcionaria no exíguo espaço do cofre do motor.

Artigos Esportivos
Artigos Esportivos

Um sedã que ganhou fôlego suficiente para encarar Ferraris

“Havia limitações quanto a aumentar as rotações para obter o fluxo de ar de que precisávamos para extrair a potência que queríamos deste V8”, afirma Karl. “Nós precisávamos de algo com mais margem de trabalho.” A HKS, sediada em Fujinomiya, Japão, atendeu ao chamado com um supercharger que preenche os requisitos de força e eficiência bem como de confiabilidade. A Active já testou com sucesso um compressor semelhante em outro carro de passeio por mais de 30 mil quilômetros.

O kit de supercharger E9X está, para todos os efeitos, 99 % completo em termos de operação e desempenho. A produção em escala e a definição da embalagem do produto final é a próxima etapa, antes do lançamento oficial neste mês de outubro. O kit completo vai ser bastante abrangente: compressor e sistema de lubrificação independente, tensionadores de correias, tubulações, uma caixa de ar para o filtro, elementos de enriquecimento de mistura de combustível, incluindo uma bomba e injetores de alto volume, intercooler e um arranjo para reposicionar o radiador de óleo.

Reportagem: Fabio Teodoro

Devido ao calor envolvido no aumento de potência do S65 V8, usar o compressor sem prever o uso de um intercooler não era uma opção. Eles escolheram uma unidade ar/ar fixado na dianteira para permitir o maior fluxo de ar possível tanto para o intercooler quanto para o radiador. “O intercooler consegue lidar com 860 cv. É um exagero”, diz Hugh. “Mas isso é bom; nós podemos realizar testes sucessivos em dinamômetro sem qualquer problema com superaquecimento. Alta eficiência, manutenção zero… Sucesso garantido.” Pelo que consta, tudo se encaixa com apenas alterações mínimas no parachoque dianteiro e apoios do radiador. Levou quatro meses para a sintonia fina dos equipamentos, um pouco mais que isso para desenvolver o software, uma tarefa que a Active Autowerke realiza internamente. E, o que é mais importante, a nova programação será instalada diretamente na centralina.

Os chips de potência, que um dia foram a grande aposta para realizar tuning por software frente aos programas originais cada vez mais complexos, saíram de moda. A próxima geração de software da BMW irá supostamente monitorar esses complementos e punir os transgressores operando em “modo manco”. Reprogramar a centralina, para aqueles que conseguem decifrar o código, está de volta ao jogo como a única opção realmente viável.
Hugh encara o desafio. “Se nós vamos tunar como a fábrica, nós passamos pela centralina”, ele declara. “No final das contas, os chips de potência não vão ter o mesmo resultado que reprogramar a centralina original. É o que vai definir quem manda no jogo, certamente.”
Como em outros sistemas sobrealimentados da Active Autowerke, este também será oferecido em dois sabores: nível 1 e nível 2.

O primeiro aumenta a potência do motor em 37 a 38 % para cerca de 580 cv. O segundo adiciona mais agressividade à pressão e à alimentação de combustível, além de um sistema de injeção de metanol e água para chegar a uma potência final de 647 cv e 63,5 mkgf de torque, corrigidos matematicamente para se obter a potência bruta do motor. O torque máximo é mais de 50 % acima do original com mais potência antes do pico, ou “abaixo da curva”, como se diz. Após o pico, o torque tende a se estabilizar em uma curva relativamente plana enquanto a pressão aumenta; a pressão basicamente “escora” a curva de torque.

Mesmo assim, Hugh afirma: “ Você tem que manter o motor gritando para ver os verdadeiros benefícios. Este supercharger combina perfeitamente com suas características de força. Esta coisa empurra muito até o limite de 8400 rpm; quase parece que ele precisa de um limite mais alto. A curva de potência parece uma escada.” Além do compressor, o carro protótipo veste toda a indumentária padrão da linha Signature da Active Autowerke, incluindo uma alavanca de engate rápido para agilizar as trocas de marcha e um sistema de exaustão completo a partir do coletor de escape.

Aro 19
Aro 19

Os calçados ficam por conta da rodas BBS CH de 19 polegadas envoltas em borracha Michelin PS2. O chassis se assenta sobre as rodas graças a outro item recomendado pela Active: os amortecedores ajustáveis KW Variant 3. Eles usam sensores eletrônicos na frente e na traseira basicamente para simular os sensores EDC dos amortecedores originais e ajustar a altura e dureza da suspensão conforme as condições de pista e de direção. É oferecida uma grande variedade de ajustes manuais da suspensão: 14 níveis de compressão, curso “infinitamente ajustável” e regulagem de altura individual. A suspensão será trocada em breve por um pacote KW Clubsport para detonar ainda mais na pista.
Dependendo do horário e de sua localização na cidade, Miami pode ser um dos lugares mais frustrantes do mundo para se dirigir. Após muito tempo, você alcança a praia e se arrasta pelo estacionamento que a Ocean Drive se tornou. Você provavelmente não conseguiria se distanciar mais do habitat alpino do M3, mas, se você quer ser visto (ou ouvido), este é o lugar certo.

Você afunda o pé no acelerador; o trovão do escapamento estremece as janelas dos restaurantes que se enfileiram em frente ao calçadão da orla. Cabeças viram em sua direção, uma xícara de café se estilhaça no chão. É isso aí, o protótipo da Active também consegue fazer isso.

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Salão Duas Rodas começa dia 7

Evento acontece no Anhembi e reunirá 443 expositores

Se você é apaixonado por motos, anote na agenda: começa na próxima semana, em São Paulo, o Salão Duas Rodas. O evento acontece entre os dias 7 e 12 de outubro, das 14h às 22h, e os ingressos custam R$ 25 (direto no local). Ao contrário das últimas edições, realizadas no Centro de Exposição Imigrantes, a exposição agora acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi e contará com a cobertura do site Portal Luxo a partir da próxima terça-feira, dia 6.

A área total cresceu. Neste ano, serão 443 expositores espalhados em 110 m² , 60% a mais que a última edição, em 2007. A organização do evento espera reunir mais de 240 mil visitantes.

De Olho Designer.com.br

Dafra mostra o scooter Smart 125, com injeção eletrônica e motor de 124,6 cm³

As fabricantes levam suas novidades para o Salão. A Dafra apresentará ao público seu o scooter Smart 125, com injeção eletrônica, transmissão automática CVT (transmissão continuamente variável) e motor OHC, monocilíndrico, de 124,6 cm³. Já a Sundown mostrará as novas STX 125 e STX Motard 125, com motor OHC de 125 cm³. Para quem gosta de esportividade, a BMW levará a nova naked F 800 R Motorrad, com motor de dois cilindros de 798 cm³.

De Olho Designer

Sundown mostrará as novas STX 125 e STX Motard 125

Em sua décima edição, o Salão Duas Rodas marca a retomada do setor, que registrou queda significativa de produção neste ano. “Mas a crise fortaleceu as fabricantes”, afirma Paulo Takeuchi, presidente da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). Atualmente, o Brasil é o quarto produtor mundial de motocicletas – atrás de China, Índia e Indonésia -, com 14 fabricantes instaladas no Pólo Industrial de Manaus. Até 2010, mais dez empresas devem se instalar no país, segundo a Abraciclo.

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Vídeo, acidente impressionando

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28/09

Flagra: Fiat lançará Stilo mais em conta

Versão Attactive chega no mês que vem e conviverá com o Bravo

Fiat Stilo flagrado por Marlos Ney Vidal

A Fiat já está com toda a estratégia pronta para continuar competitiva no segmento de hatches médios. Parte dos planos é lançar uma versão mais simples do Stilo, a Attractive, que começa a ser vendida no mês que vem por preços que devem partir de algo em torno de R$ 45 mil. Virá com calotas no lugar de rodas de liga-leve, interior com acabamento mais simples e lista de equipamentos menos recheada do que a versão 1.8 oferecida hoje.

Quando o Bravo começar a ser vendido no mercado brasileiro, no segundo semestre do ano que vem, essa versão Attractive será a única disponível na linha Stilo. O novo modelo médio da marca italiana chegará com 50% das peças importadas e teve seu lançamento adiado por conta das turbulências que o setor automotivo sofreu desde o fim de 2008.

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Fiat inova com site voltado ao reparador

reparador FIAT
O endereço www.reparadorfiat.com.br . Se você é cliente da FIAT poderá precisar um dia com certeza, vaio ouvir falar bastante dele. Trata-se de uma ação promovida pela fiat Brasil em que, por meio da internet, o usuário poderá acessar gratuitamente várias informações, como catálogo de peças, manutenção, palestras dicas e muitos mais.

Confira.

Notícia Inédita.

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Polo x Punto, a revanche

O GT da VW deixou o Sporting comendo poeira, mas agora o Fiat chega com motor T-Jet

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Fiat Punto T-Jet e VW Polo GT

A gente aqui da De Olho Designer adora uma boa briga — no bom sentido, é claro. Mas, quando convocamos o Punto Sporting para enfrentar o recém-lançado Polo GT, em fevereiro, já esperávamos que o VW levasse certa vantagem. Afinal, o modelo de origem alemã é mais potente, mais leve e mais bem acertado que o italiano. O que vimos, no entanto, foi um passeio do Polo. Na arrancada de 0 a 100 km/h, por exemplo, foram dois segundos de diferença (10,3 s contra 12,3 s). E nas retomadas o resultado só foi mais parelho porque o Volks tem relação mais longa. Bastava reduzir uma marcha para que o GT voltasse a pular na frente com facilidade.

Um mês depois, chegava a resposta da Fiat: o Punto T-Jet, esse, sim, digno do adjetivo esportivo – ao contrário do enfeitado Sporting. Motor 1.4 16V turbo de 152 cv, suspensão mais firme, rodas aro 17, dupla saída de escape… Na medida para a revanche com o Polo GT. Antes de dar início ao novo combate, porém, vamos falar de preços, para que ninguém ache a disputa injusta. Isso porque o T-Jet começa bem mais caro, por R$ 59.500. O GT parte de R$ 51.925. Mas se deixarmos o Polo em um nível próximo de equipamentos ao Punto (com airbags frontais, ABS e CD player com MP3), ele pula para R$ 56.625. E agora, será que o T-Jet compensa na esportividade os quase R$ 3 mil de diferença?

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A saída de escape é dupla nos dois, mas no Polo o ronco é manso. O T-Jet atiça a pisar mais

DesignerVejo a grade preta do Polo e logo me recordo com saudade do encapetado GTI 1.8 turbo, que a VW importou em 2006. Lembra dele? Mas aí vou para a lateral e, “humm”, encontro as mesmas rodas aro 15 do Fox Extreme, com pneus 195/55. É um conjunto bom para o Polo 1.6, mas é pouco para as pretensões do GT. O exemplar do teste ficou vermelho ao ver o T-Jet chegar exibindo belos aros 17 com pneus 205/50. O Punto, aliás, investe mais na vestimenta de briga. Tem grade e para-choque dianteiro exclusivos, cobertura plástica das caixas de roda e dupla saída de escape (isso o GT também traz). A diferença é o ronco que sai de cada carro: discreto no VW, “nervozinho” no Fiat.

E não é só barulho. Nas nossas medições, o motor 1.4 falou mais alto que o 2.0. Méritos da tecnologia: enquanto o Fire tem 16 válvulas, comando duplo e um turbo IHI RFH3 operando com até 1 bar de pressão (fora outras modificações, como sub-bloco de alumínio, bielas fraturadas e velas de platina e irídio, mais duráveis), o EA 113 do Polo é basicamente o velho AP 2.0 do Santana. A única vantagem dele sobre o motor italiano do Fiat é ser flex, embora o Punto turbo tenha um consumo até contido se você dosar o pé direito.

Com comando simples e 8 válvulas, o VW gera 120 cv e 17,3 kgfm com álcool, a 2.250 rpm. Exatamente nesta mesma rotação o T-Jet entrega seus 21,1 kgfm de torque, que se estendem até 4.500 giros – daí a elasticidade desse motor. Pode reparar na ficha de testes como as retomadas do Punto foram bem mais rápidas que as do Polo, o que explica a esperteza dele no trânsito. É interessante como você vem em 5ª marcha por volta de 2.000 giros, acelera e o motor “cresce”. Mas abaixo disso há certa sonolência, a ponto de o T-Jet pedir 1ª marcha se houver uma valeta no meio da subida.

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Dada a diferença de potência (152 cv contra 120 cv), até que o Polo não fez feio diante do Punto na pista de testes. Enquanto o T-Jet precisou de 9,6 s para acelerar de 0 a 100 km/h e alcançou 194,4 km/h de máxima, o GT marcou 10,3 s e 190,6 km/h nas mesmas provas. Foi uma diferença bem menor que a do Polo para o Punto Sporting, no comparativo passado. Então, não nos demos por satisfeitos. Era preciso ver o que GT e T-Jet podem (ou não) proporcionar na vida real.

Para tanto, decidimos levá-los a uma estradinha cheia de curvas, a SP-312, que liga o município de Barueri até Itu, no interior paulista. Também conhecida como Estrada dos Romeiros, ela tem cerca de 70 km que são um prato cheio para quem gosta de dirigir.

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Faróis de máscara negra, grade e para-choque exclusivos deixam o T-Jet com cara de mau

Ali, ficou evidente o maior fôlego do T-Jet, principalmente nas saídas de curva. Nos trechos em que ele se saía bem em 3ª marcha, o Polo perdia o ímpeto e “pedia” redução para 2ª. Também podíamos frear mais dentro da curva com o Punto. Sinal de que as mudanças feitas na suspensão do T-Jet em relação ao Sporting (molas 17% mais rígidas na dianteira, 8% na traseira e uma inédita barra estabilizadora atrás) surtiram efeito. O Polo sempre foi referência em dirigibilidade, mas bem que o GT poderia ter ganho o conjunto de rodas 16 do outro GT da linha, o Golf. Os pneus mais estreitos cantavam antes que os do Fiat, dando sinais de que a frente desgarrava e era preciso aliviar o acelerador. No T-Jet era possível abusar um pouco mais, além de sua direção mais pesada transmitir maior confiança nos zigue-zagues do trajeto sinuoso.

Polo X Punto

O GT (acima) investe pouco na cabine: volante com logotipo, pedaleira esportiva e apliques em cinza. Linha 2010 ganhou teto solar opcional; Faixa na cor do carro no painel só fica bem no T-Jet quando ele é preto. Instrumentos têm grafismo de relógios esportivos

Ao entrar mais forte nas curvas, notamos outras virtudes do T-Jet: os bancos tipo concha, que não deixam a gente escorregar para os lados, e o volante bastante ergonômico, que permite um encaixe mais firme das mãos. O GT deu o troco no câmbio, com mudanças justinhas e, principalmente, mais curtas. O Punto tem bons engates, mas o curso da alavanca é um pouco longo para uma tocada esportiva, especialmente na troca da 2ª para 3ª marcha. Os freios (a disco nas quatro rodas) dos dois se mostraram eficientes, mas os do VW começaram a “cheirar” depois do uso mais severo. Era o Polo dizendo que prefere viagens mais tranquilas. Enquanto ele anda suavemente a 120 km/h, com 3.000 rpm, o T-Jet vai a 3.400 giros com o motor “chamando” você para acelerar mais fundo.

No bate-papo da volta de Itu para São Paulo, a conclusão foi unânime: o GT é divertido, mas é um Polo 1.6 com motor 2.0 e nenhuma mudança que amplie sua esportividade – e nem sua autonomia, pois o tanque de 50 litros (eram 45 l na linha 2009) “vai embora” com álcool. O Punto T-Jet representa um belo salto em relação ao Sporting, do desempenho ao comportamento, e garante a revanche em cima do GT.

Ficha técnica e números de teste

O GT da VW deixou o Sporting comendo poeira, mas agora o Fiat chega com motor T-Jet

Punto Polo
Preço inicial R$ 59.500 R$ 51.925
Motor Dianteiro, transversal, 4 cilindros, comando duplo, 16 válvulas, turbo, gasolina Dianteiro, transversal, 4 cilindros, comando simples, 8 válvulas, flex
Potência (cv) 152 cv a 5.500 rpm 116/120 cv a 5.250 rpm
Torque (kgfm) 21,1 kgfm a 2.250 rpm 17,3 kgfm a 2.250 rpm
Comprimento (m) 4,030 3,915
Largura (m) 1,687 1,650
Altura (m) 1,505 1,501
Entre eixos (m) 2,510 2,465
Porta-malas (L) 257 278
TESTES
Aceleração 0 a 100 km/h (s) 9,6 10,3
Velocidade máxima (km/h) 194,4 190,6
Consumo cidade (km/l) 8,0 7,4
Consumo estrada (km/l) 13,0 9,4

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09/09

Raro McLaren F1 GTR está à venda

Apenas 28 unidades iguais foram fabricadas para correr em Le Mans

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McLaren F1 GTR “long tail”, equipado com motor BMW V12 de 900 cavalos está à venda numa loja em Tóquio

Uma raridade do restrito mundo dos carros de corrida especiais está à venda. Na menos que um McLaren GTR F1 1997 do tipo “Long Tail”, ou seja, com um imenso aerofólio na traseira. Com patrocínio da marca de cigarros Davidoff, o carro vem chassi número 28R e participou do FIA GT, um dos campeonatos internacionais mais importantes.

Durante as provas, o carro conquistou o sexto lugar em Suzuka (Japão) e Laguna Seca (EUA) e terminou o campeonato entre os dez melhores colocados. Com apenas 915 kg de peso, o raro McLaren vem com motor BMW V12 de 900 cavalos e está em Tóquio (Japão), mas o preço da raridade não foi divulgada.


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Ferrari e Abarth se unem para Fiat 500 especial

695 Tributo Ferrari é edição comemorativa

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Fiat 695 Tributo Ferrari

O Grupo Fiat sabe aproveitar as oportunidades geradas por suas marcas. A Abarth e a Ferrari se uniram para criar uma edição especial do compacto 500, feita em homenagem à montadora de Maranello. Batizada como 695 Tributo Ferrari, a edição não faz feio tanto no visual quanto sob o capô.

A pintura traz o clássico vermelho Scuderia, acompanhado de faixas esportivas cinzas (mesmo esquema utilizado no 430 Scuderia), rodas de liga-leve 17” com desenho exclusivo, retrovisores em fibra de carbono e faróis de xenon, entre outros. O motor é um 1.4 Turbo T-Jet 16v, capaz de desenvolver mais de 180 cv de potência. A edição especial chega às lojas europeias após o Salão de Frankfurt, ainda sem preço definido.


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Ferrari 458: novas fotos

Supercarro que entrará no lugar do F430 tem mais imagens reveladas

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A Ferrari divulga mais fotos e o vídeo oficial do novo modelo 458 Itália, que substitui a F430 e tem o lançamento marcado para o próximo Salão de Frankfurt (Alemanha), no mês que vem. No vídeo, Paolo Pininfarina, um dos sócios do renomado estúdio de design que leva o sobrenome do executivo, explica como foi feito o desenho do novo supercarro.

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Nova Ferrari 458 Itália em ação, antes de ser apresentada em Frankfurt (Alemanha), no mês que vem

Além das novas imagens, a marca italiana soltou um comunicado que revela mais alguns detalhes da 458 Itália. Um deles é que as tradicionais alavancas de acionamento dos piscas laterais e do limpador de para-brisa foram abolidas, sendo substituídas por teclas no volante, que passa a ter uma série de outros comandos, inclusive do sistema de som.

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Repare que há teclas no volante no lugar das alavancas de acionamento dos piscas e do limpador de para-brisa


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Mini Cooper S: galeria de fotos exclusivas

Confira imagens do modelo vendido no Brasil com motor de 177 cavalos

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Mini Cooper S (foto: Fabio Aro)

Como no filme “Italian Job”, que no Brasil foi intitulado “Uma Saída de Mestre”, o Mini se mostra sempre ágil, como contou o editor Daniel Messeder no seu texto sobre as impressões que teve ao dirigir a versão Cooper S do carrinho inglês, com 177 cavalos de potência. Vendido com câmbio automático seqüencial de seis marchas, por R$ 119.500, o pequeno grande carro deixou como ponto negativo apenas a rigidez da suspensão, feita para as estradas bem asfaltadas da Europa. Confira a galeria de fotos exclusivas e mais detalhes do Mini Cooper S na edição de setembro da revista Autoesporte, que está nas bancas.


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VW revela Polo duas portas europeuVersão recebeu leve reestilização para realçar esportividadewww.deolhodesigner.com.brVW Polo duas portasAs Volkswagen divulgou as primeiras informações do novo Polo duas portas, que será apresentado ao vivo no Salão de Frankfurt, em setembro. O modelo ganhou a opção para reforçar sua esportividade, além de novas opções de motores e acabamento. Suas vendas na Alemanha começam no fim do ano, partindo de 12.150 euros (cerca de R$ 32.334).

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As janelas receberam uma leve reestilização para adequá-las às portas mais longas, assim como a coluna “c”, que foi desenhada para dar um ar de cupê ao modelo, segundo a marca. O chefe de desing da montatoa, Walter da Silva, diz que a intenção foi deixar o Polo mais próximo do chão e com aparência mais comprida. A versão duas portas tem 3,97 m de comprimento, 1,68 m de largura e 1,48 m de altura.


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21/08
Smart é aprovado em teste de capotagem
Chevrolet Aveo recebe pior nota do IIHS
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Smart ForTwo recebeu classificação “boa”
Nos Estados Unidos, o Isntituto de Seguradoras para Segurança no Trânsito (IIHS) realizou um teste de capotagem entre os principais carros compactos do mercado. A inteção foi analizar a força dos tetos e colunas dos modelos, reponsáveis pela integridade dos ocupantes em acidentes deste tipo. Quem se saiu melhor no resultado foi o smart ForTwo, ultracompacto de dois lugares da Mercedes-Benz, classificado com o “maior grau de bom”.
“Carros menores devem ter mais facilidade no teste de resistência do teto. Sua leveza significa que seus tetos não terão que trabalhar tanto para manter a estrutura ao redor dos ocupantes intactas em caso de capotagem”, explica Adrian Lund, presidente do instituto.
Smart
Chevrolet Aveo foi classificado como “marginal”
Quem não pode se gabar do resultado é a General Motors, que teve seu Chevrolet Aveo classificado em último, recebendo a indicação de “marginal” do instituto – o que significa que o modelo recebeu nota 2,5. A nota mínima aceita é 3,25.
Também foram testados Honda Fit, Hyudai Accent, Mini Cooper e Toyota Yaris, todos aprovados pelo IIHS com notas “aceitáveis”.

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Kia Cerato: a transformação
Nova geração do sedã mudou tanto que merecia até outro nome
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Kia Cerato 2010
Ninguém dava bola para o Cerato. Era um carro bem careta, a ponto de, até agora há pouco, ter antena metálica em um dos para-lamas traseiros, coisa que caiu em desuso faz muito tempo. Mas tudo deve mudar daqui para frente, com a chegada da nova geração. O carro é um dos ícones da evolução dos modelos sul-coreanos e chega com preços sugeridos pela fabricante bem atraentes. Começam em R$ 49,9 mil, valor que dá direito a ar-condicionado, direção hidráulica, conjunto elétrico, duplo air bag, controles do som no volante, entre outros itens. A versão intermediária é oferecida por R$ 52,9 mil e vem com freios ABS, rodas de aro 16” e ar-condicionado digital entre os principais equipamentos. E ainda existe a versão com câmbio automático seqüencial (R$ 57.900).
É engraçado notar a reação das pessoas que veem de longe aquele carro com visual moderno e porte de sedã médio depois que batem o olho no logotipo da grade dianteira. “Kia? Ué, pensei que fosse algum Honda, Toyota, Subaru, ou qualquer um desses japoneses bacanas”, disse um senhor de meia idade logo depois que estacionei o carro em frente ao restaurante. Pois é, caro leitor, chamo de transformação e não de evolução o que aconteceu com o Cerato. Tudo bem que os sul-coreanos continuam se espelhando em modelos da concorrência na hora de desenhar seus carros, mas dessa vez o resultado final foi bem satisfatório, apesar do olhar de Civic e da traseira que lembra a do Lexus IS.
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O que importa é que o carro é bem funcional. Tem bom espaço interno, inclusive para as pernas de quem for sentado no banco traseiro (com encostos bipartidos que podem ser rebatidos facilmente por alavancas no porta-malas). Com 2,65 metros de entreeixos, fica no mesmo nível de Corolla e Civic. O acabamento ainda precisa evoluir um pouco, principalmente quanto à textura dos plásticos. Mas a ergonomia merece elogios. Está tudo no lugar e fácil de ser acionado. Fica visível o cuidado dos projetistas por detalhes como o comando os vidros na porta do motorista com uma leve inclinação que permite apertar os botões sem mover o pulso. Faltou apenas comando “um toque” para subida.
Ponto positivo também para o sistema de som, que mostrou ser de boa qualidade. Além disso, existem entradas para iPod e USB, instaladas no console central, onde fica um generoso porta-objetos, que foi colocado estrategicamente para comportar não apenas aparelhos que armazenam as músicas, mas até caixas de CDs (cabem umas quatro delas com folga). Também me surpreenderam outros detalhes, como faixa degradé no para-brisa, descanso para o pé esquerdo (útil na versão automática) e a eficiência do ar-condicionado digital. No porta-malas, a Kia diz que vão 415 litros, volume que fica um pouco abaixo dos 470 litros do Corolla, mas supera com facilidade os 340 litros do Civic.
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Viajei quase 400 quilômetros com o Cerato, passando por trechos de serra, que incluiu curvas de todos os tipos. Não há do que reclamar da estabilidade. O carro transmite segurança e tem comportamento previsível e fácil de ser controlado. Mas senti que nessa versão 1.6, de 126 cavalos, falta força para ultrapassagens, o que não deve acontecer com as versões 2.0 e 2.4 disponíveis em outros mercados. Essa falta de fôlego é percebida com mais clareza com câmbio automático de quatro marchas, com relações mais longas que não casam com os 15,9 kgfm de torque a altos 4.200 rpm. Por isso, quando é preciso extrair certa agilidade do carro, o jeito é selecionar o modo sequencial, engatar a segunda ou terceira (dependendo da situação) e manter o giro do motor entre 4.000 e 5.500 rpm, controlando esse patamar com a pressão no acelerador. Se pisar demais e passar dessa faixa , o câmbio faz a troca para a marcha seguinte e você perde o regime de giro em que o motor rende melhor. A Kia não divulga dados de desempenho.
Claro que isso implica em um aumento de nível de ruído e uma certa vibração, mas é a única maneira de deixar o carro um pouco mais esperto. Em linha reta, com pista livre e o câmbio em Drive, o Cerato vai bem, assim como no dia-a-dia do trânsito na cidade. Durante a viagem também ficou claro que o carro é econômico. Fez uma média de 13 km/l, o que corresponde a uma autonomia acima de 540 quilômetros. A direção de assistência hidráulica funciona bem, mas poderia ser um pouco mais comunicativa. E os freios a disco nas quatro rodas, com ABS na versão avaliada, não decepcionaram. Bela transformação, Cerato.
O teste comparativo entre o novo Cerato e o Honda City você encontra na edição de setembro da revista Autoesporte, nas bancas a partir de sexta.
Kia
Suzuki SX4
A Suzuki marcou para o início de setembro a chegada do crossover SX4 às suas lojas no Brasil. O modelo será importado do Japão, oferecido a partir de R$ 61.990 (manual) e R$ 66.790 (automático). O lote inicial a ser oferecido será de 60 unidades, todas na versão Sport Pack, que traz faixas esportivas sobre o capô.

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O SX4 conta com motor 2.0 de quatro cilindros e 16 válvulas, capaz de desenvolver 145 cv de potência e torque de 18,70 kgfm a 3.500 rpm. Seu sistema de tração é integral e inteligente, com três opções de condução: 2WD dianteira, AWD Auto para distribuição conforme a situação e AWD Lock, para ser aplicada em terrenos mais exigentes.

Suzuki SX4

O interior traz rádio com MP3 e conectividade com iPod, retrovisores elétricos, travas das portas e vidros elétricos, entre outros. Na área de segurança, o SX4 conta com freios ABS e sistema de distribuição eletrônica de frenagem (EBD).  Atualmente, a Suzuki já vende no Brasil os modelos Jimny e Grand Vitara.

Suzuki SX4


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19/08

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Suzuki SX4 chega ao Brasil por R$ 61.990Jipinho será importado do Japão a partir de setembro
Suzuki SX4
A Suzuki marcou para o início de setembro a chegada do crossover SX4 às suas lojas no Brasil. O modelo será importado do Japão, oferecido a partir de R$ 61.990 (manual) e R$ 66.790 (automático). O lote inicial a ser oferecido será de 60 unidades, todas na versão Sport Pack, que traz faixas esportivas sobre o capô.

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O SX4 conta com motor 2.0 de quatro cilindros e 16 válvulas, capaz de desenvolver 145 cv de potência e torque de 18,70 kgfm a 3.500 rpm. Seu sistema de tração é integral e inteligente, com três opções de condução: 2WD dianteira, AWD Auto para distribuição conforme a situação e AWD Lock, para ser aplicada em terrenos mais exigentes.

Suzuki SX4

O interior traz rádio com MP3 e conectividade com iPod, retrovisores elétricos, travas das portas e vidros elétricos, entre outros. Na área de segurança, o SX4 conta com freios ABS e sistema de distribuição eletrônica de frenagem (EBD).  Atualmente, a Suzuki já vende no Brasil os modelos Jimny e Grand Vitara.

Suzuki SX4


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19/08

Kia lança sedã K7 na Coréia do Sul

Modelo estreia nova nomenclatura e servirá de base para novo Azera
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Kia K7, sedã de luxo que servirá de base para a nova geração do Hyundai Azera
A Kia começa a vender no mercado sul-coreano o sedã de luxo K7, o primeiro modelo a adotar a nova nomenclatura alfanumérica da fabricante. Situado entre o Magentis e o Opirus, o carro chega com uma série de novidades, como as opções de ser equipado com assentos ventilados, teto panorâmico e sistema que alerta sobre mudança de faixa involuntária. São itens que também deverão ser adotados na nova geração do HyundaiAzera, que assim como o K7 também deverá ter versão com tração integral, que ainda está sendo desenvolvida.No conjunto mecânico, há como escolher por uma gama completa de motores. Começa com um 2.4, de quatro cilindros, com injeção direta de gasolina e inscríveis 204 cavalos. E o mais potente é um V6 3.5 de 279 cavalos, que vem acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Entre os equipamentos de série o K7 tem leds no lugar de lâmpadas e câmeras e sensores que ajudam a estacionar. As vendas na Europa e Estados Unidos começam em meados do ano que vem. Ainda não há previsão de chegada do carro no Brasil.
KIA
Largo entreeixos e muita sofisticação são marcas do novo sedã sul-coreano

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Mercedes lança perua esportiva

Classe E 63 AMG Estate chega com motor V8 de 525 cavalos

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