Auto Serviço


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Dica do dia, não perca essa.

Quer andar neste carro, saiba como !

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Produto à base de flúor protege a pintura do carro

Serviço chamado de vitrificação tem efeito similar ao da cristalização.

Na hora de lavar o carro, muitos esquecem do motor ou desconhecem que a combinação sol e sabão pode provocar manchas na carroceria. Por este motivo, o texto sobre como lavar o carropublicado no último domingo (02) levou muitos internautas a enviarem perguntas sobre o assunto. Confira abaixo as respostas.

Gostaria de saber o que é cristalização?
A cristalização é um polimento que utiliza o teflon, um material antiaderente, cuja finalidade é proteger a pintura. Conforme o procedimento, a cristalização pode durar até três meses, mas já existe no mercado um serviço chamado de vitrificação. A idéia é a mesma, mas o produto é outro. Nesse serviço é utilizado um líqüido à base de flúor, que é mais eficaz na proteção da pintura e também mais duradouro, podendo agir por até dois anos.

Existe alguma solução caseira para pequenos riscos na lataria; uma batidinha pode enferrujar a lataria?

O conserto de pequenos riscos é rápido e mais barato do que um serviço completo de funilaria, mas é preciso fazer uma avaliação de acordo com a cor e a intensidade do risco. As boas oficinas contam alternativas interessantes. Se o seu carro tiver um pequeno amassado, o conserto pode esperar algum tempo desde que não existam danos na pintura. Caso contrário, se tiver algum riscado mais profundo, pode ocorrer o aparecimento de ferrugem. Neste caso é melhor o reparo. Se não der para ser imediato é preciso ao menos proteger a área. Para isso lixe a lataria com lixa d`água fina e aplique um esmalte incolor na região riscada. Isso é apenas um paliativo e vai ajudar a evitar o aparecimento de ferrugem até o conserto definitivo.

Há algum inconveniente se, ao lavar o motor, aplicar óleo diesel com uma bomba de pressão e, em seguida, jogar água para retira a sujeira?

Aplicar óleo diesel sob pressão não é recomendado. O que pode ser feito é aplicar com um pincel apenas nas áreas mais afetadas (sujas) e em seguida enxaguar com água. O ideal é que não fiquem resquícios do óleo, pois ele poderá acumular sujeira com mais facilidade. Mas lembre-se de nunca utilizar em partes de borracha.

É correto limpar marcas de piche com óleo?

Os resíduos de asfalto não devem ficar muito tempo na lataria. O mais correto é limpar a região com um pano embebido de querosene. Para limpar esfregue a área impregnada de piche sem colocar força. Lembre-se de não deixar secar e assim que a sujeira sair, enxague imediatamente o local. Depois, passe sabão neutro para ter certeza de que não ficarão resíduos na lataria e enxague novamente.

Não se falou nada de lavagens a seco.

Existem lavagens que são ecologicamente corretas, pois não usam água. A lavagem a seco consegue o resultado que pode ser considerado similar ao método convencional, com água e sabão. A vantagem é justamente economizar água e contribuir para a preservação do meio ambiente. No lugar da água, as empresas utilizam produtos químicos que criam uma camada que se adere às partículas de sujeira. Em seguida, essa película é removida e leva consigo a sujeira. No entanto, o custo e o tempo necessário ainda são maiores que o lava – rápido. Também tem o desconhecimento, que afugenta os motoristas receosos. Mas é uma alternativa muito interessante e ecológica.

Posso colocar detergente de cozinha no reservatório de água?

Nesse caso, dê preferência aos produtos específicos para essa finalidade. Os detergentes domésticos não são uma boa opção, pois possuem soda cáustica em sua formulação, o que pode danificar a pintura do carro e ressecam a borracha do limpador. O detergente também pode ocasionar uma borra no duto que conduz a água e assim entupir o lavador do pára-brisa.

Ouvi dizer de que é bom borrifar óleo embaixo do carro, isso é verdade?

Não é recomendada a aplicação de qualquer tipo de óleo sob a carroceria. Exatamente como no motor, os produtos solventes ou algum tipo de óleo podem afetar as partes de borracha e também se tornar ponto de acúmulo de sujeira. Na lavagem utilize apenas água e sabão neutro.

Onde posso comprar um pano macio para lavagem e secagem do veículo?

Uma flanela é um bom exemplo de pano macio e pode ser facilmente encontrada em supermercados.

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Tire dúvidas de como lavar o seu carro

Sol e sabão podem provocar manchas na carroceria.
Motor deve ser lavado uma vez por ano.

Manter o carro limpo não só mostra o cuidado que você tem com o seu carro, mas também é a melhor maneira de evitar danos que a sujeira pode desenvolver. Para deixar o automóvel brilhando e protegido, porém, é preciso seguir alguns passos para que essa operação seja bem sucedida.

Você não deve lavar o carro sob o sol nem com a carroceria quente. Esse cuidado serve para evitar que o sabão seque e cause manchas na pintura. Depois, durante a lavagem, deixe o carro sempre molhado – mas não exagere no volume, evite o desperdício de água.

Comece a ensaboar a carroceria. Faça isso por partes. Por exemplo, comece pela frente. Lave e enxágüe. Depois faça isso com uma lateral, depois a traseira e assim por diante. O cuidado é não tentar lavar o carro todo de uma só vez. A dica também é sempre fazer a lavagem de cima

O ideal é fazer a lavagem com xampu específico para a linha automotiva. Na falta de um xampu apropriado, use sabão neutro. Evite os detergentes domésticos, muitos contam fórmula abrasiva e podem provocar manchas ou mesmo danificar a camada de verniz da pintura.

Rodas e pneus devem ser limpos com outro pano ou escova. Se as rodas tiverem pintura especial use uma escova com cerdas macias. Lembre-se de enxaguar bem, tanto a lataria quanto as rodas.

Depois de limpo, seque o carro com um pano. A secagem deixa o carro com brilho e evita manchas também. Lembre-se de usar um pano macio que não solte fiapos.

Interior do veículo

Não pode se esquecer da parte interna. Um aspirador portátil contribui para uma boa limpeza. Não esqueça as dobradiças e também as partes internas das portas, que acumulam bastante sujeira. Se o carro tiver tapetes de borracha o ideal e remove-los e lavar mesmo, com bucha e sabão. Evite usar aqueles líquidos brilhantes, como se fosse “pretinho”, pois acumulam muita poeira e no final mais atrapalham que ajudam.

Produtos com álcool também ressecam as peças de plástico. Na hora deixam o interior com aspecto bonito, como se fosse novo, mas alguns dias depois acumulam sujeira no painel e nas laterais da porta. O melhor é um pano limpo e úmido. E muita vontade para limpar os cantos, locais sempre desprezados.

Lembre-se dos vidros também. O ideal é a cada lavagem também passar um pano limpo e macio. Se tiver algum produto do tipo “limpa vidros” é melhor ainda, mas um pano umedecido de água já resolve. Depois utilize um pano seco. Uma boa dica é passar jornal amassado. Limpa e ainda dá brilho. Se o vidro traseiro tiver desembaçador., não utilize produtos químicos nem esfregue com força para não danificar os filamentos elétricos.

O correto é não usar óleos e querosene na lavagem, mas se o carro tiver resíduos de asfalto ou piche, não se deve deixar muito tempo impregnado na carroceria. Utilize um pano embebido de querosene e esfregue a área afetada com o piche. Mas sem fazer força. O importante é não deixar o querosene secar. Logo que a sujeira tiver sido removida enxágüe bem a área e em seguida passe sabão neutro para retirar os resíduos. Enxágüe novamente.

Lavagem do motor

O motor também requer cuidados. O ideal é não lavar muitas vezes, uma vez ao ano está de bom tamanho. Antes de tudo, evite jogar água quando o motor ainda estiver quente. Na hora da lavagem não use produtos químicos e derivados de petróleo, pois esses agentes químicos podem corroer as peças de borracha do motor e também afetar o sistema elétrico. É importante nunca usar água sob pressão, pois pode comprometer sensores e componentes elétricos e eletrônicos.
Com essas dicas você vai manter seu carro sempre com bom aspecto e também em ordem, o que deixa um passeio muito mais prazeroso e agradável.

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Perguntas e respostas enviadas para nosso Blog

Veja como tirar cheiros e manchas do interior do seu carro

Maçãs ajudam a disfarçar cheiro de cigarro no automóvel.
Especialista mostra como remover manchas de mofo, sangue e sêmen.

A coluna tira-dúvidas sobre manchas no carro rendeu perguntas dos internautas sobre como eliminar as manchas de vômito, mofo, cigarro, creme hidratante, sangue e até de sêmen. O cheiro também merece dicas especiais. Você sabia que a maçã pode ser usada para deixar seu veículo mais ‘cheiroso’? Confira abaixo:

Como é que se faz para tirar o cheiro horroroso de cigarro de dentro do carro?

- Márcio Nascimento Pinto

Se você é fumante, o recomendado é utilizar um neutralizador de odores dentro do automóvel constantemente. Mas, como não deve ser o seu caso, a solução é caseira: corte duas maçãs ao meio e coloque duas metades nos assentos dianteiros e duas no banco traseiro. Deixe por uma noite inteira dentro do carro. Com os vidros fechados por certo tempo as maças irão absorver o odor e ainda vão deixar um cheiro agradável.

Derramei um frasco de perfume no meu carro. Já tentei de tudo, lavagem, exposição do banco no sol mas o cheiro do perfume continua firme. Como faço para eliminar o cheiro que ficou impregnado?
- Ricardo
Como o cheiro já impregnou pelo interior do carro, o melhor é utilizar um neutralizador de odores ou mesmo aqueles “cheirinhos” para colocar dentro do automóvel. Outra solução caseira é utilizar duas maçãs cortadas ao meio. Coloque duas metades nos assentos dianteiros e duas no banco traseiro. O melhor seria fazer isso de noite. Com o carro fechado por certo tempo as maças irão absorver o odor. Também pode ser feito com um pedaço de abacaxi, mas tome cuidado para deixá-lo em cima de um plástico.

Socorri uma pessoa em meu carro e ficaram manchas de sangue. Como faço para tirá-las?
- Wagner
O sangue é uma das substâncias mais difíceis de remover, principalmente quando impregnando por certo tempo. Manchas de sangue seco podem ser muito difíceis de remover, mas uma solução possível é utilizar a seguinte receita: faça uma mistura com água morna, um pouco de detergente líquido e uma colher de amônia. Remova a mancha esfregando a área afetada levemente com uma escova. Se não estiver resolvendo, utilize uma espátula e raspe com cuidado. Evite deixar muito molhado, se ocorrer isso, seque com um pano absorvente. Continue esse processo até que toda a mancha seja removida. Depois, com um pano umedecido apenas com água, remova os resíduos de amônia e deixe secar bem.
O forro do teto do meu veículo também é carpete, como poderia limpar sa marcas de mãos sujas e cigarro?

- Dawidson
O forro de carpete geralmente é uma peça única que pode ser removida. Se estiver muito sujo, o recomendado é retirar e lavar com água e sabão, mas isso é melhor deixar para o tapeceiro fazer. Ele não vai estragar as borrachas de vedação das portas e vidros e também utiliza os produtos adequados. Se for pequenas sujeiras, você pode passar um limpador multi uso umedecido em um pano.

Como retiro mancha de creme hidratante do banco do carro?
- Nazareno
Esse tipo de mancha é a mesma que gordura, que pode ser de um lanche ou mesmo de um protetor solar. Para se livrar dessas manchas, aplique talco sobre a área afetada, deixe agir por alguns minutos e logo depois limpe com água quente e sabão neutro.

Minha sobrinha há mais ou menos um mês vomitou no banco do carro. Na época, retirei o excesso, mas a mancha ficou. Tem algum jeito de retirar essa mancha ou o jeito é mesmo lavar o banco inteiro?
- Lilia
Qualquer coisa que caia no banco do carro é preciso ser limpo o mais rápido possível. Neste caso, por já ter certo tempo, a melhor solução é a limpeza pesada mesmo. Se você for fazer isso em casa, lembre-se de não encharcar os bancos para não deformar a espuma e evitar que surjam bolor e fungos. O recomendado é levar em uma empresa especializada, que, em alguns casos, pode até lhe emprestar um banco enquanto o seu fica lavando.

Meu amigo sujou o banco do carro com graxa. Como faça pra removê-la?
- Janilson


É o caso da gordura, porém a graxa deve ter deixado algum excesso. Se for recente é possível retirar com aplicação de talco sobre a área afetada. Depois é só lavar com água quente e sabão neutro utilizando um pano. Se essa mancha for mais antiga, o certo é a lavagem, mesmo assim não deve sair tudo, principalmente se o banco manchado continuou sendo utilizado.

Eu e minha namorada sujamos o banco do Fusca do avô dela. Nossos fluidos estão por toda a parte como prova do amor (e do crime). Como remover as manchas?
- Nelson
Você pode indicar para o avô da moça que uma solução de vinagre branco com álcool resolve. Porém, vai depender do tempo que a sujeira ficou impregnada. Se fizer muito tempo, a única tentativa para resolver mesmo, é a lavagem, sendo que o ideal é levá-lo até uma empresa especializada.

Como faço para retirar manchas de mofo do banco?

- Anderson

Primeiro você deve lavar o banco que está com mofo. Lembre-se de não encharcá-lo para não deformar a espuma. Depois de limpo, deixe secar completamente antes de recolocá-lo no lugar. Talvez, por morar no litoral, você possa ter usado o carro com o corpo molhado do mar. Se isso ocorrer, o melhor é deixar o carro no sol e com os vidros e portas abertas. Se não for possível, seque o máximo que puder com secador de cabelos, sempre a certa distância, sem tocar no tecido.

Qual é a dica para cuidar de bancos de couro?

- Cleber de Jesus Lisboa
Além da limpeza freqüente, feita com pano úmido e sabão neutro, é recomendável aplicar um hidratante para evitar o ressecamento causado pelo calor e pelo sol. Pode ser hidratante para o corpo mesmo e o período ideal desse procedimento pode ser a cada seis meses. Não abuse do hidratante, pois pode deixar o banco engordurado e desse modo, escorregadio.

Especialista Fabio Teodoro

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Carro inundado? Veja o que fazer

Dicas para evitar o problema, o relato de quem já passou por ele e quais são os prejuízos

Camila (nome fictício), 25 anos, estava voltando para a sua casa, no bairro do Limão, e se deparou com uma rua completamente alagada na segunda feira da semana passada, 10 de janeiro. Quando foi dar a volta para fugir da enchente, foi jogada por um outro carro contra um bueiro e ficou com a roda presa. Tentou tirar o carro dali mas a água subiu rapidamente e seu carro morreu.

Pode parecer absurdo, mas desligar o carro e abandoná-lo é a principal recomendação tanto das seguradoras quando de especialistas aos motoristas que tiverem seus carros atingidos por alagamentos. Rubens Venosa, engenheiro mecânico e proprietário da oficina Motor Max, alerta que o veículo deve ser desligado assim que a água atinge o assoalho. Caso contrário, ela entrará pelos filtros de ar e afetará o motor, comprometendo as partes internas do carro – o chamado calço hidráulico. “Dependendo da altura em que a água está, até a onda que o caminhão faz quando passa ao seu lado é perigosa”, completa Rubens.

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Imagens mostram o carro sujo logo após retirada do tapete e instalação de novo carpete

Além do calço hidráulico, o motor do Corsa de Camila teve o monobloco rachado devido ao choque térmico provocado pela água em contato com o motor quente. Parte do motor terá que ser substituída e o prejuízo deve ficar em torno de R$ 6 mil. “Pode ser que a parte elétrica também tenha sido afetada, mas primeiro vamos colocar em ordem o motor”, disse Cláudio, o pai de Camila. “Pelo menos vai ter conserto”.

A viabilidade da recuperação de um carro atingido pela enchente depende do valor do veículo, da existência de seguro e do alcance dos danos. O motor não é a única parte do carro que pode ser comprometida pela água. Rubens Venosa explica que o conserto da mecânica é simples, porque envolve apenas a limpeza de peças e a troca de lubrificantes. O problema maior ocorre quando a parte eletrônica é atingida, pois isso pode significar a perda do módulo eletrônico, que, em alguns carros, chega ao valor de 20 mil reais.

Em casos em que a água invade o interior é preciso retirar o revestimento do assoalho e os bancos para limpeza

Conserto: preços e tempo de espera

Quando ocorre calço hidráulico, é importante mandar o veículo para uma retífica. “Nós conseguimos recuperar o motor em 90% dos casos”, afirma César Alves, diretor comercial da Saddy Motores, retifica de São Paulo. O concerto de um carro popular com motor 1.0 demora de cinco a sete dias úteis e custa em torno de R$ 2.900. Já um importado, com motor de 16 válvulas, custa R$ 4.900 e pode demorar até dez dias. Entre dezembro e janeiro, eles já receberam 15 veículos com este tipo de problema, número superior à mesma época no ano anterior.

Com o motor desligado, os danos causados pelo alagamento diminuem bastante. Às vezes, uma boa higienização dá conta do recado, como no caso da administradora Luciana Belo. No último sábado, 15 de janeiro, a rua onde seu carro estava estacionado, na Vila Maria, inundou. Como o carro estava desligado, não houve problemas no motor. “Tirei a água de dentro do carro com uma caneca e levei para a higienizadora”, conta Luciana, dona de um Honda Fit 2011.

Empresas que oferecem esse serviço percebem um sensível aumento na procura. Na Dry Wash, o preço da limpeza a seco do interior custa de R$ 275 a R$ 375, dependendo do tamanho do carro. No caso de alagamento, às vezes é necessária uma segunda sessão de limpeza, o que pode demorar até sete horas. Em casos extremos, no entanto, é necessário desmontar o interior do carro.“Nós não desmontamos os bancos”, afirma Lito Rodrigues, dono da empresa. “Desaconselhamos fortemente que nossos clientes façam esse tipo de serviço fora de uma tapeçaria, quando percebemos que o caso é mais sério, encaminhamos para outro local”, explica.

Motor pode sofrer calço hidráulico e ter partes rachadas pelo choque térmico ao entrar repentinamente em contato com a água

Segundo o engenheiro mecânico Ricardo Bock, só é aconselhável seguir com o carro por uma via alagada se a água ainda não tiver alcançado metade na roda. “Nessa situação, o motorista deve andar em primeira marcha, na faixa de torque ideal do motor”, afirma.

As seguradoras recomendam que os motoristas evitem ruas e avenidas alagadas e nunca tentem atravessar um local onde outros veículos falharam. Neste ultimo caso, se for comprovado que houve imprudência por parte do condutor, a cobertura pode até ser suspensa. Em dias de chuva, segundo dados da Porto Seguro, há um aumento de 30% no volume de socorros prestados pela companhia. Mais de 90% dos segurados optam por uma cobertura que inclui danos causados por enchentes

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Martelinho de ouro

Conheça mais sobre o serviço e saiba quando procurar

Com o aumento de carros nas ruas, há cada vez mais veículos também nos estacionamentos. O que também cresce com isso é a procura pelo martelinho de ouro. O profissional é responsável pela restauração de amassados, capaz de recuperar tanto danos pequenos, como marcas causadas por batidas de porta, quanto estragos maiores, resultado de chuvas de granizo, por exemplo.

O trabalho, que uma vez já foi considerado mais caro do que um serviço de funilaria, revelou-se uma boa alternativa para quem precisa reparar seu veículo e não quer gastar muito, esperar demais pelo serviço e mesmo manter a originalidade do carro. “Um reparo mais simples com um martelinho de ouro sai em torno de R$ 60 reais, e pode ser resolvido em duas horas”, declara Ricardo Maia, instrutor das aulas de martelinho de ouro da SP Center.

O curso foi criado há 14 anos, quando o proprietário da oficina, Wilson Zimmerman, percebeu o crescente interesse de profissionais de diversas áreas em migrar para o ramo de restauração automotiva. “As pessoas se interessam pelo trabalho do martelinho, então têm a oportunidade de vir aqui, conhecer como funciona e ver se é isso mesmo que elas querem fazer”, declara Wilson.

Desde sua criação, a escola já contou com 150 alunos, 70 deles formados. O curso não tem limite para término, e incentiva que os matriculados continuem os estudos até sentirem-se seguros com a profissão. “Temos uma preocupação grande com a formação. E o aluno não precisa se preocupar, já que ele só paga a taxa uma vez”, declara Wilson, referindo-se à matrícula de R$ 3 mil, o que já inclui as 28 peças ferramentas necessárias para o profissional fazer o seu trabalho.

Os centros de formação de martelinhos de outro tem atraído até mesmo a atenção de estrangeiros. Por se tratar de uma técnica desenvolvida no Brasil, muitos profissionais europeus têm viajado para cá a fim de dominar este tipo de reparo. O caminho oposto também tem acontecido, com brasileiros do ramo viajando para o exterior para dar aulas e criar centros de reparação automotiva.

Para saber mais sobre quais tipos de amassados podem ser reparados pelo martelinho de ouro, confira o vídeo acima.

Mais informações sobre o curso da SP Center podem ser conseguidas neste link.

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15/08

Você já foi cuidar do carro de madrugada?

Loja de autopeças e acessórios 24 horas recebe todo tipo de gente em horários inusitados

O relógio marca duas da madrugada. Ao lado de uma balada na Zona Norte de São Paulo há uma loja de autopeças e acessórios automotivos. As portas estão abertas e lá dentro, gente que não tem tempo para cuidar do carro durante o dia ou até prefere a madrugada simplesmente por ser mais calmo e sem filas.

A primeira pergunta que nossa equipe se fazia era: “O que essa gente faz aqui uma hora dessas?”. Tinha até casal. No final das gravações saímos convencidos de que aquele era o melhor horário. Você escolhe o produto e troca na hora – a oficina também funciona 24 horas. Não há demora, espera ou filas. De quebra, todo mundo bem-humorado e rindo de si mesmo. Afinal, não é todo dia que alguém troca uma divertida noite de sexta por uma loja de autopeças. Igualmente divertida, por que não?

Serviço:
MercadoCAR – 24 horas
Avenida Marquês de São Vicente, 2055
Barra Funda – São Paulo – SP
www.mercadocar.com.br

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27/06 ás 23h00

5 dicas para seu carro no inverno

Saiba como não ter problemas nessa época no ano

Apesar de não nevar no Brasil, o inverno tropical também exige uma série de cuidados para evitar surpresas desagradáveis

Quando chega o inverno, nós tomamos vários tipos de cuidado. Abrir a casa durante o dia para evitar alergias, cuidar da saúde para não pegar uma gripe. O que nem todos sabem é que o carro também precisa de cuidados especiais nesta época do ano. Autoesporte conversou com o engenheiro Rubens Venosa, da oficina Motor-Max, que deu algumas dicas para manter o bom funcionamento do seu carro quando a temperatura cair.

Bateria

No inverno, com a temperatura mais baixa, o motor pode precisar mais da bateria para funcionar. “No frio, o óleo pode estar mais viscoso”, diz Venosa, “então é necessário mais energia”. Segundo o engenheiro a bateria é um dos principais itens a ser checados no inverno. É importante que esteja tudo em ordem.

Motor de arranque

Esse componente é fundamental na hora de dar a partida e passa ser mais exigido no inverno. Por isso, não basta estar com a bateria em dia, já que sem o motor de arranque funcionando perfeitamente o carro não vai pegar nos dias mais frios. Itens como o bendix e as escovas desse componente são os que costumam apresentar mais defeitos na maioria das vezes.

Reservatório de partida a frio

Os carros flex têm um reservatório que deve ser abastecido com gasolina para facilitar a partida quando o carro estiver abastecido com álcool. Venosa explica que em lugares ou épocas do ano em que a temperatura fica acima de 20ºC, a gasolina deste reservatório não é utilizada. Quando chega o inverno e a temperatura cai e o carro pode apresentar alguns problemas. “Se a gasolina está há muito tempo no reservatório, pode ter perdido o seu poder de combustão e se tornado inútil no tanquinho”, diz Venosa. Neste caso, é necessário levar o carro até uma oficina para retirar o líquido que está no reservatório e abastece-lo novamente.

De preferência com gasolina aditivada, que dura mais tempo. Outro problema recorrente se dá com o solenóide de abertura do reservatório. Por ficar muito tempo parado, ele pode enguiçar e não liberar mais a gasolina que seria injetada para facilitar a partida. Quando isso ocorre o solenóide deve passar por uma limpeza ou ser trocado em alguma oficina. No inverno, a gasolina do “tanquinho” pode acabar mais rápido, então é bom ficar atento. Alguns carros não utilizam esse combustível só na partida, mas também para aumentar o torque do motor até o carro esquentar.

Afogador

Em temperaturas mais baixas, o afogador do carburador é mais requisitado na hora da partida. “Se não estiver funcionando o carro não funciona”, diz Venosa. Sinal de que é bom verificar o carburador também.

Ar-condicionado

No verão o ar-condicionado é utilizado quase todos os dias. O inverno chega, a temperatura cai e o acessório fica esquecido no carro até o calor voltar novamente. O problema é que muito tempo desligado pode ressecar as borrachas de vedação e danificar a tubulação. Mesmo no inverno, Venosa recomenda que o ar-condicionado seja ligado uma vez por semana por pelo menos dez minutos. Esse tempo de funcionamento fará o gás circular pela tubulação e lubrificar as borrachas, mantendo a qualidade do ar-condicionado.

Afora isso, existem muitas outras medidas que ajudam a manter a saúde do seu carro e que não estão diretamente relacionadas ao inverno e ao frio. É bom revisar o carro pelo menos duas vezes por ano e levar a uma oficina sempre que houver alguma dúvida.

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Serviços – Dia dos namorados no trânsito

Já pensou em comemorar a data em uma limusine, com direito a champagne e privacidade?

A limusine Ford Explorer tem oito metros de comprimento e teto-solar panorâmico. A diversão é garantida

Depois de uns anos de namoro é preciso criatividade para presentear no Dia dos Namorados. No ano passado, a advogada Elisandra, 35 anos, saiu de Sorocaba e veio a São Paulo para dar um presente que não poderia ir até lá: um passeio de limusine pela Avenida Paulista, Ponte Estaiada e outros endereços charmosos da cidade.

O passeio começa com um chofer buscando o casal em casa, hotel ou em qualquer outro lugar combinado. A limusine Ford Explorer, equipada com duplo ar condicionado, mini-bar e DVD com duas telas de LCD pode levar até 10 pessoas. “Mas é ideal mesmo para um casal”, diz Elisandra.

“A privacidade é total. Se a pessoa se sentir à vontade dá para fazer de tudo”, conta a advogada que utilizou o serviço

Um pacote oferecido pela empresa Jantar a 2, especializada em eventos personalizados, inclui uma garrafa de champagne, pétalas de rosas espalhadas ambiente, alguns beliscos e um passeio de três horas por ruas e avenidas da capital. Mas o principal é a discrição: além dos vidros escuros e das persianas, a parte de trás da limusine fica isolada da cabine do chofer. “A privacidade é total. Se a pessoa se sentir à vontade dá para fazer de tudo”, conta a advogada. A satisfação é garantida. Segundo ela, o namorado adorou a surpresa e também aproveitou o passeio.

Mini-bar, iluminação independente e som ambiente completam a produção para o Dia dos Namorados

Também dá para chamar atenção. A limusine de oito metros de comprimento já atrai olhares sozinha. Os casais mais exibidos ainda podem aproveitar o teto-solar panorâmico. Alguns até jogam as pétalas de rosas ao vento em uma cena quase cinematográfica. O romantismo fica por conta do som e da iluminação independente.

A brincadeira oferecida pela Jantar a 2 custa R$ 1.700. “Não é barato, mas vale muito a pena. Você volta outra pessoa”, recomenda Elisandra. Se a surpresa marcou? “Este ano tem outra, mas não é na limusine”.

Serviço:
Jantar a 2 - www.jantara2.com.br – (11) 5044-8489 e (11) 5042-2453

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Condições das Estradas Federais

DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes

·         Acre

·         Alagoas

·         Amapá

·         Amazonas

·         Bahia

·         Ceará

·         Distrito Federal

·         Espírito Santo

·         Goiás

·         Maranhão

·         Mato Grosso

·         Mato Grosso do Sul

·         Minas Gerais

·         Pará

·         Paraíba

·         Paraná

·         Pernambuco

·         Piauí

·         Rio de Janeiro

·         Rio Grande do Norte

·         Rio Grande do Sul

·         Rondônia

·         Roraima

·         Santa Catarina

·         São Paulo

·         Sergipe

·         Tocantins

Mapa das Estradas

Banco de dados do Ministério dos Transportes

Portal Luxo

·         Acre

·         Alagoas

·         Amapá

·         Amazonas

·         Bahia

·         Ceará

·         Distrito Federal

·         Espírito Santo

·         Goiás

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·         Mato Grosso do Sul

·         Minas Gerais

·         Pará

·         Paraíba

·         Paraná

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·         Piauí

·         Rio de Janeiro

·         Rio Grande do Norte

·         Rio Grande do Sul

·         Rondônia

·         Roraima

·         Santa Catarina

·         São Paulo

·         Sergipe

·         Tocantins

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IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

Veja abaixo os sites das Secretarias Estaduais da Fazenda que oferecem informações sobre o valor do IPVA

·         Acre

·         Alagoas

·         Amapá

·         Amazonas

·         Bahia

·         Ceará

·         Distrito Federal

·         Espírito Santo

·         Goiás

·         Maranhão

·         Mato Grosso

·         Mato Grosso do Sul

·         Minas Gerais

·         Pará

·         Paraíba

·         Paraná

·         Pernambuco

·         Piauí

·         Rio de Janeiro

·         Rio Grande do Norte

·         Rio Grande do Sul

·         Rondônia

·         Roraima

·         Santa Catarina

·         São Paulo

·         Sergipe

·         Tocantins

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Especial parceiro Auto Esporte

Ruídos no automóvel
Aprenda como eliminar alguns barulhos chatos que aparecem no carro

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Especial – Tinta

Saiba tudo sobre pintura automotiva

Na pré-história, os homens já começavam a fabricar as tintas. As cores vinham do fumo, do osso, da terra, e tinham como aglutinantes as gorduras animais. Conforme a civilização evoluía as técnicas de pintura e de composição das tintas também se modificavam.
No setor automotivo, a pintura é responsável pela proteção e pela beleza. A tinta representa 0,8% do valor gasto em um veículo, mas é um fator determinante na hora da compra. Preferência, trabalho, revenda. Existem vários motivos. Entenda um pouco mais sobre esse item que o brasileiro leva bastante em consideração na hora de escolher o carro que vai levar para casa.

Composição:

A tinta é composta, basicamente, por duas partes: uma solúvel e outra sólida. A solúvel representa os solventes ou a água e a sólida é formada pelos aditivos, pigmentos, resinas e cargas. As resinas oferecem quase todas as características de uma tinta – brilho, espessura, dureza, resistência – enquanto os pigmentos dão as tonalidades.
Mas, nem toda tinta é igual.As tintas automotivas se dividem em três tipos: sólida, metálica e perolizada. A sólida apresenta as características básicas, as metálicas recebem no pigmento partículas de alumínio, e as perolizadas ganham pigmentos de pérola – mais brilhantes e menos visíveis à noite. Os preços de cada uma obedecem também a essa escala de produção. Cada montadora trabalha com uma faixa de preço, que pode variar também de acordo com cada veículo.
O produto guarda outras particularidades. Também há diferenças de composição de acordo com a finalidade do produto. A tinta para repintura recebe alguns cuidados diferentes. “Não é uma questão de qualidade, por que as duas são iguais nesse quesito. É uma diferença de composição. Na pintura, a carcaça faz a secagem na estufa, que atinge 150/160 Cº. No entanto, na repintura, o carro não pode entrar na estufa, pois se fosse exposto a essa temperatura danificaria a parte interna e toda a parte elétrica. Por isso, a tinta fica em temperatura ambiente ou até 60 Cº”, afirma José Penalva, gerente técnico de suporte de vendas para repintura automotiva da Basf.

Dica:
Trabalhar na produção de tintas requer cuidado. “Os técnicos devem utilizar macacão especial, óculos de segurança e luvas (para evitar o contato e a inalação de substâncias tóxicas)”, afirma Penalva. Porém, uma vez com a roupa de segurança, não existe um limite de contato do copo e da tinta. “Nas montadoras, os trabalhadores costumam fazer um revezamento, mas não devido ao tempo de exposição à substância, mas por causa do cansaço físico”, afirma o gerente técnico da Basf. Além da preocupação com a saúde, o manuseio dos componentes também requer atenção. Os produtos não podem ser contaminados, por isso a vestimenta também é importante.

As tintas para repintura precisam ser aplicadas em terperatura ambiente

Aplicação

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Para ser aplicada a tinta deve passar pr: pré-tratamento, KTL, estufa, primer e acabamento

Aplicação:
Até chegar ao resultado final, as peças se submetem a um longo processo. Primeiro é o pré-tratamento seguido do KTL, onde recebem a produção anti-corrosiva. Em seguida, são elas mandadas para a secagem na estufa e, depois de secas, vão para o primer, a primeira pintura. “A última etapa é o acabamento, onde é aplicada uma base e depois o verniz, para dar brilho”, afirma Cláudia Uehara, coordenadora técnica do laboratório de desenvolvimento de cores da Basf. A única peça que exige uma pintura especial é o para-choque, que exige uma outra aplicação por ser plástico.
Na repintura, o processo é um pouco diferente. “A maioria das tintas de repintura automotiva é aplicada por meio do sistema de automização em que é usada uma pistola de trabalho que funciona com ar comprimido. Os equipamentos mais modernos já não ‘sugam’ mais a tinta. Eles trabalham com um sistema de administração de materiais por gravidade. Isso aproveita melhor o material, dá um excelente acabamento e também garante um redução de até 30% na emissão de compostos orgânicos voláteis”, diz Marco Pargas, supervisor do segmento de alta tecnologia de repintura da DuPont.

Dica:
A manutenção da pintura é simples. “É aconselhável que o condutor lave o carro com produtos neutros, para que não ter problema com a acidez ou alcalinidade”, afirma Penalva. A cera é recomendada para carros mais velhos e os que estão com a pintura desgastada. Mas, nas grandes cidades, essa necessidade é antecipada. “A própria exposição à chuva e à poeira vai desgastando a pintura”, afirma o gerente técnico da Basf.
Outra recomendação está na maneira de lavar o carro. Deve-se evitar alguns lava-rápidos. “Por tratar-se de uma ‘linha de produção’, alguns estabelecimentos não possuem o devido cuidado com a mistura de sabão e água, podendo esta mistura até ser reutilizada. Soma-se a isso o uso do mesmo pano com impurezas acumuladas de outros carros, o que pode riscar a pintura”, afirma Praga. Para o condutor mais cuidadoso, o supervisor do segmento na DuPont, indica: “a utilização de ceras feitas a base de óleo de carnaúba ajudam na manutenção e dificultam o acúmulo de impurezas na superfície do carro. Sem dúvida, as cores escuras exigem mais cuidados, pois qualquer risco ou mancha fica em evidência”.

Polimento e Cristalização:
A idade do carro não afeta somente a parte mecânica, mas também a pintura. A cor fica mais desgastada, surgem manchas e até rachaduras. Esses sinais indicam que o veículo precisa de mais cuidados. “Toda a exposição à intempérie (chuva, areia, folhas) pode desgastar a pintura. Em locais com chuva ácida, isso ocorre mais rapidamente”, diz Penalva.
Para recuperar o brilho perdido, uma dica é recorrer ao polimento. “Visa corrigir possíveis imperfeições da camada de acabamento final ou meramente a eliminação de pequenas impurezas”, afirma Pargas. Com o tempo, a tinta vai perdendo o verniz, que é recuperado pela técnica. “O verniz é que perde o brilho, e o polimento o recupera. Em um carro que é melhor cuidado, pode durar até 3 meses”, afirma Eduardo Hochheim, sócio-proprietário da Hochheim. Na indústria esse procedimento também é usado. O polimento auxilia na extração de impurezas que caíram durante a produção, acumulo de tinta e também as rebarbas que podem aparecer durante o processo de pintura. Mas não se deve abusar da prática. O uso excessivo do polimento pode remover a camada protetora o e verniz, devido ao seu processo inicial de desgaste para conseguir reparar a pintura.O serviço é delicado e pode demorar até um dia para ficar pronto. O preço gira em torno dos R$ 200.
Depois do polimento a outra opção é recorrer a cristalização. “É a aplicação de uma cera de proteção que não agride a superfície aplicada”, declara Pargas. Cria-se uma película de teflon (um material que não reage com outras substâncias) impermeável que impede que a sujeira atinja a pintura. O uso é ilimitado, já que o ideal é que seja feito a cada seis meses. Porém, é indicado que o polimento seja feito primeiro. “O polimento é o responsável pela recuperação do brilho, a cristalização só mantém”, afirma Hochheim.

O polimento é o responsável pela recuperação do brilho, a cristalização só mantém”, afirma Hochheim

Cores

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A cor prata representa 36,32%  dos carros fabricados no país, segundo a Jato do Brasil

Cores:
As cores representam a vida de um carro, por isso a escolha é um dos fatores determinantes na hora da compra. “No Brasil, carro é sinônimo de status, por isso as cores mais sóbrias, como prata, preto e cinza, são as mais procuradas”, afirma Penalva. Os fatores culturais, além de psicológicos, também interferem na preferência por algumas tonalidades. “As cores vermelhas e amarelas são geralmente mais voltadas para o público jovem e, aqui no Brasil, o branco não tem muita procura, pois é sinônimo de taxi”, disse Cláudia. Segundo levantamento feito pela Jato do Brasil, a cor prata foi a campeã de 36,32% dos veículos fabricados. A cor preta ficou em segundo lugar, com 28,37%, e a cinza, com 18,41%, terminou com a terceira posição.
A variação das tonalidades é muito semelhante no mundo inteiro. Na Europa, a preferência é a mesma dos brasileiros, mas nos Estados Unidos e na Ásia, o branco e o vermelho também aparecem nas primeiras posições. “Os mexicanos são apaixonados por cor. Por isso, vermelho e azul são as preferidas. Então, seja na pintura interna ou na externa temos que colocar um friso azul ou uma faixa para agradá-los”, afirma Adília Afonso, da Ford. Outro fator que também é considerado é o perfil do cliente e o perfil do carro. “O Ecosport é um carro de pessoas aventureiras, um público mais jovem e representado 50% por mulheres, por isso o vermelho acaba significando 10% das vendas. No entanto, a cor que sai mais no Fusion é o preto, que está relacionado ao luxo.”, afirma Antônio Baltar, gerente geral de marketing da Ford.
As cores ganham ainda mais significado. Pensando no marketing, as montadoras costumam utilizar cores fortes para chamar a atenção dos novos compradores. Mas, essas mesmas cores podem perder o efeito em alguns casos. “Cores fortes (amarelo, laranja e azul royal - por exemplo) costumam sofrer menor oscilação na revenda e são mais atrativos ao novos compradores”, afirma Pargas. O tempo de revenda de um automóvel segue em média a ordem de cores mais procuradas na compra. “Em uma pesquisa que vi, um carro prata foi vendido em 15 minutos, enquanto um veículo do mesmo modelo na cor verde demorou três meses”, afirma Baltar, que conclui: “O mercado brasileiro que criou esse mito que carro com cores fortes demora para ser vendido e isso passa a acontecer de tanto ser passado de boca a boca”.

Dica:
Existem três cores que requerem um maior cuidado. Preto, vermelho e azul-escuro. O preto e o azul-escuro evidenciam a sujeira e o vermelho, desbota mais rapidamente. Os preços dos serviços prestados nesses carros também são maiores em algumas oficinas. “As outras cores costumam durar cinco anos, ante apenas três desse trio.”, diz Hochheim, que na sua oficina cobra R$ 100 a mais em média para fazer o polimento em carros com essas três cores.

Curiosidade:
Em São Paulo, os táxis são brancos por que essa cor retém menos o calor, tornado os veículos sem ar-condicionado mais confortáveis para trabalhar no dia-a-dia, principalmente em dias quentes. Em Nova York, os famosos táxis amarelos têm uma explicação: a visibilidade. Em 1905, John Hertz, de Chicago, ouviu no boletim da Universidade de Chicago que a cor amarela misturada com um pouco de vermelho, pode ser vista de longe com facilidade. A partir de então, começou a pintar 400 veículos dessa cor, embora apenas em 1970 é que foi estabelecido o padrão para os táxis.

Instrumentos utilizados em oficina para aplicação da tinta

Reparo

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Moda, televisão e novela ditam as tedênciam das novas cores automotivas

Seguro:
Buscando entender o efeito das variações de cores na segurança, a Universidade de Monash, em Melbourne (Austrália) analisou 17 tonalidades e as comparou aos dados da polícia de dois estados australianos. Resultado: a cor parece mesmo interferir na sorte do condutor. A branca foi eleita a tonalidade mais segura. Segundo as pesquisas, a probabilidade de um carro branco sofrer acidente é 12% menor do que um veículo preto. Mesmo com uma procura menor, as cores claras ainda têm mais uma vantagem. No Brasil, algumas seguradoras oferecem desconto para os donos de automóveis brancos. Desde 2004, a Mapfre concede descontos aos proprietários de carros claros. “Elas influenciam principalmente em situações de acidentes noturnos e atropelamentos”, afirma o diretor executivo da seguradora Maurício Galian.

Inspiração para criar as cores:
Quem nunca pensou em ter um carro vermelho Ferrari ou prata Mercedes-Benz? Você se lembra do Fiesta verde-limão? Toda a marca ao criar uma cor implanta nela a sua identidade. Mas de onde vem a inspiração para fazer as novas tonalidades? As montadoras e fábricas garantem que tudo pode ser motivo para surgirem novas idéias. “Moda, televisão, até novela. Tem cliente nosso que já disse: ‘Eu quero uma tinta com a cor do sofá daquela novela’”, afirma Cláudia, da Basf. Mas, nem só da cultura vem a motivação. “A inspiração vem de diferentes fontes – de uma pérola diferente, de um animal colorido, dos diferentes materiais da natureza”, afirma Pargas, da DuPont.
A sugestão inicial é das montadoras que pedem uma tonalidade. Os técnicos são responsáveis por desenvolver a tinta em cima dessa sugestão. “As montadoras mais novas, que surgiram do ano 2000 em diante, costumam apresentar as cores do Brasil iguais as da Europa. Mas, com as montadoras mais tradicionais, podemos sugerir algumas tonalidades”, informa Cláudia. “Reciclamos nossas cores, até partículas de metal e pérolas, de dois a três anos para seguir a tendência do mercado e se ajustar ao perfil de cada carro”, afirma Adília, que conclui: “Existem sites que são a fonte de inspiração para todas as marcas do mundo inteiro. Eles seguem a moda e nós as adaptamos para o perfil de cada país”.

Reparo:
Uma simples encostadinha na parede ou no portão na hora de estacionar o carro já é o suficiente para tirar a pintura do carro. Por isso, o para-choque costuma ser a peça com o maior volume de repintura. “Entre 10 casos que atendemos por dia, 8 são para reparo do para-choque”, afirma Hochheim. Já na produção, a peça exige um cuidado especial e uma pintura diferenciada pelo tipo de material com que é fabricada. A repintura da peça custa em média R$ 300.
Procurar oficinas para repintar o automóvel, só mesmo para colorir as peças. Atualmente pintar o carro inteiro por causa de um reparo é cada vez mais raro. “Além de caro, o serviço é trabalhoso e não compensa. Não existe mais a preocupação que a repintura ficará com a tonalidade diferente da cor do carro original”, diz Hochheim, que apresenta na sua oficina uma máquina de tintas que fábrica as tonalidades em que vai trabalhar.

O polimento é utilizado em indústrias para eliminação de impurezas, sobras de tinta e falha na pintura

Alteração da cor do veículo

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Os condutores que tiverem o interesse em alterar a cor de seu veículo devem ficar atentos as normas de seu estado

Dica:
Na hora de escolher seu próximo carro, as pessoas definem a cor que querem. No entanto, é possível trocar a cor original por outra. Mas é preciso seguir uma série de procedimentos, que variam de acordo cada região do país. Em São Paulo, deve-se ter autorização do órgão responsável pelo departamento de trânsito (Detran, Ciretran), além de ter as notas fiscais dos serviços, montar um processo de transferência e agendar a vistoria do veículo. O proprietário precisa providenciar ainda a substituição da CRV (Certificado de Registro do Veículo – recibo de compra e venda) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo).
No Rio de Janeiro, o procedimento é diferente para pessoa física e jurídica. No primeiro caso, o dono deve apresentar cópias de seus documentos (e a versão original do RG, CPF), comprovante de residência, CRV, documento único do Detran de Arrecadação já pago, autorização de leasing com firma reconhecida, nota fiscal da tinta e/ou dos serviços.
No norte do país, em Roraima, há também um procedimento diferenciado. A vontade de trocar a cor, tem que estar aliada a outros fatores: o condutor não pode possuir multas, débitos com IPVA, seguro obrigatório e encargos. Antes de efetivar a alteração do veículo, o condutor precisar apresentar os documentos do carro (CRV e CRLV) e os seus pessoais (RG e CPF) e um documento de despacho que deverá conter as informações necessárias para o processo administrativo.

Novidades no mercado:
· A PPG lança o verniz Ceramiclear. O produto desenvolvido a partir da nanotecnologia é 100 vezes mais resistente que os antigos. Segundo a marca, a tecnologia avançada proporciona mais brilho e maior durabilidade da cor. O verniz, desenvolvido para a repintura automotiva, garante maior resistência a riscos e manchas.
· A oficina de pintura é o setor que consome mais energia em uma montadora. Representam cerca de 70% do gasto de energia elétrica e 80% da energia de aquecimento. Visando reverter esse quadro, a Geico tem uma proposta a longo prazo. “Temos uma meta muito ambiciosa que é o ‘Dia da Independência da Energia’ programado para 16 de junho de 2020 quando queremos oferecer ao mercado uma oficina de pintura autosuficiente”, disse Dr. Ali Reza Arabnia, Presidente e CEO da empresa. Entre as propostas, a marca pretende reduzir em 20% do consumo de energia e em outros 20% das emissões de CO2 e produzir 20% da energia através de fontes renováveis.
· A 3M começa a vender duas novas massas poliéster que prometem melhor aderência em chapas de aço, metal, alumínio, plástico SMC, fibras de madeira e de vidro. Além disso, o tempo de secagem também ficou mais rápido e a peça pode ser lixada depois de 20 minutos da aplicação do produto. “O mais importante para o consumidor é o rendimento do produto na hora da aplicação, portanto, a Massa Poliéster 3M é mais vantajosa, já que apresenta rendimento 40% superior se comparada às outras massas disponíveis no mercado”, afirma Juliana Rodrigues da Silva, especialista de marketing da divisão de Autos na 3M do Brasil.

Serviço:

Hoccheim – www.hochheim.com.br

Preto, azul-escuro e vermelho são as tonalidades que exigem um maior cuidado

– Os pneus originais devem ser substituídos por outros com o mesmo tamanho?

Nunca escolha pneus com medidas inferiores aos que vêm de fábrica. Os pneus devem ser sempre substituídos por outros que mantenham as mesmas medidas ou, em casos especiais, que sejam recomendados pelo fabricante do veículo ou por especialistas no assunto.

– É certo combinar diferentes tipos de pneus no carro?

Pneus com diferentes medidas, construção e nível de desgaste podem afetar a dirigibilidade do veículo e até mesmo sua estabilidade. Para uma melhor performance, é aconselhável utilizar o mesmo tipo de pneu nas quatro rodas, a menos que a fabricante especifique a utilização de variações nos eixos traseiro e dianteiro. No entanto, não se pode utilizar pneus com diferentes tamanhos ou construções no mesmo eixo, isso prejudicaria o veículo.

– O par de pneus novos deve ser colocado na frente ou atrás?

Pneus radiais ou convencionais devem sempre ser colocados na traseira. Mas atenção, nunca use os dois tipos no mesmo eixo. Quando se compra um par de pneus novos, o recomendado é sempre colocá-los no eixo traseiro. Caso haja apenas um pneu novo, o ideal é colocá-lo na traseira junto ao pneu com menor desgaste.

– É fácil montar um pneu? Uma pessoa pode fazer isso sozinha?

Nunca tente montar seu próprio pneu. A montagem do pneu deve ser feita por especialistas que detém conhecimento no assunto e trabalham em conjunto com uma equipe. Existem detalhes que devem ser revistos e padrões a serem seguidos e o usuário comum nem sempre está atento a isso, podendo até mesmo danificar os pneus.

– Pneus novos exigem tratamento especial?

Pneus novos transmitem outra sensação de dirigibilidade para o motorista. Portanto é aconselhável que se dirija com cuidado até que se acostume com o desempenho e manuseio do mesmo. Especialmente em situações de aceleração, frenagem brusca e pista molhada, momentos em que os pneus novos vão transmitir  maior diferença.

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